A BABÁ DA MINHA SOBRINHA
Uma nova mensagem brilha na tela, de um número desconhecido:
"Boa viagem, passarinho. Espero que goste de voar, porque a queda vai ser longa."
Meu coração para. Eu não mostro a Adrian. Não ainda. Mas aperto a mão de Helena, que retribui o gesto com um aperto firme. O jogo não começou agora. O jogo nunca parou. E eu, a simples babá, sou a peça principal de um tabuleiro que eu mal consigo entender.