Leiloada para o mestre - A história de Vitória.
Eu mal tinha me jogado na cadeira quando a professora do coque bagunçado bateu as mãos, tipo chamando um rebanho.
— Bora, calouras e calouros! Todo mundo vivo aí? — Ela fala, com um sorrisão no rosto. — Boa tarde, gente! Eu sou a professora Sílvia e, sim, eu sou um pouquinho bagunceira, mas dou conta do recado, tá?
A sala deu uma risadinha tímida, todo mundo ainda naquele modo "não conheço ninguém, não vou chamar atenção". Eu incluso.