O Homem Errado é meu Par Perfeito
E se ela estava ali, chorando, algo havia acontecido.
Bati na porta e disse:
- Com licença, Nair!
- Aimê! – ela limpou as lágrimas, sorrindo.
Entrei, mesmo sem que ela me convidasse. A rainha também vestia um penhoar branco sobre a camisola longa da mesma cor. Estava sentada num divã recamier, coberto com várias almofadas no mesmo tom pêssego da mobília.
- Está tudo bem... Nair? – quase a chamei de Majestade, lembrando que ela havia pedido muitas vezes para que dissesse seu nome, esquecendo as formalidades.