O GRANDE CEO VAI IMPLORAR POR SEU AMOR
Natália
O tempo escorre, não com a pressa impaciente dos rios, mas com a lentidão implacável da areia fina entre os dedos. Passa como as coisas que não pedem licença, tecendo uma nova realidade enquanto aprendo a não esperar, a não ansiar. O silêncio, antes um eco doloroso, transforma-se em um espaço vasto, um refúgio onde a dor se dilui. Meu corpo, um mapa íntimo, começa a se reescrever antes mesmo que minha mente registre as mudanças. A barriga, a princípio uma sombra discreta, depois uma curva firme e inegável, anuncia uma presença que me reorganiza, não me enfraquece.