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Deixei o Homem que Morreu por Mim

Deixei o Homem que Morreu por Mim

Desde a morte do primeiro amor de Luís Almeida, ele passou a me odiar por dez anos. Tentei agradá-lo de todas as formas, mas ele apenas zombava friamente: — Se você realmente quer me agradar, então morra. Aquilo doeu profundamente. Mas, quando um caminhão avançou na minha direção, foi ele quem se jogou na frente... e morreu sobre uma poça de sangue para me salvar. Antes de fechar os olhos, ele me lançou um olhar profundo e murmurou: — Teria sido melhor... se eu nunca tivesse te conhecido. No funeral, minha sogra estava inconsolável: — Eu devia ter deixado o Luís ficar com a Gabriela Nunes. Nunca deveria ter forçado esse casamento! Meu sogro me culpava com raiva: — O meu finho salvou sua vida três vezes! Um homem como ele... Por que não foi você quem morreu no lugar dele? Todos lamentavam o fato de ele ter se casado comigo. Até eu me arrependia. Fui expulsa do funeral, completamente atordoada. Três anos depois, uma máquina do tempo surgiu do nada — e eu voltei ao passado. Desta vez, escolhi cortar todos os laços com Luís... e realizar o desejo de todos.
Short Story · Romance
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​Desta Vez, Só Quero Viver em Paz

​Desta Vez, Só Quero Viver em Paz

Depois de renascer, decidi devolver meu noivo à sua primeira namorada.​​ ​Quando ele organizou uma despedida de solteiro para ela e não queria ser incomodado por mim, eu simplesmente fugi para outro país.​​ ​Ele disse que ficava irritado só de me ver; eu me demiti de forma rápida e limpa.​​ ​Ele sentia-se desconfortável em estar no mesmo país que eu; eu me mudei para o exterior imediatamente.​​ ​Por fim, ele quis dar mais segurança à primeira namorada.​​ ​Eu concordei com a cabeça e aceitei o pedido de casamento de outra pessoa.​​ ​Eu o obedeci uma e outra vez.​​ ​Tudo porque em minha vida passada, depois que me casei com ele, a primeira namorada, em um colapso, cortou os pulsos e cometeu suicídio.​​ ​Ele me culpou por tê-los separado, esfolou-me, arrancou meus tendões e drenou todo o sangue do meu corpo.​​ ​Desta vez, eu só quero viver em paz.​​ ​Mais tarde, enquanto eu, meu novo marido e nosso filho dávamos um passeio,​​ ​ele se ajoelhou diante de mim, chorando com uma dor tão intensa que parecia partir suas entranhas.​​ — Clarice, se você deixá-los, eu ficarei com você e vamos viver bem juntos.
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Entre a Vida e a Morte, Ele Consolava Sua Primeira Paixão

Entre a Vida e a Morte, Ele Consolava Sua Primeira Paixão

A ex-namorada claustrofóbica de Mateus Souza bloqueou meu carro à beira do penhasco, na Estrada Alto da Serra. A cento e sessenta quilômetros por hora, bateu no meu carro doze vezes. Quando Mateus chegou, acompanhando a viatura da polícia, os bombeiros estavam me retirando à força do banco do motorista, já completamente deformado. Ele, porém, foi direto ao carro esportivo de edição limitada, que tinha apenas alguns arranhões na pintura, e abraçou Beatriz Martins, que tremia dos pés à cabeça. — Sr. Mateus, a Srta. Sabrina está com um ferimento na testa e sangrando. Precisamos levá-la imediatamente ao hospital para sutura. Mateus ergueu a mão, impedindo a passagem da maca de que me carregava, lançou um olhar rápido para minha testa ensanguentada e para os hematomas no meu braço: — É apenas um ferimento leve. Beatriz sofre de claustrofobia; aqui, neste lugar isolado, a situação dela é mais urgente. Levem-na primeiro ao hospital. No momento em que fui abandonada, reuni minhas últimas forças e me agarrei, em desespero, à barra da calça dele. Com o cenho franzido, ele abriu meus dedos um a um: — Beatriz não fez por mal, foi apenas uma crise. Você é advogada, deve entender o que é força maior. Pare de criar problemas. — Em seguida, pegou um acordo de conciliação das mãos do assistente, segurou meu pulso já sem forças e pressionou minha digital no papel. — Há mais veículos de resgate a caminho. Aguente mais um pouco.
Short Story · Romance
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A Estagiária me Acusou de Roubo, Então eu Levei Tudo

A Estagiária me Acusou de Roubo, Então eu Levei Tudo

Por três anos, usei as conexões da minha família para trazer centenas de milhões em receita para a empresa. Mas na reunião trimestral, a nova estagiária se levantou diante de todos, exibindo meus relatórios de presença e de despesas, e me acusou de "faltas injustificadas" e de "esbanjar fundos da empresa". — Esses clubes de luxo, esses restaurantes... — declarou ela, com a voz carregada de superioridade. — Ela gasta milhares de dólares todas as vezes! São despesas completamente desnecessárias. Recomendo fortemente que o CEO a demita imediatamente para preservar o caixa da empresa. Olhei para Claude, o CEO. Meu antigo colega de classe. Ele sabia exatamente quanta receita cada uma daquelas reuniões gerava. Ele também sabia que, quando eu não estava no escritório, estava em algum bar, negociando com investidores, às vezes bebendo até meu estômago revirar. Mas ele apenas me encarou friamente. — Caroline, qual é a sua explicação para as ausências e despesas que Lia apresentou? Eu sorri. — Não tenho nada a explicar. Todos eles aprenderiam, muito em breve, as consequências dessa pequena encenação.
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O Amor Que Morreu Duas Vezes

O Amor Que Morreu Duas Vezes

Depois que a amiga de infância dele morreu, Eduardo Ribeiro me odiou por dez anos inteiros. No segundo dia após o casamento, ele pediu transferência para servir nas fronteiras. Durante esses dez anos, enviei incontáveis cartas, tentando lhe agradar de todas as formas, mas a resposta dele era sempre a mesma: "Se você realmente se sente culpada, então morra logo!" Até que, quando fui sequestrada, ele entrou sozinho no esconderijo dos bandidos e me salvou, levando vários tiros. Antes de morrer, com o último fio de força, ele arrancou a mão dele da minha. — O maior arrependimento da minha vida... foi ter me casado com você... — Se tudo pudesse recomeçar, por favor... não volte a me atormentar... No funeral, Sra. Ana, a mãe dele, soluçava de arrependimento: — Filho, a culpa é da mãe... eu não devia ter te forçado... O pai dele me lançou um olhar cheio de ódio: — Você matou a Jamile, e agora matou também meu filho! Maldita azarada, por que ainda não morre?! Até o coronel que tinha insistido no nosso casamento balançou a cabeça e suspirou: — Foi erro meu separar dois corações. Eu devo um pedido de desculpas ao Eduardo. Todos lamentavam por Eduardo Ribeiro. Inclusive eu. Fui expulsa da organização e, naquela mesma noite, engoli veneno no meio de um campo abandonado. Quando abri os olhos novamente, estava de volta à véspera do casamento. Desta vez, decidi realizar o desejo de todos eles.
Short Story · Reencarnação
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Me Satisfaça, Daddy

Me Satisfaça, Daddy

— Conte-me todas as suas fantasias sexuais, princesa. — Eu quero ser fodida, destruída, estrangulada e marcada até ficar apenas gemendo e chorando, toda molhada em seus lençóis, daddy. O mundo de Grace desmoronou na noite em que descobriu que seu noivo era gay. Bêbada, arrasada e desesperada para esquecer aquilo, ela tropeçou no quarto de hotel errado, e caiu nos braços de Apollo Reed. Um homem pecaminosamente gostoso, de coração frio, com quarenta anos, o dobro da sua idade. Ele é tudo o que ela nunca deveria ter desejado. E tudo o que ela nunca soube que precisava. Mas a realidade bate forte na manhã seguinte, quando ela descobre que o homem que lhe deu o primeiro orgasmo da vida é seu novo chefe. Será que ela vai deixar ele a possuir de novo? Satisfazê-la até ela ficar trêmula, implorar e se render por completo a ele? Ou será que ela vai finalmente aprender que desejar um homem como ele sempre tem um preço? — Boa garota. Agora abre essas pernas.
Romance
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A Tentação Fatal do Homem Rude

A Tentação Fatal do Homem Rude

Eu fui enviada ao interior para auxiliar nas escolas rurais e trabalhar no campo durante as épocas mais pesadas de plantio. Buscando alguma emoção, acabei pondo os olhos num bruto de corpo forte. Numa noite silenciosa, subi pela janela e mergulhei no cobertor impregnado do cheiro dele, puro hormônio. — Matheus, deixa que eu te ajudo... Ele segurou minha cintura e me empurrou com força. — Foi você que procurou isso. Além de trabalhar na roça, o que eu mais fazia era montar na cintura de Matheus e rebolar sem vergonha. Enroscados na montanha, incendiados na vida rural. Nos cantos mais afastados da aldeia, sempre sobravam marcas da nossa paixão.
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O Dom Me Implorou por uma Segunda Chance

O Dom Me Implorou por uma Segunda Chance

— Me ajude a simular minha morte e a criar uma identidade completamente nova. — Donna — o homem ficou visivelmente chocado. — Por quê? O Dom te adora. A Sicília inteira sabe disso. — Isso não é da sua conta — interrompi. — Vou embora em cinco dias. Ao sair do mercado negro, o telão da praça ainda exibia imagens do meu suntuoso casamento com o Dom Alexander, três anos atrás — uma cerimônia que custou mais de quinhentos milhões de dólares. Todo mundo achava que o Dom Alexander me amava profundamente. Eu também achava isso. Até aquela tarde, no nosso terceiro aniversário de casamento, quando voltei à Sicília mais cedo do que o previsto e me escondi na sala de estar do escritório do meu marido — o Dom Alexander —, querendo surpreendê-lo. O que encontrei foi sua secretária escondida embaixo da mesa dele. Enquanto o subchefe Marco relatava os prejuízos da operação de contrabando no porto, Isabella estava ajoelhada entre as pernas de Alexander, desabotoando a calça dele com destreza. Sua cabeça subia e descia. Depois que Marco saiu, Isabella sorriu de forma sedutora. — A sua Donna seria capaz de te servir assim durante uma reunião? A voz de Alexander estava carregada de desejo. Suas mãos amassavam os seios dela. — Sophia é convencional demais, chata demais. Você é muito mais excitante na cama, sua safadinha. Tapei a boca, completamente destruída. Mas quando fui embora de verdade, o Dom que havia me achado tão entediante foi o que completamente desmoronou.
Short Story · Máfia
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A Amante do Don, Minha Paciente

A Amante do Don, Minha Paciente

Eu estava casada havia cinco anos com Matteo, o Don da família Lamberti. Ninguém sabia que eu era sua esposa. Eu não queria os privilégios. Nem os holofotes. Então permaneci invisível. Nós estávamos apaixonados. Ainda parecia que estávamos namorando todos os dias. Então meu primeiro dia no novo hospital destruiu tudo. — Dra. Accardi, você não vai acreditar nisso. — Uma colega se inclinou, sorrindo. — Adivinha quem é o marido daquela nova paciente? Matteo, o maldito Matteo Lamberti. Eu congelei. Se ela era a esposa dele… então quem era eu? Ela estava grávida. Carregando o futuro herdeiro da família Lamberti. Então o que isso fazia do bebê dentro de mim? Eu me controlei. Fiz o exame. Interpretei o papel da médica calma e competente. Ninguém viu o pânico me dilacerando por dentro. Eu disse a mim mesma que era apenas fofoca. Mentiras. Tinha que ser. Então ouvi Matteo chamá-la de "minha princesa". Aquilo foi o fim. Ele tinha uma nova "princesa". E eu precisava deixá-lo ir.
Short Story · Máfia
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A Amante do Meu Don Ficou com os Meus Bilhões

A Amante do Meu Don Ficou com os Meus Bilhões

A família Rossi tem uma regra. Se você quer ser a próxima Donna, precisa provar seu valor. Fazer trezentos milhões de dólares, dinheiro limpo, em um único ano. Tudo por conta própria, sem ajuda da família. Passei dez anos tentando conseguir isso por Vincent. Construí dez empresas do zero. Mas toda vez, justamente quando eu estava prestes a cruzar a linha de chegada, algo dava errado. Tudo simplesmente... Desmoronava. Este ano, finalmente consegui. Corri para o escritório dele, com o relatório da auditoria em mãos, com o coração martelando contra as costelas. Achei que finalmente tinha vencido. Em vez disso, descobri que toda a minha vida era uma mentira. Ele entregou todo o meu império para Ava, a bastarda do meu pai. Tudo porque ela supostamente salvou a vida dele uma vez, e ele queria torná-la a verdadeira Donna. Eu desisti dele e do sonho da minha família de ascender junto com a dele. Então peguei o telefone e liguei para a Outfit de Chicago. — Sobre a proposta de casamento de vocês. — Eu disse. — Eu aceito.
Short Story · Máfia
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