O sabor da vingança
preta, engole em seco abro os braços querendo saber, já que não posso falar. Vem em minha direção de bermuda de tecido leve, camiseta preta, boné, além da corretinha no pescoço.Mal aproxima, simplesmente domina a minha boca, com violência, a que não havia no carro, parece querer rasgar a minha boca em pedaços, a lingua voraz enrola-se a minha até que sinto a mão apertar o couro cabeludo, fazendo com que alguns maços de fios sejam puxados.Sinto seus dentes em meus lábios. — Aí. — Reclamo, mas ele não parece se importar, agindo como um animal ferroz em minha boca. Ainda em um beijo violento que me esforço para corresponder, age em movimento do seu corpo sobre o