O sabor da vingança
boca deflorar.Mordo o seu couro cabeludo quando o sinto entrar em mim, move o meu corpo com as suas mãos grandes na minha cintura, me jogo para trás, lhe deixando explorar o que parece gostar tanto, os meus seios. Rebolo e me esfrego em seu quadril. — Isso gostosa! — Ouço seus gemidos contra a minha pele.—Gosta de perigo né safado? — Pergunto entre sussurros e gemidos também. — Com essa delícia em meu pau, eu amo porra. — A mão puxando a minha nuca pra trás, me curvando quase para perto do banco de costas para mim.Rebolando, quicando, lhe sinto abrir a boca em minha pele, passando o lábio por todo o meu toráx. Até que ofegante diz. — Fica de quatro vai, cachorra!— Não é um pedido, ele já l