INICIAR SESIÓN«Por mais que tentes negar, o teu corpo está a morrer de fome por mim, baby. A minha mão está completamente encharcada e escorregadia com os teus sumos e tu sentes-te tão foda apertada à volta dos meus dedos!» rosnou ele com maldade e começou a meter e a tirar os dedos de dentro de mim num ritmo rápido, implacável e sem piedade.
Não sei que transe se apoderou de mim, mas de repente apercebi-me de que tinha deixado de lutar por completo. No instante seguinte já estava a ge
O Sean trouxe-me a casa, para o meu apartamento, naquela noite. Depois de sairmos do centro equestre, parámos para jantar num restaurante japonês que eu tinha pedido especificamente.A noite tinha sido inesperadamente leve e fácil. Numa reviravolta estranha, foi um alívio que o Theo se tivesse separado de nós no café. Mesmo assim, não me tinha escapado o olhar dele antes de partir — afiado e de aviso, quase como uma promessa de que isto não tinha acabado. Mas quando o Sean e eu nos despedimos, escolhi ignorar.Ele deixou-me por volta das oito da noite. Num impulso, convidei-o a entrar para um café. Era boa companhia, caloroso, fácil de falar, naturalmente simpático, e acabámos a conversar mais tempo do que eu tinha planeado. Durante um bocado, tudo parecia normal.Quando ele finalmente saiu, encontrei-me a sorrir, até a cantarolar baixinho enquanto lavava as chávenas que tínhamos usado. O silêncio do apartamento envolveu-me, calmo e comum. Depois t
A presença dele sozinha alterou toda a atmosfera. O olhar estava cravado em mim, afiado e implacável, e mesmo à distância conseguia vê-lo claramente. Estava furioso.Um arrepio percorreu-me a espinha. Que raio é que ele estava a fazer ali? Sabia que eu estava ali? A expressão no rosto dele respondeu à minha pergunta antes mesmo de eu processar completamente. Sim, ele sabia.E a julgar pela forma como vinha a caminhar diretamente na nossa direção, sem qualquer hesitação e sem prestar atenção a mais nada à volta,tive um pressentimento terrível de que eu era a razão pela qual ele tinha vindo.O Sean pareceu reparar na minha pausa súbita. Seguindo a direção do meu olhar, virou a cabeça para o mesmo lado. E foi então que o viu.«Irmão! Há quanto tempo não te vejo. Que bom ver-te!» cumprimentou o Sean com calor, levantando-se imediatamente e indo ter com o Theo. Até lhe deu uma palmada amigável nas costas quando o alcançou.Mas o Th
O sítio era ainda mais impressionante de perto. O clube era vasto e meticulosamente cuidado, com um ar de exclusividade discreta impossível de ignorar. Homens e mulheres bem vestidos circulavam com naturalidade, a presença deles a carregar aquele tipo de confiança que vinha da riqueza e do estatuto. Era claro que aquilo não era um centro equestre qualquer. Era o lugar onde pessoas como eles pertenciam. E agora, de alguma forma, eu também fazia parte.Quando chegámos ao paddock, a minha atenção foi imediatamente atraída por um cavalo branco deslumbrante. A pelagem brilhava sob a luz do sol, quase demasiado perfeita, enquanto um funcionário estava perto, a cuidar dele com atenção. O Sean aproximou-se sem hesitar.«Está pronta?» perguntou, o tom casual mas seguro.«Sim, senhor», respondeu o funcionário com respeito.«Ótimo», disse o Sean, antes de se aproximar do cavalo e passar a mão suavemente pelo pescoço dele, o toque familiar e calmo. Depo
O Sean veio buscar-me cedo nesse fim de semana. Havia qualquer coisa na forma como me cumprimentou — sorriso fácil, confiança descontraída — que me deixou imediatamente à vontade. Dali seguimos para um centro equestre onde ele era membro ativo, um sítio que parecia pertencer ao mundo dele de forma tão natural.Nos últimos dias tínhamos falado constantemente. Mensagens, chamadas, conversas aleatórias que se alongavam mais do que qualquer um de nós pretendia. E tinha de admitir: gostava genuinamente daquilo.Falar com o Sean parecia fácil. Era envolvente, espirituoso e surpreendentemente atencioso. Conseguíamos passar de brincadeiras leves para conversas mais profundas sem que alguma vez parecesse forçado. Era refrescante.Apesar de tudo o que tinha acontecido, escolhi não ouvir o Theo. Ignorei os avisos e as ameaças dele. Quem era ele para me dizer quem eu podia ou não ver? Não me importava se ele estava com ciúmes. Esse era o problema dele, não o m
«Por mais que tentes negar, o teu corpo está a morrer de fome por mim, baby. A minha mão está completamente encharcada e escorregadia com os teus sumos e tu sentes-te tão foda apertada à volta dos meus dedos!» rosnou ele com maldade e começou a meter e a tirar os dedos de dentro de mim num ritmo rápido, implacável e sem piedade.Não sei que transe se apoderou de mim, mas de repente apercebi-me de que tinha deixado de lutar por completo. No instante seguinte já estava a gemer alto, de puro prazer, com a forma como os dedos grossos dele me esticavam e me preenchiam tão perfeitamente.Toda a minha força desapareceu e fiquei completamente consumida pela luxúria e pela sensação intensa que ele me estava a dar. Enterrei o rosto no peito dele enquanto ele me dedava vigorosamente, sem qualquer misericórdia, acertando em todos os pontos sensíveis dentro de mim.«Ahhh… Oh sim… ahhh… assim mesmo, continua a foder-me a cona…» Mordei o lábio e soltei gemidos ba
— O que é que te deu? — exigi, a voz a tremer de raiva e confusão. Depois o pensamento atingiu-me, agudo e inegável. Encarei-o diretamente. — Estás com ciúmes?Por uma fração de segundo, algo passou-lhe pelo rosto. Depois não hesitou.— Sim — rosnou, a voz a subir, crua e sem filtros. — Sim, porra, estou com ciúmes. Estou com ciúmes de saber que estás a sair com outro.A confissão atingiu-me como um golpe.Fiquei paralisada. De todas as coisas que esperava que ele dissesse, aquela não era nenhuma delas.A intensidade na voz dele, a forma como o disse sem se conter, deixou-me momentaneamente sem palavras.— Costumavas ser minha — continuou, o aperto ainda firme, os olhos a arder nos meus. — E ainda és minha até agora. Percebes? — Aquilo tirou-me do estupor.— Tens alguma lata a dizer que eu te pertenço. Não me possuis. Já não. Separámo-nos há muito tempo. — Disparei de volta, a raiva a inflamar-se ainda mais do que antes.







