LOGINA água ao redor de Emily estava morna, envolvendo seu corpo como um cobertor reconfortante. O leve movimento da banheira fazia com que ela se sentisse como se estivesse flutuando em um oceano calmo. Aos poucos, seus músculos começaram a relaxar, e a dor em seu corpo foi diminuindo.Ela soltou um suspiro suave. Pela primeira vez desde a noite passada, estava começando a se sentir à vontade. Mas, ainda assim, suas pálpebras ficaram pesadas. O sono a puxava, tentando fazê-la adormecer. Ela não tinha descansado direito. Como poderia? O homem atrás dela não havia permitido.Emily se recostou contra o peito firme que a sustentava. Ela se moveu levemente, aconchegando-se nele até encontrar uma posição confortável. O ritmo constante das batidas do coração dele contra sua orelha a fazia se sentir segura.“Você ainda está dolorida,” perguntou Denovon, com sua voz grave roçando sua orelha, “ou está com sono de novo?” Seu tom carregava um traço de felicidade que não podia ser escondido.Os olhos
Leo estava sentado em silêncio na sala de estar da casa de sua família, com o corpo ligeiramente inclinado para a frente enquanto encarava a tela iluminada do celular. Seus dedos repousavam frouxamente ao redor dele, mas sua mente estava longe. Seus olhos estavam semicerrados, como se estivesse preso em algum pensamento profundo que não conseguia desvendar. Um suspiro pesado escapou de seus lábios, e ele passou a mão pelos cabelos, para trás, enquanto a frustração surgia em seu rosto.“Está esperando uma ligação?”A voz repentina o trouxe de volta à realidade. Ele piscou e levantou a cabeça, percebendo que não estava sozinho. Seu pai, Sr. Blake, estava sentado à sua frente, observando-o com um olhar calmo, mas investigativo.“Não, pai,” respondeu Leo rapidamente, limpando a garganta como se quisesse afastar sua distração. Envergonhado, deslizou o celular para o lado no sofá. Quase tinha esquecido que seu pai estava ali com ele.O Sr. Blake assentiu lentamente, mantendo os olhos fixos
Leo estava sentado em silêncio na sala de estar da casa de sua família, com o corpo ligeiramente inclinado para a frente enquanto encarava a tela iluminada do celular. Seus dedos repousavam frouxamente ao redor dele, mas sua mente estava longe. Seus olhos estavam semicerrados, como se estivesse preso em algum pensamento profundo que não conseguia desvendar. Um suspiro pesado escapou de seus lábios, e ele passou a mão pelos cabelos, para trás, enquanto a frustração surgia em seu rosto.“Está esperando uma ligação?”A voz repentina o trouxe de volta à realidade. Ele piscou e levantou a cabeça, percebendo que não estava sozinho. Seu pai, Sr. Blake, estava sentado à sua frente, observando-o com um olhar calmo, mas investigativo.“Não, pai,” respondeu Leo rapidamente, limpando a garganta como se quisesse afastar sua distração. Envergonhado, deslizou o celular para o lado no sofá. Quase tinha esquecido que seu pai estava ali com ele.O Sr. Blake assentiu lentamente, mantendo os olhos fixos
Emily ficou parada, os olhos fixos no telefone enquanto seus dedos deslizavam pela tela. Os comentários na publicação de Denovon pareciam intermináveis. Ela clicou no pequeno coração daqueles que aqueceram seu coração, daqueles que a parabenizavam com tanta doçura que ela não conseguia evitar sorrir.Ela nem percebeu que estava sorrindo sozinha até suas bochechas começarem a doer. Não eram apenas as palavras; era o fato de que Denovon, seu marido, realmente havia compartilhado sua foto com o mundo com uma legenda tão simples, mas tão poderosa.Quando finalmente levantou os olhos do telefone, seu sorriso vacilou levemente de surpresa. Denovon já estava parado perto dela, observando-a com olhos tranquilos.“Quando você chegou aqui?” ela se perguntou em silêncio. Estava tão concentrada lendo cada linha, cada reação, que não percebeu seus passos se aproximando.“Você publicou,” disse Emily em voz alta, arqueando levemente a sobrancelha.“Sim.” Sua resposta foi simples, firme, como se não
"Mrs. Rowland."A voz profunda de Denovon foi baixa, quase terna, enquanto ele afastava uma mecha solta de cabelo do rosto de Emily. Ela se mexeu levemente, os cílios tremendo antes de seus olhos sonolentos se abrirem lentamente.“Hmm?” ela murmurou, sua voz ainda suave de sonolência. Ela percebeu que tinha cochilado encostada no ombro dele.“Estamos prestes a pousar,” ele disse com um leve sorriso puxando seus lábios. “Aperte o cinto de segurança.”Emily se sentou lentamente, ainda meio adormecida, e atrapalhou-se com o cinto. Seus dedos tremiam até Denovon se inclinar, suas próprias mãos tocando as dela enquanto ele o prendia no lugar. Seu toque permaneceu um pouco mais do que o necessário, e quando seus olhos se encontraram, o coração de Emily disparou.O avião desceu suavemente, pousando sobre a cidade da Suíça. Pela janela oval, montanhas cobertas de neve se erguiam orgulhosas, seus picos brilhando como cristais sob a luz suave do sol.Esta era a lua de mel deles. A Suíça tinha s
O carro parou lentamente diante de uma mansão antiga e abandonada. Os portões pendiam frouxamente nas dobradiças enferrujadas, e as paredes estavam cobertas de rachaduras e musgo. O ar cheirava a terra úmida e anos esquecidos. Mesmo em seu estado quebrado, ainda se podia dizer que esta mansão já falou de riqueza e poder.O motorista baixou a cabeça e disse suavemente: “Chegamos, senhor.”A porta de trás se abriu, e Martin Rowland saiu lentamente. Suas pernas tremiam com o esforço, suas mãos velhas apertando o seu bastão de caminhada. Por um longo momento, ele apenas ficou ali, encarando a mansão. Seu rosto, marcado por rugas profundas, parecia frio e indecifrável, mas seus olhos carregavam tempestades dentro deles.Faziam mais de cinquenta anos desde a última vez que ele esteve aqui. Cinquenta anos desde que a mansão estava viva com vozes, luz e risadas. Agora, tudo o que restava era silêncio, sombras e fantasmas do passado.Sua garganta apertou. Ele levantou uma mão trêmula e esfrego
“Dra. Lukeman, é tão bom ver que você conseguiu vir!” disse Evelyn com um sorriso radiante enquanto abraçava Vivienne com força. Sua felicidade transbordava em sua voz, como se ver Vivienne tivesse afastado o nervosismo que sentira mais cedo. Para Evelyn, Vivienne não era apenas sua médica especial
Vivienne olhou em direção ao salão, seguindo a voz grave e autoritária. Seus olhos se arregalaram quando viu o homem parado ali. Ela não esperava vê-lo de forma alguma.— Senhor Leo — cumprimentaram os seguranças respeitosamente, afastando-se imediatamente para abrir caminho para ela.Os olhos escu
— Você está muito bonita, mana — elogiou Evelyn suavemente.Emily virou-se para encará-la. Ela já havia trocado o vestido de noiva branco por um elegante vestido de noite para a recepção. O vestido tinha uma sofisticada cor champanhe, brilhando suavemente sob a luz dourada dos lustres de cristal ac
A igreja estava repleta de uma luz suave, com raios dourados atravessando as altas janelas de vidro. O ar cheirava a flores frescas... lírios brancos, rosas e mosquitinhos alinhavam os bancos, suas pétalas brilhando delicadamente sob o brilho dos lustres. Cada canto do salão parecia respirar elegân







