เข้าสู่ระบบFalei qualquer coisa, alto demais e de forma completamente aleatória, numa tentativa imediata de desfazer o clima... tenso? Tenso seria a palavra certa? Não, não era a palavra adequada para aquele momento. Era um clima humilhante.
Se Natália não fosse a minha única e melhor amiga, eu mandaria que ela se retirasse dali imediatamente. Acontece que ela era mesmo a minha melhor amiga. E o que era ainda pior: também era a dona d
POV JaquelineFiquei em choque ao vê-lo ali, na minha frente. Tentei olhar para Oliver, mas os olhos dele estavam na camisa branca que eu vestia, que não era do meu tamanho. Não havia nada nos meus pés. E, por sorte, eu estava de calcinha. Ao menos naquele momento.Nossos olhos se encontraram e Oliver demorou para falar:— Só falta você me dizer que ele está no banho. — comprimiu os lábios.— Pelo visto você sabe muito bem como funciona isso tudo. — devolvi — então sim, Adriel está no banho.Eu nunca fiquei tanto tempo imersa naqueles olhos azuis. E eu via a mim mesma. E, por muitos anos, eu sequer me via. E agora eu estava ali... refletida nos olhos do homem que eu amei desde que aprendi a gostar.Eu esperava qualquer coisa. Menos que Oliver virasse as costas e saísse andando.Fui atrás dele, pouco me importando com a
Fiquei destroçado com as flores ali, no lixo. Ainda assim, respirei fundo e tentei me manter firme. Talvez houvesse uma explicação. Quem sabe o entregador não colocou as flores na porta certa.Fui para o elevador e assim que parou no andar do apartamento de Natália, senti meu coração acelerar. Pela primeira vez na vida, eu não sabia o que fazer, como agir e o principal... o que esperar.Embora eu quisesse revelar meus sentimentos, algo dentro de mim dizia que aquelas rosas no lixo eram o sinal do que eu receberia de resposta. E eu compreendia que não era merecedor de um perdão. E que Jack acharia que eu só estava tentando empatar o relacionamento dela com Adriel.Mas se eu não tentasse, jamais saberia o que poderia ter sido. O pior é que eu sequer conseguia imaginar como seria voltarmos àquela vida de casados. E a resposta era simples: só fomos casados no pap
Respirei fundo. Eu poderia simplesmente dizer que não teria mais filhos. No entanto, achei prudente não revelar aquilo. Nos últimos tempos, percebi que não conhecia Brianna completamente.— Eu não quero ter outros filhos. — falei.— Eu... não me importo. Quero ter filhos, mas sei que você já tem os seus. Então... seus filhos também serão meus.Eu não podia prolongar aquilo. Já sabia exatamente o que queria. Meu relacionamento com Brianna foi construído sobre uma fantasia, uma traição e o sofrimento de outra pessoa.— Não podemos continuar com isso, Brianna.— Com isso o quê?— Eu gosto de você. Mas não te amo.Ela não respondeu. Apenas permaneceu me olhando.— Cheguei a pensar que havia enganado você... mas depois percebi que
— Mandou um cartão?— Sim.— E o que dizia?— “Quero borboletear com você e nossos filhos para sempre.”— O... quê?— Eu achei... que ela ia gostar. Jack gosta de borboletas acariciadas e quentes.— Ela vai achar que você está chapado.— Descobri que nunca conheci minha própria mulher. Passei sete anos correndo atrás de um sonho e finalmente constatei que era apenas isso mesmo: um sonho, uma ilusão. O que passou não volta, Niko. Mas quero recuperar o tempo perdido. Só que não quero fazer isso com Brianna. Quero fazer com Jack, a mãe dos meus filhos.— Então entre na luta, porque, neste momento, ela deve estar fodendo com seu irmão.— Não fale isso! — gritei.— Dói?— Isso me estraçalha por dentro. E não é porque se trata de Adriel. Poderia ser qualquer outro homem. Ela é minha.— Jack não é um objeto para pertencer a alguém.Engoli em seco. Ele tinha razão.— Adriel vai fazê-la sofrer.
POV OliverEnquanto dirigia de volta para a casa dos meus pais, lembrei-me de tudo o que Jack havia falado sobre Brianna. Novamente, minha cabeça começou a doer, como acontecia com frequência nas últimas semanas.Meus dedos batiam repetidamente no volante, provando o quanto a ansiedade e o medo estavam me matando aos poucos.Liguei para Niko. Ele não atendeu à primeira chamada. Insisti até que finalmente atendeu.— Não, Oliver! Não vou deixar você acabar com o restante da minha noite.— Niko, é importante.— Quem você agrediu agora?— Na verdade...Ele não me deixou terminar:— Eu já resolvi a situação com sua sogra e seu cunhado doentes mentais.— O que... você fez com eles?— Dinheiro, obviamente. Porque, se eles denunciassem, a situação
Senti meu corpo tremer levemente. Abri a porta e saí.— Eu não me importo que ela saiba do beijo! — Oliver gritou.—Pois deveria, seu babaca de cabelo recém cortado — senti a chuva me atingir. — Já pensou em como vai viver se o amor da sua vida te deixar?Fechei a porta com toda a força. Não havia sido por raiva dele. Oliver era um ser insignificante. Ou, ao menos, era isso que eu tentava repetir para mim mesma. Mas destruir de alguma forma o carro de Brianna me agradava. Eu sabia que aquilo era cruel e que o pensamento era horrível. Ainda assim, não me preocupei por pensar daquela maneira. E não senti culpa.Abri a porta do prédio e entrei, passando as mãos pelo tecido da roupa molhada.Assim que a porta do elevador se abriu, deparei-me com Adriel no corredor, encostado na parede ao lado da porta. Mantinha uma das pernas dobrada, com o p&eacu







