FAZER LOGINJenna Petrova Garcia. Quanto mais olho para ela mais ela parece um inigma para mim. A Líria é aquela típica garota espontânea, que faz muita besteira sem dar conta ou perceber e, que é meio azarada na minha opinião. A Val é aquele típico que se faz de forte enquanto treme de medo, que tem muitas feridas mal cicatrizadas e por isso não consegui seguir em frente. A Yanessa, é aquela com um coração grande demais, por isso vai sofrer muitas dificuldade, e se tiver sorte não vai ter uma vida de muitas decepções. Já a Black... É um inigma para mim. Primeiro eu achava que ela seria uma típica garota quieta, sofredora e que guarda tudo para si, mas quanto mais olho, menos certeza tenho. – Eu fiz alguma coisa? – ela questionou, pois eu não paro de olhar para ela. – Quem é você? – eu questionei. – O quê? Você tá bem? – a Black questionou. – Você é uma quieta que sofre sozinha? Você é a quieta que só é mesmo quieta? Você finge? O que ou que tipo de pessoa é você? A melhor aluna, filha de p
Líria Helena Maquiavel. Eu saí da cabine sanitária, olhei para a Loren e para Jennifer que olharam surpresas para mim, mas sem nenhum pingo de arrependimento. – Loren, nós somos amigas desde o primário. Quando eu andei descalça por te dar os meus sapatos para você não levar bronca da sua mãe, Jennifer, você quis ser minha amiga! Você pediu para ser minha amiga, se você tivesse dito para mim que gostavas do Tonny achas que eu não ia te apoiar mesmo gostando dele? – eu indaguei. – Líria, você não fazia só coisas boas porque você é uma ótima pessoa, mas para chamar a atenção, você só olha para o teu próprio umbigo, para as tuas conquistam e as nossas conversas eram sempre sobre você, como você era linda, como aquela roupa ficava bem em você ou como você gostava do Tonny, que nunca percebeste que a Jennifer também gostava dele – a Loren foi a primeira a responder. – No começo eu quis ser sua amiga porque você parecia legal, mas depois eu vi que você só gostava de ser o centro das a
Líria Helena Maquiavel.Algumas semanas antes...Eu cheguei em casa saltitando de felicidade, quando o Filipe abriu a porta e entramos em casa eu fui saltitante até ao meu quarto.– O que houve com a tua irmã que está chegando a essas horas com o sorriso de orelha a orelha? – minha mãe indagou ao Filipe, eu voltei para a sala, a abracei forte e voltei ao meu quarto.– Eu chamei ela para fazer o casting na TA entretenimento e ela passou, já assinou o contrato e tudo – o Filipe contou.– Sério! Eu achei que os castings foram encerrados? – minha mãe questionou.Eu voltei para a sala, pois queria ser eu a responder – e foram encerrados porque já tinham achado as integrantes e, por isso eu fui chamada – eu respondi com um sorriso radiante deixando uma parte por explicar.– Líria explica direito para a mamãe entender – o Filipe mandou estragando meu momento.– Sabe aqueles vídeos que eu fazia cantando que a senhora disse que era uma perda de tempo? – eu questionei e a minha mãe assentiu – o
Valéria Quamatta.Fui até ao banheiro, entrei na cabine sanitária, chorei por uns 10 minutos, lavei o rosto e saí, a Yannie e a Líria ainda me esperavam sentadas nos bancos do pátio – desculpa pela demora – eu me desculpei.– Sem problema – a Líria respondeu.– Você tá bem? – a Yannie questionou.– Eu tô, vamos? Eu prometi que daria uma carona para vocês – eu questionei e as duas assentiram. Entramos no meu carro e eu comecei a dirigir, mas o clima estava silencioso e a Yannie que estava no banco da frente ao meu lado não parava de olhar para mim, ela faz isso quando acha que aconteceu algo que eu não quero contar.– Hoje eu quase levei uma surra, mas desfarcei melhor que você Val, se não queres contar por que eu estou aqui, eu posso descer aqui – a Líria falou.– Não é isso, quando eu era mais nova aconteceu algo... Meus pais saíram e eu fiquei sozinha em casa, eu abri a porta achando que a minha mãe tinha voltado sozinha já que ela sempre esqueci, bom... Esquecia a chave, mas era um
Valéria Quamatta.O treino de canto já tinha terminado, então eu fui para o 6° andar onde fica o escritório do senhor Alves, desde que reencontrei o Willi e que ele me reconheceu, eu vivo olhando atenta para eu fugir e não me cruzarmos. Mas para a minha infelicidade ele estava saindo do escritório do senhor Alves e o corredor é recto sem outras salas, apenas a sala do senhor Alves no final.– Oi! Acho que só assim para eu te ver? – ele indagou.– Oi e tchau – eu falei correndo apressada, comuniquei ao senhor Alves que não poderia comparecer para o treino de canto amanhã e quando abri a porta para sair o Willi caiu – você estava ouvindo atrás da porta? – eu questionei.– Não, mas eu posso dar carona para você e a sua avó amanhã – ele propôs.– Se você não estava ouvindo atrás da porta, como sabes que terei que sair com a minha avó? – Eu especulei? – ele questionou-me nervoso.– Por que me perguntar se eu não sei a resposta? Eu não preciso da sua carona, pois eu tenho um carro – eu fa
Jenna Petrova Garcia.Desde que eu falei mal com a Black, a Líria e a Val vivem me olhando de lado, mas a própria Black e a Yannie não, inclusive a Yannie tenta falar comigo as vezes, a Black tem melhorado nos passos e até ficou a frente em alguns treinos e eu preferiria que as duas me olhassem também de lado e, não que me tratassem bem. Se eu não conhecesse a família da Black diria que elas são irmãs, pois as duas estão a me irritar.– Por hoje é tudo e podem ir para casa meninas – a Evie falou indo embora.– Jenna – a Black me chamou e eu fiquei feliz, as meninas olharam para nós, a Black com certeza está irritada e vai me dizer umas boas verdades que eu mereço ouvir, mas ela tirou algo da mochila e me entregou.– Você sempre pedi um americano gelado lá na cafeteria da escola, então eu trouxe – eu fiquei com a boca aberta segurando o café sem entender nada, a Líria juntamente com a Val e a Yanessa também ficaram surpresas – obrigada pelo que você disse, ajudou-me bastante a melhorar







