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Emir sendo emir

Author: luproencio
last update publish date: 2026-10-21 20:42:07

Nos dois dias que se seguiram, o movimento no palácio se tornou frenético. Maya já não conseguia acompanhar tudo o que acontecia. Desde cedo, funcionários atravessavam os corredores carregando caixas, enquanto veículos entravam e saíam pelos portões dos fundos. Havia homens trabalhando no jardim, mulheres organizando os salões e fornecedores chegando a todo momento.

Maya observava aquela movimentação, cada vez mais perdida.

De vez em quando, alguém aparecia para lhe fazer alguma pergunta.

— Sen
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  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Emir sendo emir

    Nos dois dias que se seguiram, o movimento no palácio se tornou frenético. Maya já não conseguia acompanhar tudo o que acontecia. Desde cedo, funcionários atravessavam os corredores carregando caixas, enquanto veículos entravam e saíam pelos portões dos fundos. Havia homens trabalhando no jardim, mulheres organizando os salões e fornecedores chegando a todo momento.Maya observava aquela movimentação, cada vez mais perdida.De vez em quando, alguém aparecia para lhe fazer alguma pergunta.— Senhora Maya, prefere estas flores ou aquelas?Ela examinava os arranjos apresentados.— São muito bonitas.— Mas qual das duas opções a senhora prefere?Maya olhava novamente, tentando encontrar alguma diferença que justificasse a escolha.— Acho que essas.Pouco depois, outra pessoa aparecia com fotografias de uma decoração, amostras de tecidos ou sugestões para as mesas.— A senhora gostou desta combinação?— Gostei, sim. Está muito bonito.E realmente estava. Tudo o que lhe mostravam era tão bo

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Minha joia

    Maya e Emir ainda estavam próximos quando ouviram passos se aproximando pelo corredor. Ela se afastou imediatamente, ajeitando a roupa, enquanto Emir se voltou tranquilamente para a entrada da sala.O assistente apareceu e parou a uma distância respeitosa.— Senhor Emir, chegaram algumas pessoas. Acredito que sejam as responsáveis pelo vestido da senhora Maya.Maya olhou para Emir, surpresa novamente.— Vestido?— Pode mandá-las entrar — respondeu ele ao assistente.— Sim, senhor.Assim que o homem se afastou, Maya se voltou para Emir.— Você realmente mandou trazer o vestido hoje?— Eu disse que faria isso.— Mas, Emir...— Você não pode se casar sem um vestido de noiva, não é?Ela abriu a boca para responder, mas o assistente já retornava, acompanhado por várias mulheres. Algumas carregavam malas grandes, outras traziam capas compridas com roupas e caixas cuidadosamente fechadas. Uma delas segurava uma pasta e alguns catálogos.Maya ficou observando aquela movimentação, sem saber ex

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Uma eternidade

    Maya estreitou os olhos, olhando de Emir para Eilan, que continuava caminhando ao lado de Yassi.— O que você quer dizer com isso?Emir apenas sorriu e passou por ela.— Nada. Vamos, que estou morrendo de fome. O que você preparou para o almoço?— Emir!Ele continuou andando.Ela balançou a cabeça, acompanhando-o até a sala de jantar. Aquele homem tinha uma habilidade impressionante para escapar das conversas quando não queria responder a alguma coisa.O almoço transcorreu entre as conversas animadas das crianças. Emir perguntava sobre as aulas, ouvia as novidades e, de vez em quando, precisava intervir quando todos começavam a falar ao mesmo tempo. Maya observava aquela movimentação, ainda se acostumando à quantidade de crianças reunidas à mesa.Quando terminaram, os pequenos começaram a subir para os quartos. Alguns correram na frente, enquanto outros seguiram conversando pelo corredor. Emir permaneceu à mesa por mais alguns minutos, terminando seu café.Maya estava conversando com

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Seu jeito

    Na manhã seguinte, Maya acordou com o despertador do celular. Estendeu a mão para desligá-lo e sorriu, satisfeita. Dessa vez, não perderia a hora. Levantou-se, tomou banho e se vestiu, contente por conseguir encontrar as crianças antes que saíssem para a escola.Mas, quando desceu a escada, levou um susto.Havia uma movimentação incomum no palácio. Homens atravessavam a sala carregando caixas, outros entravam por uma das portas laterais, enquanto alguns funcionários conversavam com pessoas que Maya nunca tinha visto.Ela arregalou os olhos ao encontrar sua ajudante no meio da sala, acompanhando com a mesma surpresa aquele movimento.— O que está acontecendo aqui?— Não sei bem, senhora. Começaram a chegar muito cedo. Alguns entraram pelo jardim e foram lá para os fundos. Ouvi barulho de gente batendo alguma coisa, mas não faço ideia do que estão fazendo. Deve ser coisa do senhor Emir.— Ai, Emir... — Maya murmurou, levando a mão ao rosto e apertando a ponte do nariz.Olhou mais uma ve

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   Nada grandioso

    Quando entrou no quarto, encontrou tudo organizado.Abriu o guarda-roupa e ficou olhando para os vestidos que Emir havia comprado. Eram peças bonitas, delicadas, algumas muito mais elegantes do que qualquer roupa que já tivera.Passou os dedos por um dos tecidos.Talvez pudesse se acostumar àquela vida. Usar aquelas roupas, aprender a se comportar naquele ambiente, conhecer os costumes daquela casa.Mas continuaria sendo Maya.Não era como Soraya ou Latifa. Não sabia passar os dias dando ordens, esperando que outras pessoas fizessem tudo por ela. Gostava de cozinhar, de cuidar das crianças, de escolher os ingredientes na feira. Eram coisas que faziam parte de quem ela era.Será que Emir continuaria gostando dela quando percebesse que não pretendia mudar tanto assim?Escolheu um vestido e se trocou. Depois, aproximou-se do espelho e observou o próprio reflexo.Tocou levemente o rosto, ajeitou os cabelos e inclinou a cabeça, examinando-se.Não se achava tão bonita quanto as mulheres que

  • Bilionário Obcecado, Babá em Apuros.   111

    Quando ficou sozinha, olhou ao redor. A mesa ainda estava posta, e o jardim, além das grandes portas de vidro, parecia especialmente bonito naquela manhã. Serviu-se de mais um pouco de chá e permaneceu sentada, observando as flores que se moviam suavemente com o vento.Não sabia exatamente o que fazer.As crianças já tinham ido para a escola quando acordara. Dormira tanto que nem sequer as vira sair. Depois tomara café com Emir, e agora estava ali, sem nenhuma obrigação esperando por ela.Não era sua casa. Não havia roupas para lavar, quartos para arrumar ou comida para preparar. Tudo parecia funcionar perfeitamente sem que precisasse levantar um dedo.Tomou mais um gole de chá e suspirou.Uma das empregadas apareceu pouco depois, aproximando-se discretamente.— A senhora deseja mais alguma coisa?Maya olhou para ela e sorriu, um pouco sem jeito.— Na verdade, preciso sair daqui, mas não sei muito bem para onde devo ir.A mulher deixou escapar uma riso pequeno, que tentou disfarçar.—

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