LOGINNão esqueçam de DEIXAR O LIKEE ⭐⭐⭐⭐⭐ e comentar muito para a autora saber que vocês estão gostando!
( Meninas teve duas questão nos capítulo passado que precisei corrigi, graças aos comentários.. E porque eu escrevo várias histórias e subi diretamente para plataforma, as vezes me confudo e erro, e o correto que tô usando cada dia fica pior, eu escrevo o cap. e mando ele corrigir as vezes ele corrigi demais 🤦🏻♀️🤦🏻♀️..... infelizmente....1° questão é sobre o Cassian o Lorenzo sabe, o problema foi a provocação, ele pode querer ir atrás do moleque, e ele é tão puro e inocente pensa se ele descobrir a verdade que não é um Ferraro.2° A mãe das meninas está sendo feita refém junto com o Lucas Lombardi o irmão positiço da Alessia. ( ela tava viva em algum lugar presa)3° Luca Lombardi, Kauan e Cassian são irmãos por parte de pai..... ( Kauan sabe a verdade, Luca não temos informação e o Cassian não sabe e se souber vai ficar muito triste...) POV / DOMINICO choro dela era baixinho, cortado por soluços fracos que tremiam contra o meu peito.Aléssia afundava o rosto no meu casac
POV/ LORENZOApoiei a mão na madeira lascada do banco, respirando fundo enquanto o cheiro de sangue e pólvora esfriava no ar.— Deixa ele correr — falei entre os dentes, sentindo o peso de cada verdade que aquele homem tinha arremessado contra nós. — Ele não vai longe na neve. Mas agora a gente sabe que eles estão vivos.Ethan soltou um palavrão entre os dentes, pressionando a palma da mão direita contra o ombro esquerdo. O sangue quente escorria por entre os dedos dele, ensopando o tecido do paletó rasgado. A bala tinha pego de raspão, arrancando uma tira funda de carne sem atingir o osso.— Aquele rato desgraçado fugiu... — Ethan cuspiu no chão, a respiração curta, os olhos azuis cravados no breu da floresta do lado de fora da porta lateral.— Respira — dei dois passos até ele, conferindo o ferimento com um olhar rápido. — Foi só de raspão. Você não vai morrer disso.— Eu não ligo para essa porra de ombro, Lorenzo. Aquele filho da puta sabe onde tá a mãe da Elizabeth. Ele sabe do Lu
POV/ LORENZO— Me solta, porra! — gritei, tentando me soltar, os dentes travados de ódio.Ethan se meteu no meio, segurando o meu outro ombro, me empurrando para longe do velho estirado:— Para, Lorenzo! Respira! Se você arrebentar a garganta dele agora, ele morre sem falar onde estão as rotas e os outros compradores! Deixa esse desgraçado cuspir o resto!Puxei o ar com força, limpando o sangue alheio na perna da calça. O peito subia e descia num ritmo descompassado, as juntas dos meus dedos latejando de dor pelo impacto contra o crânio do homem.Leopoldo rolou de lado na pedra, cuspindo uma poça de sangue e restos de dente. Ele se apoiou no cotovelo trêmulo, erguendo o rosto completamente desfigurado e ensanguentado. Mesmo quase cego pelos inchaços nos olhos, ele mantinha aquele sorriso sádico e torto esticado na cara.— Invejoso... — cuspi na direção dele. — Você passou a vida inteira cobiçando o que os outros construíram. Quis a mulher do meu pai, quis o território da Sicília e qui
POV/ LORENZOEthan veio contornando as primeiras fileiras de bancos destruídos, a pistola baixa na mão direita:— O desgraçado correu. Na hora em que a granada de fumaça estourou e o Dominic acertou o primeiro disparo no Goran, o Hassan se jogou no chão, rastejou feito cobra e sumiu pela sacristia.Caminhei até a sacristia. A porta de serviço de madeira maciça estava escancarada, batendo solta com a ventania gelada que vinha da floresta. No chão de tábuas, vi o rastro de passos rápidos misturados a pingos de sangue e gelo derretido. O intermediário do leilão conhecia aquela capela e tinha preparado uma rota de fuga rápida por um acesso secundário que dava direto nas trilhas de mata fechada.— Hassan fugiu — rosnei, batendo a mão na coronha da arma. — Ele usou a fumaça e os próprios convidados como escudo para se mandar.— O Cartel tá varrendo o perímetro externo — Vittorio avisou pelo rádio de comunicação. — Santino e Capone fecharam a borda da mata com os atiradores. Se o Hassan tent
POV / LORENZOA porta pesada bateu contra o batente com uma pancada que tremeu as vigas antigas do teto. Do lado de fora, o motor da caminhonete blindada rugiu alto, tracionando nas quatro rodas sobre o cascalho congelado. O som dos pneus cortando a brita e a crosta de gelo diminuiu em poucos segundos, até sumir na direção da estrada secundária. Dominic tinha colocado a mulher dele dentro do veículo e arrancado rumo à base segura.Respirei fundo. O ar dentro daquele templo estava irrespirável, grosso de fumaça química, cera derretida e o cheiro metálico, quente e enjoativo de sangue derramado.A capela era pequena demais para conter o desespero de tanta gente.Com o primeiro tiro e a fumaça tomando o altar, a farsa daquele casamento desmoronou em massacre. Convidados da alta sociedade russa, diplomatas corruptos e mulheres com casacos caros de pele se empurravam aos berros, caindo por cima dos bancos tombados, rasgando roupas e pisoteando uns aos outros para tentar alcançar qualquer s
POV / DOMINICPassei a mão no cinto tático, puxei a trava da granada de fumaça com os dentes e descarreguei a sola do coturno contra a madeira da capela.A madeira cedeu com um gemido longo, a tranca de ferro estalou e as duas folhas abriram.Lancei a cápsula de metal com força. Ela bateu no chão e rolou pelo corredor central fazendo barulho seco contra a pedra antes de abrir num chiado violento.Dei dois passos largos para dentro do salão, erguendo o queixo com um deboche frio:— Bu.A fumaça espessa vomitou da lata, engolindo os bancos, as velas e as paredes em poucos segundos.Disparei para o alto. O estampido rasgou a capela. O pânico explodiu entre os convidados: pessoas berraram em desespero, tropeçando nos bancos, correndo para as saídas. Homens armados sacaram pistolas às cegas no meio da névoa cinzenta.Cortei a névoa com os olhos, procurando apenas ela.Aléssia estava nos degraus do altar. O vestido marfim imundo, o corpo magro e frágil tremendo debaixo do tecido pesado. As







