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Penitência

مؤلف: Darlla Vi
last update تاريخ النشر: 2026-10-21 16:00:39

Kael Bellarno:

Que ironia. Nunca entreguei meu coração, mas, quando acontecera, fora pela garota mais improvável, mais inocente e inusitada que apareceu na minha vida. Minha futura esposa.

— Por que se machucou desse jeito? É algum tipo de penitência? — indaguei, preocupado, mas realmente querendo saber se era aquele tipo de coisa que buscava. Não sabia como as coisas funcionavam no Monastério; se eles

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  • Casamento Inesperado com o Don   Coração Rebelde

    Fiona:Era posse, não amor. Pela forma como ele falou, isso foi o que compreendi. No momento deveria ter importado um pouco mais, mas fui envolvida na aura do sexo e me esqueci de todo o resto. Depois poderia pensar um pouco mais em sua afirmação.Sem contar que levando em consideração o tamanho do meu problema, não importava em absolutamente nada qual fosse sua motivação para me ajudar. Se iríamos nos casar porque ele me amava ou porque se achava o meu dono, eu só queria ser salva do destino horroroso que traçaram para mim.Gritei quando o senti me estimulando com as duas mãos. Um de seus dedos começou a brincar com o meu clitóris, e em uma reação involuntária, peguei-me rebolando contra sua mão. Eu não era uma boneca imóvel enquanto eu e Kael fazíamos sexo, mas ainda tinha meus pudores e minhas limi

  • Casamento Inesperado com o Don   Penitência

    Kael Bellarno:Que ironia. Nunca entreguei meu coração, mas, quando acontecera, fora pela garota mais improvável, mais inocente e inusitada que apareceu na minha vida. Minha futura esposa.— Por que se machucou desse jeito? É algum tipo de penitência? — indaguei, preocupado, mas realmente querendo saber se era aquele tipo de coisa que buscava. Não sabia como as coisas funcionavam no Monastério; se eles costumavam ter tal comportamento, mas esperava que não.— Não. Eu só... não vi o tempo passar. E nem queria ver, aliás.— Por quê?Ela respirou profundamente, e eu vi que seus olhos adquiriram uma expressão de súplica.— Porque não quero voltar, Kael. Não podemos ficar aqui? Para sempre? Podemos dar um jeito de trabalhar, de nos embrenharmos escondidos na cidade. Podemos ir para out

  • Casamento Inesperado com o Don   O Último Refúgio Antes da Tempestade

    Kael Bellarno:Eu sabia que ia encontrá-la lá.Fazia cinco dias que tínhamos retornado a Barrhead, ao nosso refúgio que tinha se tornado um lar para os dois, e Fiona parecia muito inquieta, mas ao mesmo tempo mais calada do que o normal. Conseguia ver suas mãos emboladas uma na outra, entrelaçadas, seu olhar perdido, vagueando por qualquer ponto da sala que ela acreditasse que merecia sua atenção.Sabia que, mesmo depois de algum tempo fora do Monastério, Fiona ainda sentia necessidade de fazer suas orações todos os dias pela manhã e antes de dormir — embora estas ela fizesse de qualquer lugar, não necessariamente na capela. Desde que retornamos de Miami, ela passara a ficar mais tempo em reclusão, rezando seu terço e conversando com Deus.Eu não tinha a mesma fé que ela possuía. Não era tão devotado e, muitas vezes, depois de ter visto tudo o que vi, questionava a existência de um ser superior, porque nem sempre acreditava que havia alguém que cuidava de nós.Fosse como fosse, eu res

  • Casamento Inesperado com o Don   O Pecado de Kael Bellarno

    Fiona:Precisava confessar que estava nervosa. Fiquei mais ainda quando ele empurrou o meu corpo para que eu me deitasse com as costas na madeira da mesa, puxando-me para a beirada e abrindo minhas pernas.Ele ia fazer...?Oh, Deus... eu sabia, na teoria, o que ele iria fazer, pelos livros que Amaris escondia e me mostrava. Mas... como seria a sensação? Como funcionaria na prática?Kael ergueu meu vestido devagar, fazendo-o deslizar por minhas coxas, e teve a mesma atitude com a minha calcinha, que foi parar no chão. Colocou-se entre minhas pernas, colocando-as em seus ombros, deixando as costas dos meus joelhos apoiadas enquanto meus pés pendiam em suas costas.Eu nunca, em toda a minha vida, tinha sido tocada ali, bem no meio das minhas pernas. Com exceção de minhas próprias mãos, no banho, nem mesmo um médico me vira daquele jeito, tão exposta. Mas a primeira vez que alguém tinha acesso àquele ponto do meu corpo, era daquele jeito. Levando a língua a ele, lambendo-o sem o menor pud

  • Casamento Inesperado com o Don   A Noite em que o Anjo Escolheu o Fogo

    Fiona:Kael não fez perguntas, não hesitou. Jogou o instrumento com o qual remexia na lenha no chão, afastado de nós, e veio até mim. Segurou ambos os lados do meu casaco, pela lapela, e me puxou para si, mas não tomou meus lábios imediatamente. Ele estava criando uma expectativa.Era um homem experiente. Um homem que sabia como envolver uma mulher em uma névoa de sedução; como prendê-la com um simples olhar.Nossos rostos estavam muito próximos, e a seriedade em sua expressão, com os olhos estreitos, me dominou por completo.— Quer ser beijada, dolce angelo?— Q-quero — respondi, sentindo minha voz falhar, gaguejando, mas determinada a manter minha convicção.— Como? — Poderia ser de propósito, mas Kael deixou uma leve rouquidão se sobressair em sua voz, enquanto fechava seus dedos com mais força no tecido pesado do meu casaco, como se quisesse me puxar mais para si, mas se controlando.— E-eu não sei. Não sei muito sobre isso.— Posso te ensinar tudo. Serei um bom professor. Mas pre

  • Casamento Inesperado com o Don   Promessas Sob o Véu da Máfia

    Fiona:Não conseguia fingir que não me abalava a forma como falara do meu pai. Isso sempre me causaria uma estranheza, mas também uma dor. Assim como Gaya, que por mais que fosse aceita – e eu esperava que fosse, por toda a La Cupola –, sempre carregaria aquele estigma, as pessoas ainda olhariam para mim e cochichariam sobre meu pai.Isso sem contar que ainda precisava me acostumar com a ideia de que ele partira, e provavelmente em meio a muito sofrimento.Cheguei a estremecer, pensando nisso, controlando a vontade de chorar.Só que, à parte disso – pelo que eu ainda precisava me dar a chance de sofrer um pouco –, podia e devia focar na informação principal daquela fala: ele iria nos apoiar.— É sério, papà? — Kael indagou, parecendo muito satisfeito.— Sim, é sério, mas preciso saber se estão mesmo dispostos a se casar. Não só a menina, Kael, mas você também. Saiba que será uma escolha sua. Será fiel à sua esposa?Paralisei por completo com a pergunta e voltei os olhos para Kael, que

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