LOGINThe book contains explicit sexual and gay contents. From an abusive mate to an unexpected death, Trivia is born into a new world of mystery, and desire this time, her body craves the touch of not one, but three dangerous alphas: her gay fiancé, her bisexual Lycan king, and her seductive hybrid. But with a twisted past, dark secrets, and a possessive ex-husband on her heels, can Trivias embrace her new life without losing herself—or her heart?” * An arranged marriage? Keeping my secrets hidden? Doing as the council of elders wanted? Making my mother happy? Trying to keep my gay status hidden? All those were nothing but crappy lies. I saw her, I wanted her, and I had to find something to say. I had to find a web to have her all tangled in. I wanted her to be mine. Even if I had to go down to the dirt, down to the grounds, into the mud, and even lower than the earth, Into hell, just to make sure she was mine, I certainly would. Losing her wasn't an option; indeed, she had stolen from me. My heart… she stole my heart. Mi LADRONA.
View More"— Dance, minha esmeralda russa. Ou diga não agora… e eu vou embora para sempre."
... Meses antes... Melina respirou fundo diante do espelho dourado do camarim. O ar condicionado do hotel de luxo em Dubai mal conseguia amenizar o calor que subia pela sua pele. Aos vinte e seis anos, ela já era uma lenda viva da dança do ventre. Cabelos longos, lisos e pretos escorriam como seda negra até a cintura fina, emoldurando um rosto de porcelana russa, pele branca imaculada, olhos verdes que pareciam esmeraldas sob as luzes de led do espelho. O sutiã cravejado de moedas douradas e pedras turquesa brilhava contra o tom claro da sua pele, e a saia longa de chiffon vermelho e dourado, com fendas laterais que revelavam as pernas torneadas, que dançava ao menor movimento. Ela sorriu para o próprio reflexo. “Hoje vai ser especial”, murmurou em russo, com aquele sotaque suave que misturava o frio de Moscou ao fogo do Oriente Médio. Fazia anos que viajava pelo mundo apresentando-se em palácios, cruzeiros e festas privadas de bilionários. Mas Dubai sempre tinha um gosto diferente. Era aqui que a cultura que ela tanto amava se misturava ao luxo mais extravagante. E era aqui, sem que ela soubesse, que o destino estava prestes a lhe entregar o passado de volta. Enquanto ajustava o véu transparente que cobria parcialmente o rosto, sua mente viajou cinco anos no tempo, quando conheceu essa arte maravilhosa que é a dança do ventre. Tudo começou na faculdade em Moscou, onde conheceu Ferith. O nome ainda causava um aperto no peito, e saber que estava na sua terra natal, fez as lembranças voltarem. Ele era o estudante estrangeiro mais charmoso do curso de Relações Internacionais: alto, pele morena dourada, olhos castanhos profundos. Eles se conheceram na aula de Cultura Árabe e ele falava com paixão sobre as tradições do seu país, e ela, fascinada, começou a frequentar aulas de dança do ventre. Um ano de namoro bom porém turbulento. Até que ela se apaixonou de verdade pela dança. A briga ainda ecoava na memória como um eco ruim. “Você não entende, Melina. Essa dança… não é para você.” Ele não explicou. Simplesmente terminou. Sem discussão, sem motivo concreto. Apenas desapareceu da vida dela, voltando para o país que só mencionara uma vez o nome. Ela chorou por meses. Depois, transformou a dor em força. Dançou mais, viajou mais, tornou-se a dançarina que os sheiks e príncipes disputavam para contratar. Uma batida na porta do camarim a trouxe de volta. — Cinco minutos, senhorita Petrova — avisou o assistente de palco em inglês com sotaque árabe. Ela endireitou os ombros, respirou fundo e saiu. O corredor luxuoso do hotel Burj Al Arab estava iluminado por lustres de cristal. O som distante de derbak e cítara já aquecia o ar. Quando pisou no palco redondo, o salão de festas explodiu em aplausos. Centenas de convidados, homens de thobes brancos impecáveis, mulheres em abayas bordadas, viraram-se para ela. As luzes baixaram e a música começou. Melina ergueu os braços devagar, como se invocasse o vento do deserto. Os quadris iniciaram o movimento característico, ondulações suaves, precisas, hipnóticas. As moedas do sutiã tilintavam no ritmo do tambor. Seus olhos verdes varreram a plateia com um sorriso misterioso por trás do véu. Cada giro do corpo contava uma história: desejo, liberdade, poder feminino. A saia rodopiava, revelando lampejos de pele clara. O público estava hipnotizado e ela sentia cada olhar, cada respiração presa. E então, no meio do salão, numa mesa VIP isolada por cordas de veludo, ela o viu. Ferith. O coração dela deu um salto ela se alegrou, ele veria que ela era grande e famosa, apesar dele duvidar. Ele estava lá, mais velho, mais imponente. Barba bem aparada, cabelo preto curto, terno preto sob medida que destacava os ombros largos. Os mesmos olhos castanhos que ela jurava ter esquecido. Ele não piscava, olhava diretamente para ela, como se o resto do mundo tivesse desaparecido. Ferith entrou em choque quando viu Melina Petrova tão graciosa no palco, aquela mesma mulher que ele disse que a dança não era pra ela. Olhava para ela se arrependendo por tê-la deixado. Ele observou Melina dançar de maneira impecável, anos de treino não permitiam erros, mas por dentro era um turbilhão. “Não pode ser. Aqui? Agora?” Os quadris dela continuavam ondulando, os braços traçavam arcos graciosos, mas sua mente gritava o nome dela a cada batida do derbak. Quando a música chegou ao clímax e ela fez o último giro dramático, jogando o véu para o alto, o salão irrompeu em aplausos ensurdecedores. Flores, dinheiro e até uma pulseira de ouro foram jogadas aos seus pés. Ela agradeceu com uma reverência elegante, mas seus olhos procuravam apenas um homem, aquele que duvidou dela. Ele se levantou. Melina desceu do palco com as pernas trêmulas. No corredor lateral, antes mesmo de chegar ao camarim, ele estava lá. Bloqueando o caminho, alto, cheirando a sândalo e nostalgia. — Melina… A voz dele. Profunda, suave, com aquele leve sotaque que ela nunca conseguiu esquecer. Ela parou a dois passos de distância. — Ferith? — A voz dela saiu mais rouca do que pretendia. — O que… o que você está fazendo aqui? Ele deu um passo à frente. Os olhos castanhos percorreram o corpo dela com uma mistura de admiração e algo mais intenso. — Eu poderia perguntar o mesmo. Mas a verdade é… eu vi seu nome na lista de atrações. Não acreditei. Precisei vir conferir com meus próprios olhos. Ela riu, nervosa, passando a mão pelos cabelos longos ainda úmidos de suor da dança. — Cinco anos. E você aparece assim, do nada, no meio do meu show? — Cinco anos, três meses e doze dias — corrigiu ele, com um sorriso torto que fazia o coração dela bater descompassado. — Eu conto. Silêncio. O barulho do salão distante parecia um mundo à parte. — Você… está bem? — perguntou ele, a voz mais suave agora. — Está linda. Mais linda do que eu lembrava. E a dança… Melina, você é incrível. Eu não conseguia tirar os olhos. Ela sentiu o rosto corar. A raiva antiga, a mágoa, tudo lutava contra a atração que nunca tinha morrido. — Você disse que não era para mim. Lembra? E foi embora. Sem explicação, sem um “adeus” decente. Ferith baixou o olhar por um segundo, depois ergueu novamente. Havia arrependimento ali. Verdadeiro, e ele sabia como encenar. — Eu sei. Fui um idiota, tinha… motivos. Família, tradições. Eu era jovem e covarde. Achei que proteger você seria melhor do que explicar, mas eu nunca parei de pensar em você. Nunca. Melina cruzou os braços, tentando manter a postura. — E agora? Aparece aqui, em Dubai, no meu show, e simplesmente… o quê? Quer retomar de onde parou? Ele deu mais um passo. Estava perto o suficiente para que ela sentisse o calor do corpo dele. — Quero conversar, de verdade, sem mentiras, sem fugas. Eu mudei, Melina, e pelo que vi hoje… você também. Mas a essência… ainda está lá, aquela conexão. Eu senti, você sentiu também. Ela quis negar, quis dizer que tinha seguido em frente, mas os olhos verdes encontraram os castanhos e a mentira morreu na garganta. — Eu senti — admitiu baixinho. — Droga, Ferith. Ainda sinto. Tudo acabou de um jeito estranho, parecia incompleto. Ele sorriu. Um sorriso genuíno, aliviado. — Então me dá uma chance. Vamos sair a noite, só para conversar, sem pressão. Eu pago o jantar no restaurante do topo do hotel. Vista para o mar. Ou… se preferir, podemos ir a um lugar mais simples, o que você quiser. Melina hesitou apenas dois segundos. Depois, riu, aquele riso cristalino que ele sempre amou, e ela não tinha nada a perder mesmo. O que custava? — Tudo bem. Mas eu escolho o lugar, e você me conta tudo, absolutamente tudo. Sem esconder nada dessa vez. — Prometo! Eles caminharam juntos pelo corredor. Ele não tocou nela, ainda não, mas a presença dela era tão forte quanto um abraço. No camarim, ela trocou rapidamente o traje de dança por um vestido longo preto simples, mas elegante, que realçava a curva da cintura e deixava os cabelos soltos. Quando saiu, ele esperava com um buquê de rosas brancas nas mãos. — Para a melhor dançarina que já vi — disse ele, entregando as flores. Eles desceram no elevador panorâmico. A cidade de Dubai brilhava lá embaixo como um tapete de estrelas. No restaurante Skyview, uma mesa reservada os aguardava com vista para o Golfo Pérsico. Velas, música suave árabe ao fundo, pratos de cordeiro com especiarias e taças de suco de romã (ele lembrava que ela não bebia álcool em público). Mas Melina não desconfiou que a reserva já estava feita, pois ele cancelou seu date depois de vê-la na apresentação. A conversa começou hesitante, depois fluiu como um rio que reencontra o leito antigo. — Eu voltei para casa depois da faculdade — contou ele, girando a taça entre os dedos longos. — Meu pai… ele é um homem tradicional. Muito. Queria que eu assumisse responsabilidades que eu ainda não entendia. Quando você começou a dançar, ele soube. Alguém do campus ficou sabendo e avisou a ele. Ele disse que uma mulher dançando assim… não seria aceita na nossa família. Eu era fraco e escolhi o caminho mais fácil. Terminei para “proteger” você da pressão que viria. Melina ouvia, olhos fixos nele. — E agora? Seu pai ainda manda na sua vida? Ferith riu baixinho, mas havia sombra no olhar. — Ele ainda é… influente. Mas eu cresci, viajei, trabalhei. E quando vi seu nome hoje, soube que não podia perder essa chance novamente. Você conquistou o mundo sozinha, Melina. Com essa dança que eu tentei tirar de você. Eu estava errado,completamente errado. Ela estendeu a mão sobre a mesa e tocou a dele. O contato foi como faísca. — Eu nunca parei de amar a dança. Mas também nunca esqueci você, Ferith. Mesmo quando doía. Ferith entrelaçou os dedos nos dela. A pele morena contrastava lindamente com a branca dela. — Então… podemos tentar de novo? Devagar, sem segredos. Eu quero conhecer essa Melina de hoje, quero assistir você dançar mil vezes, quero estar ao seu lado quando você viajar, quero… tudo. Ela sentiu os olhos marejarem, mas sorriu. — Devagar, hein? Tudo bem, mas já aviso, eu viajo muito. Dubai, Cairo, Istambul, até Moscou. Se quiser namorar uma dançarina do ventre famosa, vai ter que aguentar hotéis, ensaios e plateias que me olham demais. Ele riu, apertando a mão dela. — Eu aguento. E vou estar na primeira fila de todas. Orgulhoso, muito orgulhoso. A sobremesa chegou, mas eles mal tocaram. Conversaram sobre tudo: as viagens dela, as responsabilidades dele, as saudades, os arrependimentos. Riram de histórias antigas da faculdade. Ele contou que guardava uma foto dela dançando numa festa do campus, escondida no celular até hoje. Quando o relógio marcou quase meia-noite, Ferith pagou a conta e a acompanhou até o lobby. — Posso te levar até seu hotel? — perguntou, parando perto demais. Ela estava hospedada no mesmo Burj Al Arab, cortesia do contratante. — Eu estou hospedada aqui mesmo — respondeu ela, sorrindo. — Quarto 1802. Ele ergueu uma sobrancelha, surpreso e satisfeito. — Então… subimos juntos? Melina mordeu o lábio inferior, sentindo o coração acelerar novamente. — Subimos. Mas só até a porta, hoje foi… intenso demais para mais. Ele assentiu, respeitoso, mas os olhos diziam que queria muito mais. No elevador, o silêncio era carregado. Quando as portas se abriram no andar dela, ele a acompanhou até a porta do quarto. Parou a um passo de distância. — Amanhã? Café da manhã? Ou almoço? Ou… o dia inteiro? Ela riu, encostando-se na porta. — Almoço. E depois… quem sabe uma dança só para você. Particular. Ferith aproximou-se devagar, deu um beijo leve na testa dela, casto, mas cheio de promessas. — Eu aceito todas as danças que você quiser me dar. Ela abriu a porta, mas antes de entrar, virou-se uma última vez. — Ferith? — Sim? — Bem-vindo de volta ao meu mundo! Ele sorriu, aquele sorriso que derretia tudo. — Bem-vindo de volta ao meu coração, Melina! A porta se fechou suavemente. Dentro do quarto, ela encostou as costas na madeira, sorriu com essa surpresa. Quem diria que encontraria o ex namorado aqui. Cinco anos de distância tinham evaporado em uma noite. O namoro estava de volta, mais maduro, mais forte, e ela ainda não fazia ideia de que o homem que acabara de reconquistar, iria mudar o rumo da sua vida.ISABELLA'S POV.Antonio was in fucking danger; it was because of me.I was a fool. What was I expecting? He was Luca Ricci, mafia don of all the underworld. How was I inane enough to think I could keep my affair with Antonino a secret from him, basically fucking right under his nose?I didn't hesitate or think twice; I knew that look in a man's eyes; it was envy, rage, and possessiveness, and Lucas eyes it was worse.I didn't have the time to question his reasons; I didn't have a reason to. I was his wife, willing or not, and I knew what it meant sleeping with the wife of a mafia mob.In fact, I was certain now that indeed Antonino and Luca had shared a bond than I beleived, if not, he would be fucking six feets beneath the earth by now.“Antonio, where is he?” I asked the guard holding a cigarette to his lips; he was quick to stomp on it. Flicking it off, fear weary in his eyes. “He is… right by the third room on the right,” the guard responded. He looked huge. Bulky just like thu
ISABELLA'S POV.He Bloody Cut Me.Yes, I wanted more. My legs parted on his command. A low growl erupting behind his words. My insides churned, I felt my cunt clench and unclench hearing those words.I dragged in sharper breaths, feeling the tip of the letter opener trail over my laps; his eyes flickered, and all I saw in them was pure rage and lust.“You drive me insane, Isabella; you make me want to bash your fucking skull against the wall and ride out your senses till your limbs go numb.” Luca grunted. This time I wasn't able to comprehend if it was his anger speaking or the lust clouding of his judgments.Yet a part of me hardly gave a single damn; I wanted this. It…him..fuck…I had sucked that cock, and my cunt wept for it, and now the glare passed in my direction, the narrowed gaze the way his Adam's apple bobbed as he trailed his eyes to the probably pooled spot on my panties.“Nasty freak you are…my little wife.” He murmured the warmth of his breath fanned against my skin,
LUCAS POV.A perfect coincidence. Wasn't it?The wanker who had challenged my authority as don twelve years ago when I had first become one happened to stand by my wife, kissing her on the head.Didn't he learn? I believed I had put him in his place twelve years ago, but I guessed he just couldn't pass off a chance to irritate me, only that it did more than irritate me; it made me want to bash his skull constantly with a hammer until there was nothing left but scrambles of brains and then broken skulls and oozing blood.I once enjoyed it, and now doing it twice didn't sound so bad.My eyes darted to Isabella's, who averted her gaze from mine almost immediately; she was scared...she knew she pissed me off. Crossed the fucking line this time... good.“Having fun?” I asked, corking up my eyebrow in his direction; he groaned with an eyeroll, pulling away from Isabella slowly, but still not enough space to my satisfaction.“I see you take my wife's silliness for interest. She's trying to r
ISABELLA'S POV.The underground mafia gathering is nothing short of a show off. The venue, a grand mansion with sprawling gardens and a dimly lit ballroom, illed with the most dangerous and influential figures in the mafia world.Just as soon as we both alighted from the car, I felt every pair of eyes latch onto my skin, but good. They wanted a show; I'd gladly give them one.“Remember... Don't make a fool of yourself, baby,” Luca mocked. Dropping a kiss against my earlobe, biting Sharply on it.I had drawn a loud hiss, gritting my teeth at his bold actions; my eyes shot to his defiant blue ones; he was enjoying this. I nodded. A smirk straddling my lips as we both pushed forwards, he could gloat all he wanted now; I was dying to see just how he'd react when I'm done with him tonight.A few steps into the hall, several feet approached Luca, each one bowing slowly to pay their respects to the don.“Isabella, love, I'm afraid I have to leave you by yourself for a minute. Do you think yo
ZEDS POV.That bastard! That had been his plan all along.His talks about wanting Trivia back, meeting me in secret, all he wanted to do was kill me from the very beginning, he was no different from sheila either. sheila wanted Trivias life so desperately that she would kill for it.And here was Twart
ZEDS POVThe pain constantly shook at all my nerves, stopped briefly, and then continued.I couldn't stop thinking about Trivia; I had placed several calls to her to no response. Something was wrong now. I regret everything I have done and each choice I made.Only if I had not spent time waiting to mee
Terry'S POV.The house was oddly silent, dimly lit, a slow jazz playing through while I slipped slowly up the stairs and into our bedroom.“What are you up to this time?” I asked her, my eyes running at her full length while a sigh escaped her lips. She gestured with her finger that I mobbed closer to
TERRY's POV.I run on her nipples before kneading and fondling them, I feel her grip on my waist become tighter making it even harder.I pull up her top completely and rest my head on her shoulders before dropping trailers of kisses down her shoulders, necks, chest, breasts, nipples, her belly, her na






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