LOGINOiie, meninas! ❤️ Meu fim de semana foi meio corrido e não consegui atualizar os capítulos de domingo. Estou liberando este aqui só para não pensarem que me esqueci de vocês. Mais tarde, teremos mais alguns capítulos por aqui! (Até porque estou atualizando este às 04h06 e preciso urgentemente dormir. 😂) Afinal, a história desse casal fofo, que faz a autora aqui vomitar arco-íris enquanto escreve, já está quase no fim! 🥹🌈 Mas calma! Isso não significa que não teremos mais algumas emoções por aqui até o tão esperado “felizes para sempre” finalmente chegar para eles (e para a gente, claro!). ❤️ Boa leitura, meninas! 🥰
“Amy Ferretti” Uma semana depois… Durante a tarde, Dante carrega os dois bebês-conforto, um em cada mão, como se transportasse um carregamento de ouro. — Eu levo um — ofereço, abrindo a porta da casa. — Não. — Dante, fica mais fácil andar com um só. — Não — repete, passando pela porta com o corpo de lado para não bater nenhum dos dois no batente. Desisto de discutir. Fecho a porta e somos recebidos pela sala vazia. A casa agora está silenciosa demais depois que Isabella e Teresa voltaram para Milão, há dois dias. Elas foram embora aos beijos, lágrimas e planos para o quarto dos meninos na casa italiana. Antes de ir, a nonna ainda deixou uma lista de recomendações presa na porta da geladeira. Assim que chegamos ao quarto dos gêmeos, Dante apoia os bebês-conforto sobre o tapete. Imediatamente, Leonardo faz uma careta, ameaçando acordar, mas logo fica quieto. Calebinho continua dormindo, indiferente. — Pelo menos hoje eles se comportaram direitinho na consulta — murmuro, o
Dylan para junto à porta, com uma das mãos no bolso da calça e a outra segurando o celular. Por alguns segundos, nenhum de nós fala. Por tanto tempo, estar na mesma sala que meu sobrinho significava me preparar para uma discussão. Para mais uma dor de cabeça. Agora, simplesmente não sei o que esperar. — Estou interrompendo? — pergunta, por fim. — Estávamos falando sobre a empresa — respondo, olhando para Victor por um segundo. — Pode entrar. Ele fecha a porta e se aproxima da mesa. Victor se ajeita na cadeira, observando meu sobrinho com curiosidade, mas, dessa vez, não faz nenhum comentário inconveniente. — Como você está? — pergunto. A pergunta parece surpreender Dylan. Ele abaixa os olhos para o celular antes de guardá-lo no bolso. — Estou melhor. Assinto devagar. — Você precisa de alguma coisa? — Na verdade, queria conversar sobre a minha volta. Acho que já passei tempo demais em casa. — Certo. Dylan me encara por um momento, esperando uma resposta mais elaborada.
“Dante Ferretti” Já enfrentei contratos milionários prestes a desmoronar, negociações que duraram dias, homens que acreditavam poder me intimidar… Mas nada disso me preparou para dois bebês que não aceitam explicações e, aparentemente, consideram o sono dos pais uma afronta à própria existência. Os meninos choraram umas cinco vezes esta noite. A última foi às 5h. Agora são 6h15 e estou novamente andando pelo quarto dos meninos, com Caleb no colo, tentando entender como dois seres tão pequenos conseguem produzir tanto barulho. — Você está olhando como se procurasse a cura para alguma doença — Amy murmura, com a voz sonolenta. — Estou tentando descobrir o que eles querem agora. — Talvez estejam com fome. Abro a boca para responder, mas Caleb volta a chorar antes que eu consiga dizer alguma coisa. Fecho os olhos por um instante. Não. Não, por favor. — Ah, não — murmuro baixinho. — Você estava quietinho. Volte a ficar quietinho, por favor. Meu filho aumenta o volume do choro, c
Assim que a porta se fecha atrás de Caleb, solto o ar devagar. A casa fica silenciosa pela primeira vez desde que chegamos, mas não por muito tempo. Logo, um chorinho ecoa do segundo andar, seguido por outro. — Pelo visto, dois pequenos seres já estão com fome — murmuro, rindo enquanto subo as escadas. O choro fica mais insistente conforme me aproximo do quarto. Sorrio ao chegar à porta e ver Dante já de pé em frente ao berço. — Sei que estão com fome, ragazzi. Mas, se pararem de chorar um pouquinho, prometo que faço a mamãe de vocês chegar mais rápido. Paro no batente da porta, mordendo o lábio para não rir. — Ah, é assim que você negocia com os nossos filhos? Dante olha por cima do ombro, sem demonstrar o menor constrangimento. — Estou tentando estabelecer uma relação de confiança. Solto uma gargalhada e me aproximo do berço. Leonardo está com o rostinho vermelho, os punhos fechados e a boca escancarada, enquanto Caleb balança as perninhas, chorando tão indignado que parec
Os rostos se viram na minha direção quase ao mesmo tempo.O silêncio é tão repentino que consigo ouvir o barulhinho de Calebinho no bebê-conforto.— O que foi? — Paige pergunta, se inclinando sobre a mesa. — Amy, por que você está fazendo essa cara?— Que cara?— Essa cara de quem vai anunciar alguma coisa e deixar todo mundo desesperado.Victor apoia os cotovelos na mesa, imediatamente interessado.— Não me diga que está grávida novamente.Quase engasgo com a saliva, enquanto a mesa inteira cai na gargalhada.Paige bate com o guardanapo no braço dele, indignada. Christopher engasga com o vinho.Natalie tapa a boca com o guardanapo. Caleb joga a cabeça para trás numa gargalhada que faz Leonardo se assustar.Até a nonna balança a cabeça, como se estivesse reconsiderando todas as decisões que a levaram a aceitar esse homem na família.— O que foi? — Victor se defende, erguendo as mãos. — Foi uma pergunta razoável!— Eu tive os dois há seis semanas! — exclamo, ainda rindo.— Com a veloci
Por alguns segundos, não consigo fazer nada além de olhar para ele. Meu irmão abre os braços, e isso é tudo de que preciso para começar a chorar de verdade. — Caleb… Ele vem até mim com cuidado, mantendo os olhos fixos no pequeno embrulhinho azul que seguro contra o peito. Quando para na minha frente, passa os dedos pela bochecha do sobrinho e solta uma risada emocionada. — Caramba, Amy. Ele é tão pequeno. — Os dois são. — Eu sei. Mas acho que ainda não estou preparado para isso. — Para quê? — Para ser tio desses dois. Vou estragar completamente essas crianças. Rio entre as lágrimas, e ele limpa o rosto depressa, tentando disfarçar as próprias lágrimas. — Esse é o que… tem o… — O seu nome? É. Meu irmão solta uma risada molhada e me puxa para um abraço, tomando cuidado para não apertar o bebê entre nós. Quando nos afastamos, ele volta a olhar para o sobrinho. — Posso pegar? — Claro. Senta. Ele obedece e praticamente corre para o sofá, se sentando ao lado de Teresa. Me







