LOGINJá não importava o lugar, nem as pessoas ao meu redor, muito menos a música horrível que estava tocando, aquele cara, com o perfil totalmente contrário do que eu estava acostumada, estava fazendo a minha calcinha ficar úmida, e isso aconteceu pouquíssimas vezes na minha vida.
Eu passei a língua pelos meus lábios involuntariamente, então ele deu outro sorriso de canto de boca, como se tivesse gostado do que eu fiz. Pietro: Você pode passar essa língua nos meus lábios em vez de passar nos seus. Eu não sei o que me deu, mas eu fiz exatamente o que ele falou, e passei a língua lentamente pelos lábios dele, como se eu não tivesse nenhum pingo de vergonha na cara. Pietro: Anda, vem comigo. Ele me puxou pelo punho de uma forma desesperada, e eu não tive nem tempo de contestar, entramos em um beco escuro, e no meio do beco tinha uma porta, que foi onde entramos. Ele ligou a luz, e o local ficou todo iluminado, era um galpão, e eu ficaria com ele de boa lá, se não fosse um detalhe... O lugar estava cheio de armas e carregamentos de drogas, tinha um portão bem maior pelo outro lado onde passava a Van, que estava estacionada dentro do galpão. Eu fiquei com muito medo, e tive vontade de sair correndo, mas ele puxou pelo meu queixo e me fez olhar pra ele. Pietro: Eu não vou fazer nada de ruim com você garota. — Será que eu devo confiar em você? Pietro: Você tem duas opções, ou você confia em mim e me deixa te fazer gemer igual uma cadela no cio, ou não confia e eu te deixo embora e você perde a oportunidade de ser fodida por mim. As palavras dele me deixaram em choque, pois me levou a lembrar de outro detalhe, eu era virgem. Depois do namoradinho de adolescência, eu havia ficado com poucos caras, e o cara bem na minha frente parecia estar decidido a me comer. Pietro: E então garota? Vai ficar ou prefere ir embora? Eu fiquei embriaga pelo olhar intenso e ao mesmo tempo controlador dele, e as palavras pareciam embaralhadas na minha mente, o que me fez ficar em silêncio, dando praticamente permissão pra ele fazer o que quisesse comigo. Ele me puxou pela cintura, e encostou a boca dele na minha, e eu fui logo fechando os olhos, sentindo a respiração quente dele no meu rosto. Pietro: Você só vai sair daqui agora, quando você gritar em todas as posições que eu pretendo colocar você garota. Eu parei de respirar por alguns segundos, e senti dificuldades pra engolir a saliva, ao mesmo tempo que o meu sexo estava pulsando. Ele empurrou a língua na minha boca, exigindo passagem, enquanto subia as duas mãos por debaixo da minha saia, puxando a minha calcinha para baixo, que a essa altura já estava encharcada. Ele parou o beijo apenas pra me ajudar a tirar a calcinha já que eu estava com um salto alto, e o rosto dele ficou na mesma altura que a minha buceta. Ele olhou pra cima, buscando um contato visual comigo, e viu que eu estava olhando pra ele, sentindo o meu rosto queimar de vergonha, pela exposição na minha intimidade pra um completo estranho. Pietro: Você tem uma bucetinha tão pequena, que não sei se meu pau vai caber aqui garota. Eu senti vontade de revirar os olhos, pela ridícula demonstração de "PAU GRANDE" que ele tentou me passar. Eu estava esperando que ele fosse passar a língua, e pelo menos preparar o terreno antes de entrar em mim, mas não foi isso que ele fez. Ele se levantou, voltando a ficar com o rosto de frente pro meu, tirou o preservativo do bolso, desceu a calça e a cueca, revelando o pau dele duro, grosso e grande que realmente ele tinha, com a cabecinha tão rosada que me deu vontade de pôr a minha boca e chupá-lo, mas a minha falta de experiência me travou, e eu não consegui esboçar nenhuma reação. Ele então colocou o preservativo e me encarou, como se eu fosse só mais um pedaço de carne, como tantas que ele já comeu, eu não sabia explicar, mas aquilo estava me deixando ainda com mais desejo e expectativa de ser tocada por ele. Ele me levantou como se eu fosse uma folha, com uma facilidade surpreendente, mantendo as minhas costas apoiadas na porta, enquanto ele segurava as minha duas pernas suspensas, e me penetrou com a força de um animal selvagem. O meu grito foi tão alto que até ele se assustou, doeu o fundo da alma, e sem perceber, as minhas unhas estavam todas cravadas nele.A noite chegou, e eu ainda precisava resolver a minha situação com a Camile, nós tínhamos muito o que conversar. Eu mandei uma mensagem pros meus pais avisando onde eu iria, me arrumei e saí. Eu não sabia nem por onde eu iria começar essa conversa, também não sabia como ela iria reagir ao fato de eu estar apaixonada pelo Pietro. Assim que eu cheguei na residência dela, eu estacionei o carro e fiquei pensando no que eu iria falar pro Bruno também, a história dele ter me exposto ainda estava entalada na minha garganta. Quando eu toquei a campanhia, uma garota que eu nunca vi na vida atendeu a porta.Ela era muito bonita, e aparentava ter a minha idade. — Oi, a Camile está? "Sim, quem é você"? — Você pode chamá-la, por favor? Eu sou a Jessy.Bruno: Quem é amor? Quando ele viu que era eu, a cor dos lábios dele sumiu.Ele ficou visivelmente nervoso, e então eu me dei conta que ele estava nas minhas mãos.— Amor? Eu não sabia que você tinha uma namorada, Bruno. Como você se chama?
Eu passei as informações que ele pediu, sem saber ao certo o que ele estava planejando fazer. Henry: Que horas você acha que termina o serviço no salão?— Talvez umas 15:00hrs.Henry: Tá bom, até as 15:00 eu venho te procurar. Ele me deu um beijo e saiu, sem me dar nenhuma explicação. Eu passei a manhã inteira limpando o salão, depois fui conferir os toalhetes, pois a Girafa não havia mencionado a limpeza deles, mas eles já estavam limpos, depois de meio dia comecei a arrumação das mesas.Eu terminei o serviço às 14:45, e fiquei em dúvida se procurava a Gardenia, aquela girafa mal humorada, ou se eu esperava dar 15:00hrs pra ver se realmente o Henry iria aparecer. Eu optei por sentar e esperar.As 15:00hrs eu vi ele de longe, e sorri.— Que bom que ele cumpre com a palavra dele.Ele estava carregando uma caixa pequena nas mãos. — O que é isso?Ele abriu a caixa e tinha vários cartões dentro, ele tirou um pra me mostrar, e nele tinha o meu nome e sobrenome, meu telefone, e os serv
Ela saiu bufando, com aqueles saltos que eram tão grandes quanto ela. — Girafa insuportável.Resmunguei. Enquanto eu estava espanando a poeira de tudo, um homem bem jovem que aparentava ter a minha idade, se aproximou. Ele usava uma blusa social de mangas longas na cor vinho, e uma calça jeans, um relógio no pulso, e o perfume dele era tão forte e cheiroso que eu poderia ficar em pé ali mesmo, me embrigando com o cheiro dele.Ele era um pouco mais alto do que eu, o cabelo estava bem alinhado com gel, e o cavanhaque dele estava sem nenhuma falha, era uma perfeição de homem. "Bom dia"... ele me cumprimentou. — Olá, bom dia. " Nunca vi você por aqui, quando foi que o meu pai contratou você"?— Eu não conheço o seu pai, então não trabalho pra ele. Eu fui contrata apenas por hoje pra limpar e organizar o salão. Ele se aproximou um pouco mais e estendeu a mão. " Muito prazer, eu me chamo Henry".— O prazer é meu, eu me chamo Jessy.Respondi apertando a mão dele, a sorte era que eu a
O dia amanheceu e eu estava super animada por poder ir trabalhar no meu carro novo, e comecei a acreditar que voltar pra casa não tinha sido algo tão ruim.Ao pegar o meu celular, vi uma mensagem do Pietro.Pietro: Antes de entrar no meu apartamento, bata na porta!Fiquei desapontada e magoada, pois me dei conta que a ligação que ele havia me feito no dia anterior, era pra reclamar sobre eu ter entrado no apartamento dele sem permissão.É claro que ele iria perceber, afinal ele deve ter notado que o material de limpeza que antes estava lá, já não estava mais, e eu também havia deixado a porta do quarto aberta, e com certeza ele sabia que eu havia visto ele dormindo com aquela vagabunda.— Ai que raiva, só de pensar naquela cena, já me sobe um ódio.Resmunguei enquanto pegava as minhas coisas pra ir trabalhar. Depois de ligar pra Amanda e pegar o endereço da casa onde eu iria, eu fiquei o trajeto todo pensando nas coisas que eu precisava colocar em ordem, afinal a minha vida não poder
Ele pegou uma caixinha em cima da estante e tirou de dentro um preservativo e em seguida colocou, depois ele foi pra cima de mim e enterrou o pau dele em mim, com uma força nunca vista.Ele estava sedento de tesão, ele grunhia alto e forte, tudo era uma música pros meus ouvidos, logo eu comecei a gemer também, tão alto quanto ele.Depois de alguns minutos eu gozei, deixando a minha voz ecoar livre e solta, demonstrando todo o meu prazer, foi coisa de outro mundo, até que a porta se abriu.A minha primeira reação foi olhar pra porta, e lá estava o Cristian, com o corpo suado, com os cabelos molhados e caídos na testa.A primeira coisa que pensei foi que ele ouviu os meus gemidos, e se ele entrou, foi porque queria participar, ninguém entraria em um quarto onde claramente existiam duas pessoas transando, se ele não quisesse fazer parte da festa.Eu fiz cara de safada, mas nem precisei chamar, o Joseph fez isso em meu lugar.Joseph: Vem irmão, tem espaço pra mais um.O Cristian tirou a r
Uma rapidinha com um desconhecido era tudo o que eu precisava, eu já estava pronta pra outra decepção. Eu liguei pra Amanda e ela me passou o endereço da casa que eu iria limpar, e o taxista me levou direto pra lá, e mesmo eu tendo dado a buceta pra ele, o valor da corrida foi cobrado, tive que revirar os olhos, pois ele não era tão gente boa quanto o outro taxista que me comeu no outro dia.A casa que eu iria limpar era mediana, não seria tão difícil limpá-la. O homem que me recebeu aparentava ter uns 22 anos, e pela camisa que ele utilizava, eu percebi que era jogador de basquete. Ele era muito alto, não tinha muitos músculos, mas o corpo ainda assim era atraente. — Eu me chamo Jessy e vim fazer a faxina da casa.Ele abriu um sorriso que revelou duas covinhas nas bochechas dele.— O meu nome é Cristian, eu estou de saída, mas o meu irmão Joseph está na sala, pode entrar que ele irá dizer por onde você deve começar.Eu apenas concordei com a cabeça e entrei.Quando eu cheguei na







