로그인After one soul-crushing breakup, Summer Peterson—quirky, invisible, heartbroken—swore she’d never fall again. But secrets don’t care about promises. Especially not the kind hiding in her best friend’s older brother. Hayden is everything she shouldn’t want. Dangerous. Magnetic. Off-limits. But one forbidden kiss was all it took to unravel her. Now every stolen moment pulls her deeper—into a twisted affair of obsession, lies, and betrayal. Hayden doesn’t just touch. He marks. He owns. And he’s hiding a secret that could destroy them both. Someone is watching. Someone who wants her. And someone who will do anything to tear them apart. Loving him might ruin her. Leaving him might kill her. How do you run from the boy who’d burn the world to keep you? And how far will she go for a love that was never meant to save her? ⚠️ TRIGGER WARNING – MATURE CONTENT AHEAD This story doesn’t hold back. It dives deep into explicit sexual content, intense emotional trauma, abuse, violence, and psychological manipulation. This content is strictly for 18+ audiences. If you proceed, do so with your eyes wide open. You’ve been warned.
더 보기Branca Oliveira
Eu não queria estar ali.
Tudo o que eu queria naquela noite era deitar, dormir e esquecer da vida. Mas minha melhor amiga, Lais, entrou no meu apartamento com uma tiara brilhando "ANIVERSÁRIO DA RAINHA" e uma garrafa de vodka na mão."Você vai sair comigo. Nem tenta fugir. Não é todo dia que se faz 28 anos."
Ela me arrastou antes que eu tivesse tempo de inventar uma desculpa.Eu estava cansada. Exausta. Mãe solo, plantão duplo chegando, contas acumuladas. Mas, no fim, aceitei. Talvez um pouco de barulho fosse melhor do que pensar demais e como ela disse, eu só faria 28 anos, uma vez na vida.
Minutos depois, estávamos num bar chique do centro, cheio de gente bonita e música alta. O tipo de lugar em que eu sempre me sinto invisível. E isso ficou ainda mais claro quando o bartender me ignorou pela quinta vez.
"Moço... uma cerveja, por favor?"
Nada. Ele nem olhou na minha direção.Lais já estava rindo com um desconhecido, enquanto eu tentava manter a dignidade apoiada no balcão.
"Moço? Aqui!" Ele novamente não olhou para mim, mas foi em direção a chopeira. "Finalmente."
O copo foi colocado diante de mim, e estiquei a mão para pegar, mas uma mão masculina o pegou primeiro e o levou embora.
Eu pisquei, achando que estava delirando.
Mas não. Ele pegou a minha bebida.Me virei na hora para reclamar, e quase perdi o ar. Um homem alto, terno preto mesmo num bar, cabelo escuro arrumado, postura de quem nunca ouviu a palavra "não". Ele me analisou devagar, como se estivesse decidindo se eu valia o incômodo.
"Acho que isso é meu", falei, cruzando os braços.
"O bartender colocou na minha direção, senhora." A voz dele era grave e calma demais para alguém que acabou de roubar uma bebida.
"Você só pode estar brincando comigo. Estava bem na minha frente. Você tem problema?" Ele arqueou a sobrancelha, como se eu fosse uma criança birrenta.
"Quem parece ter é você. Talvez precise ser mais rápida."
Eu pisquei, uma, duas vezes, tentando assimilar o que ele disse. Isso parece ter dado tempo para ele entender que tinha ganhado o jogo, mas ah! Não mesmo.
Pisei no pé dele.
Ele travou o passo, virou devagar, e me lançou um olhar que poderia ter me deixado em cinzas. Se eu fosse do tipo que recua fácil... mas não sou.
"Que porra foi isso?", ele perguntou. "Ficou maluca, mulher?"
"Isso foi pra você aprender a não roubar bebida dos outros." Aproximei o rosto do dele. "Você pode achar que qualquer um aqui tem que abaixar a cabeça para suas vontades, mas eu não."
Ele me encarou, tenso... e interessado. Deu pra ver em sua postura, ele não sabia esconder bem.
"Vai me dizer que você é uma daquelas pessoas vitimistas, que o mundo está sempre contra você? Eu só peguei o que era meu."
"Não sabia que roubar tinha mudado de definição."
Peguei o copo da mão dele e virei. Bebi metade do conteúdo.Ele soltou uma risada curta. "Audaciosa."
"Não. Só cansada de macho folgado."
Quando achei que não poderia ficar melhor, minha mente resolveu me deixar ainda mais baixa.
"Ops, caiu." derrubei o resto da bebida nele.
Ele olhou para o peito encharcado, depois para mim, e por um instante achei que ele fosse gritar.
"Você sabe que alguém já morreu por menos, né?", murmurou.
"Está me ameaçando por um acidente?" Meu coração dizia outra coisa, eu estava apavorada, mas minha boca sempre foi mais corajosa.
Ele inclinou a cabeça, me observando como se tentasse entender o que eu era.
"Quando te olhei de relance, te achei interessante, agora acho que você só é louca mesmo." bufei com sua ousadia.
"Qual é o seu problema comigo? Então fez tudo de caso pensado?"
"Não." A resposta veio rápida. "Eu tinha outros planos, mas estou ficando interessado com a forma que estamos lidando com isso."
Eu abri a boca para retrucar... mas ele aproximou o rosto, tão perto que eu senti o perfume dele.
"Vai continuar mordendo essa boca, ou quer que eu faça você parar?", ele provocou e soltei o lábio que eu nem tinha percebido morder.
O calor subiu para o meu rosto e a raiva virou algo que eu não soube nomear.
"Você é um idiota", sibilei.
"E você está louca pra meu beijar."
Neguei, mas era verdade. Algo em tudo isso tinha mudado. Era como se a raiva que eu sentia, tivesse acendido algo dentro de mim, que estava morto a mais de 5 anos.
"Tenho uma proposta para você. Quer continuar brigando, ou quer saber onde isso vai dar?", ele perguntou, firme.
"Que tipo de..."
Ele não deixou eu terminar.
O beijo veio forte, urgente, quebrando toda a lógica do momento. Meu corpo colou no dele sem que eu percebesse, minhas mãos subiram para a nuca dele, e ele segurou minha cintura como se já me conhecesse há anos.
Eu tinha que me afastar e meter a mão na cara daquele abusado, mas eu não consegui. Eu sentia tanta falta de contato masculino. Desde que me separei, meu mundo era só o Pedro e esse homem louco, tinha conseguido algo que eu nem imaginava que podia voltar a acontecer.
A música sumiu, o bar sumiu, Lais sumiu. Só existia ele, a boca dele, o calor dele.
"Vamos para outro lugar", murmurou contra meus lábios e apenas concordei com a cabeça.
Mal lembro como chegamos ao banheiro. A porta bateu atrás de nós, a tranca girando com um clique que soou alto demais no silêncio. Ele me virou de costas para a porta no mesmo segundo, as mãos já subindo pelas minhas coxas, erguendo o vestido com uma urgência que me fez ofegar.
"Você quer isso tanto quanto eu, não é?", ele sussurrou no meu ouvido, os dentes mordiscando a minha pele enquanto uma das mãos se infiltrava entre minhas pernas, sem pedir licença, só constatando o óbvio. Eu estava molhada pra caralho. Por ele. Por aquilo.
Eu empurrei os quadris contra a palma dele, pedindo mais sem palavras, e ele riu baixo, satisfeito, antes de me virar de novo e me beijar até eu esquecer meu próprio nome.
Foi rápido. Foi errado. Foi desesperado, suado, quase violento de tão necessário. E foi perfeito.
Quando saímos, ele ajeitou o terno com calma, como se nada tivesse acontecido, mas os olhos ainda queimavam quando cruzaram com os meus por um segundo. Eu puxei o vestido para baixo, as pernas trêmulas, o corpo inteiro latejando de um prazer que ainda ecoava.
Nenhum nome trocado. Nenhuma palavra além dos gemidos. Nenhuma promessa.
Só o gosto dele na minha boca.
Caminhei lentamente, procurando pela Lais, quando meu celular tocou.
Era do hospital que eu trabalhava e imaginei que alguma das assistentes sociais tinha faltado e eu teria que resolver o problema.
"Oi, você sabe que é meu dia de folga né?"
"Branca, é a Marina. Branca, por favor, venha para cá. Sua mãe e seu filho foram trazidos pelo resgate. Eles sofreram um acidente."
☆☆SUMMER’S POV☆☆There was just silence, and then the call would end. I’d caught myself staring at his photos and watching videos of him more times than I could count. But I never reached out. I tried to, but I was too afraid.By the time a year and a few months had slipped by, things were back to normal. It had been two years since I was rescued from Jake. Today was my last therapy session. I was going to return to school again. I was really excited about it.“Hi. My name is Summer Peterson. I’m 20 years old. I live in Dallas with my amazing dad and my cute little brother, who, I’m afraid, isn’t so little anymore. I’m grateful to be surrounded by loved ones. I used to think there was nothing special about me. But over the years, I realized that I was special. I don’t need validation. I don’t need anyone to make me feel special because I was made special. We all are. My dad told me that what people say about me is an opinion I’m allowed to receive or toss aside. Their words don't defi
☆☆SUMMER’S POV☆☆(Six months later)“Did you ever see the cruelty behind his eyes?” the prosecutor asked.I was the last witness called to the stand. My gaze lifted, meeting Jake’s across the room for the first time. His eyes were hollow. They were dark and haunted. A cold shiver ran down my spine, but I held his gaze firmly. Memories of my best friend flashed through my mind. But I didn't see him in that room. I only saw someone who looked just like him. It was a monster hiding behind his face, wearing his skin.“At first,” I answered softly. “No. He was my best friend. My ride or die. Best friends till we die. But when I saw what he was capable of, I saw the man who… who ruined lives and ruined me.”Grief flickered across Jake’s face. I saw tears stream down his cheeks. The judge leaned forward. “Mr. Jacob, do you have anything to say before sentencing?”Jake stood. His eyes never left mine. “I’d do it again. For you.”A gasp erupted in the courtroom. My heart pounded. I looked aw
☆☆SUMMER'S POV☆☆ I quietly left the hallway, dragging myself upstairs, back into my room. Hayden came to see me afterward. “Hey, nugget.” I forced a thin smile. “I came to check up on you. Since Agnes is leaving for school very soon, you want me around more?” I didn't respond. I just stared. He waited for an answer. I couldn't say a word. A short laugh escaped his mouth. He sat beside me, nervous. “Umm, I don't know how you’re feeling, but I want you to know one thing; you’re never alone. You have your dad, Keith, your relatives, and you’ll always have me. Always. Whatever you want, whatever you need, you let me know. Okay?” I nodded once, tears filling my eyes. He caught a tear that slipped. “I love you, Summer Peterson.” “I love you, Hayden Dylan.” He embraced me like it was the last time he’d ever see me again. Then he kissed my forehead. He didn't tell me what he had discussed with my dad. He just leaned back, his piercing blue eyes taking in every inch of me,
☆☆SUMMER'S POV☆☆(A week later)Subject: Medical Leave of Absence ApprovalDear Summer Peterson,Following review of your circumstances and supporting documentation, the university has approved a Medical Leave of Absence effective immediately.Your academic record and scholarship status will be preserved during this period. Reinstatement will require medical clearance upon your return.There is no deadline for healing.Sincerely,Dean SamsonI read the email until the words stopped looking like words and started looking like wounds. I wasn’t expelled. I wasn’t dismissed. I wasn’t forgotten. I was suspended in time.I couldn’t return to school—but I was still a student. Still a girl with a future that waited patiently while I stood still, shaking. Someone people would whisper about. That’s her. The kidnapped one. The broken one.I didn’t know how to exist in a world where I was free. That was the first thing I realized after Jake was gone. Hayden returned to me as he promised. He was
☆☆SUMMER'S POV☆☆Today, I found my boyfriend fucking someone else.Summer Peterson. No. Just Summer….That's what Dean Polanski called me. He said there was nothing special about me, so he referred to me as “Just” Summer.I was a fool. I admit. But a fool in love. It was our anniversary today and I
I let out a moan as he bites my lips softly, a jolt of pleasure running through me. His right hand dances in between my thighs, his fingers delicately performing their beautiful magic trick, and I’m reaching cloud9, breathless. Still, he wouldn't go all the way because I'm a virgin. Am I still a v
☆☆SUMMER'S POV☆☆(Flashback—Before Hayden went out to meet Jake)I pulled my blouse over my shoulders too fast and hissed when the fabric scraped my wrists. They stung. The pain was there as proof that I’d let Hayden hold me down. In truth, I begged him to. Even though I pretended I hadn’t wanted a
♤♤JAKE'S POV♤♤I held the phone to my ear, pacing the edge of the rooftop private swimming pool. The entire city spilled out below in a glittering mess of light and motion. My heart spiraled with rage.“I’m serious, Dad. There’s no point shoving him into Alderidge like it’s a prison. Jail is where
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