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**PONTO DE VISTA DA KITTEN**
— Tchau, querida! — disse minha mãe enquanto corria pela entrada da garagem. Ela estava atrasada para o trabalho e tivera pouco tempo para se arrumar, então seus cabelos ruivos e vibrantes estavam uma bagunça completa. Quase dei uma risada ao vê-la tentar prendê-los em um coque enquanto corria pela rua.
— Boa viagem, mãe! — acenei de volta até que ela sumiu de vista. Em seguida, voltei para o apartamento de três quartos onde moramos. Meu padrasto comprou este lugar 2 meses antes de falecer, há 7 anos. Ele economizou para comprar essa casa dos sonhos para todos nós, mas, infelizmente, nunca chegou a morar nela. Minha mãe nunca mais abriu o coração para outro homem, então jamais se casou de novo. Torço muito para que ela faça isso um dia.
Tenho um meio-irmão chamado William. Nós dois fazemos 18 anos este ano e já terminamos o ensino médio. Do jeito que as coisas estão, nossa querida mãe não conseguiu juntar dinheiro para pagar a faculdade de nenhum de nós, então decidimos não sobrecarregá-la ainda mais. Arrumei um emprego de meio período como garçonete em um restaurante famoso aqui perto, enquanto meu meio-irmão, um gamer popular, costumava passar a maior parte do tempo trancado no quarto jogando.
Desde que completei 14 anos, comecei a desenvolver sentimentos por ele. No início, isso me assustou. Eu sabia que era errado e tentei de tudo para sufocar essa paixão, mas falhei. Não consegui impedir que meus sentimentos se tornassem cada vez mais fortes. Ainda assim, escondi tudo com sucesso e me limitei ao papel de boa meia-irmã, mesmo desejando secretamente ser algo mais — uma irmã com benefícios.
Enquanto herdei o cabelo ruivo, os olhos verdes e o porte pequeno da minha mãe, o William era encorpado, com cabelos escuros, olhos azul-oceano — da cor do mar no inverno — e um corpo atlético que nem fazia sentido, já que ele passava o tempo todo dentro de casa jogando.
Sempre que o olhava, não conseguia evitar o pensamento de que ele era o favorito do Criador. Quero dizer, como um ser humano podia ser tão gostoso?
Depois de correr os olhos pela sala, finalmente os fixei no relógio. Sete e nove. Tenho quase certeza de que meu meio-irmão ainda está no quarto jogando. Afinal, ele quase não socializa.
Fui para o meu quarto, tirei a roupa, me enrolei em uma toalha branca e fui em direção ao banheiro. Cheia de confiança, abri a porta totalmente e entrei, apenas para escutar uma bronca:
— Não sabe bater?
Meus olhos encontraram o perfil do meu meio-irmão, pelado sob o chuveiro. Eu sabia que ele era sarado, mas, meu Deus! Aquilo era um banquete até demais!
Mesmo assim, eu sabia que não podia ficar ali encarando.
— Desculpa, William. Achei que você ainda estivesse no seu quarto — disse com uma cara desculposa, sem intenção nenhuma de sair dali.
— Cai fora! — ele esbravejou irado, cobrindo suas partes íntimas para que eu não visse, embora uma parte de mim desejasse muito que ele não tivesse coberto nada. Era uma oportunidade incrível!
— Ficou surda? — ele jogou um chinelo na minha direção e, ao tentar me esquivar, perdi o equilíbrio. Enquanto tentava desesperadamente não cair e procurava algo onde me agarrar, minha toalha decidiu que já tinha cansado de cobrir meu corpo: ela desamarrou e caiu antes mesmo de eu ir ao chão.
— Ahhhh! — soltei um grito ao me ver completamente exposta. Em seguida, cobri os seios com uma das mãos enquanto me levantava às pressas, pegando a toalha.
— Me desculpa — pedi antes de sair correndo do banheiro, sem nem fechar a porta atrás de mim. Fui direto para o meu quarto e bati a porta. Só então percebi que estava apenas segurando a toalha na mão. Amarrei-a ao redor do peito e me sentei na cama, cobrindo o rosto de tanta humilhação.
Ele tinha visto claramente o que eu estava tentando esconder. E como nem me lembrei de me cobrir antes de fugir, ele com certeza viu minha bunda pelada enquanto eu corria.
Nossa!
Quem dera o chão se abrisse e me engolisse agora. Como eu olharia na cara dele depois do que aconteceu minutos atrás?
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**PONTO DE VISTA DO WILLIAM**
A água morna relaxava meus músculos, uma sensação maravilhosa depois de passar a noite em claro jogando a final de um campeonato de RPG com minha equipe.
Foi uma batalha dura, já que enfrentamos um time tão forte quanto o nosso, mas no fim vencemos, e o gosto da vitória era delicioso.
Enquanto eu mentalizava o golpe final que usei para acabar com o outro time, a porta foi empurrada e a Kitten entrou no banheiro no puro descuido, sem nem bater.
— Não sabe bater? — minha voz saiu mais forte do que eu pretendia enquanto eu usava as mãos às pressas para cobrir minhas partes íntimas do olhar dela.
Ela tentou se desculpar freneticamente, mas eu precisava que ela saísse dali logo, então joguei um chinelo na direção dela…
Ao tentar desviar, ela escorregou, o que fez meu coração quase pular pela boca.
É claro que eu queria evitar que ela caísse, mas não naquele estado! Imaginei que ela no máximo cairia de bunda, se levantaria e iria embora, para que eu me desculpasse mais tarde.
Mas a toalha dela tinha que cair justo naquela hora, e a glória dela — algo totalmente proibido para mim — ficou exposta bem na minha frente.
Minha meia-irmã era a garota mais linda que já vi na vida. E embora eu tenha desenvolvido sentimentos indescritíveis por ela depois que fiz 15 anos, sempre guardei tudo para mim e mantive uma postura fria e distante.
Nos poucos segundos em que encarei o corpo dela de boca aberta, fui obrigado a apertar com mais força minhas partes íntimas. Eu não podia deixar que ela percebesse o efeito que sua nudez estava causando ali embaixo.
— Cai fora! — gritei, e ela se levantou antes de sair correndo. Ela nem se deu ao trabalho de se cobrir antes de fugir, e tampouco fechou a porta.
Mesmo sabendo que era errado, senti que aquela era uma oportunidade rara, então alimentei meus olhos com a vista incrível daquela bunda redonda e empinada balançando até ela sumir de vista.
Só então me lembrei de que a porta do banheiro continuava aberta e tive que fechá-la, a contragosto.
Para piorar, meu amigo ali embaixo estava duríssimo. Eu precisava dar um jeito naquilo, e uma ducha fria definitivamente não resolveria desta vez.
Delphina caiu miseravelmente no chão depois que uma força a empurrou para fora do portal. Com um gemido, ela se colocou de pé. Ao erguer a cabeça, contemplou a floresta de aspecto sinistro. O Reino dos Elfos e o Reino dos Tigres compartilhavam a mesma floresta.Eles a haviam deixado no meio do nada, no denso matagal, e ela não tinha a menor ideia de para onde ir, pois não possuía um mapa nem qualquer outra coisa que pudesse lhe mostrar o caminho até as frutas que sua madrasta e sua meia-irmã exigiam. Com uma profunda expiração, ela se preparou para a sua empreitada e rezou à Deusa para que a protegesse.Delphina vacilou para a frente, enquanto suas pernas tremiam debaixo de si. Ela não tinha nenhuma forma de proteção, nenhum equipamento, apenas um pequeno pedaço de pau. Não tinha ideia de como iria colher as duas frutas, mesmo que se deparasse com elas. Parecia que as árvores se estreitavam ao seu redor, enquanto as sombras desciam em uma escuridão sinistra.Ela se forçou a continuar
Delphina apenas soluçava enquanto suportava a vergonha e a dor que a invadiam com extrema rapidez. "Por que você fez isso comigo?", murmurou ela com dificuldade."Engula isso antes que eu perca a paciência", alertou Aaronio.Fungando, ela engoliu ambas as pílulas e se levantou ao sentir que a maior parte da dor havia passado."A retribuição não está longe de você", disse ela cheia de amargura, começando a caminhar lentamente com passos trêmulos em direção à porta.Mas, em questão de segundos, seu meio-irmão já estava diante dela. Ele a agarrou pela garganta. "O que você disse?"Ela segurou a mão dele, na esperança desesperada de que ele a soltasse, pois o ar lhe faltava. Ele fez o que ela queria; ele a soltou.Mas era cedo demais para sentir alívio. Sem aviso, ele avançou sobre Delphina, desferindo-lhe golpes precisos e brutais. Delphina gritava de dor e implorava por misericórdia, mas Aaronio apenas dava risadinhas, enquanto seus olhos transbordavam de uma crueldade sádica.Finalment
Nota do autor: Apenas para que vocês saibam, pessoal. Neste capítulo há uma cena angustiante de sexo sem consentimento. Mas não se preocupem, esta é uma história sobre vingança.. . .Os dedos esguios de Delphina tremiam enquanto ela despejava cuidadosamente a água quente na frágil xícara de chá de porcelana, mantendo os olhos fixos na alça fina para evitar qualquer toque não intencional.Kaylina, sua madrasta, estava sentada elegantemente com as pernas cruzadas em uma cadeira à mesa, tomando seu chá e observando Delphina atentamente com seus olhos azuis penetrantes. Delphina sentiu o coração cair pela culatra e encolheu os ombros sob o olhar pesado de sua madrasta. O desprezo de Kaylina a fazia se sentir tão frágil quanto uma folha sendo pisada. Gordon Levitt, seu pai, estava sentado na cabeceira da mesa, imerso no jornal da manhã, e parecia não notar em nada a tensão entre sua filha e sua nova esposa.Seus pensamentos voavam para sua mãe Dalia, cujo sorriso confortador e toque suave
Layla entregou ao seu marido o maravilhoso, porém falso, relatório de gravidez, e o homem entusiasmado deu uma pequena festa. Ele até convidou Ronald; queria agradecer-lhe por ter transformado sua esposa, antes estéril, em uma futura mãe.Rose na verdade sabia que Layla fodia com Ronald; de fato, ela havia deixado os dois sozinhos de propósito desde o dia da primeira consulta. Layla também a tinha pago bem o suficiente para que ela mantivesse a boca fechada para sempre.Enquanto a pequena comemoração acontecia, Layla se desculpou e se retirou da festa, dizendo ao marido que não estava se sentindo muito bem. O homem radiante de felicidade não percebeu que Ronald já havia deixado a festa alguns minutos antes do pedido de licença dela. Ele e alguns outros parceiros de negócios estavam imersos em outros assuntos importantes. As festas dos ricos não serviam apenas para comemorar. Serviam para fazer contatos, fechar negócios e assim por diante.Eles finalmente se encontraram no quarto dela
A meia-irmã de William, Maria, que era duas décadas mais jovem que ele, veio visitá-los após sua viagem por mais de dez países. Layla fez tudo o que podia para agradá-la, mas esta nunca deixava de lembrá-la de que ela era estéril. Layla a suportou, levando em consideração que Maria iria embora no dia seguinte.Naquela noite, ela buscou consolo rebolando no pau de Carle depois de mandá-lo ir para o seu quarto. A porta não estava trancada; eles estavam apaixonados demais enquanto fodiam e simplesmente se esqueceram. Além disso, ninguém se atrevia a entrar no quarto dela sem permissão, e seu marido ou estava ocupado demais com o trabalho ou dormia num sono profundo.Enquanto ela quicava com avidez para cima e para baixo no membro, nenhum dos dois percebeu quando a meia-irmã de William entrou e os observou com interesse. Quando ambos caíram trêmulos do seu ápice e gozaram, ela bateu palmas, o que assustou os dois profundamente."Que belo show", observou ela com uma risadinha.Layla desceu
Era de manhã. Layla tinha saído sozinha para comprar algumas coisas que queria. Ela havia instruído Carle a ficar ali e arrumar as malas. A última noite eles tinham passado com suas partes íntimas entrelaçadas, enquanto a cama rangia como louca. Até mesmo hoje de manhã no banheiro, quando tomaram banho juntos, eles se divertiram um pouco na banheira.Carle estava sentado na cama naquele momento, depois de ter guardado tudo organizadamente. Ele assistia às notícias e viu uma reportagem sobre uma mulher negra que fora homenageada por salvar a vida do único filho de sua vizinha racista, que quase fora atropelado por um carro. O menino era secretamente amigo da filha da mulher, que também era manca.Carle sorriu. "Todos os seres humanos são iguais. Pelo menos essa racista vai mudar de ideia agora – embora eu a ache bastante estúpida por odiar as pessoas por causa da cor da pele. Não é de senso comum que até a terra não tem apenas uma cor, e mesmo assim é possível construir uma casa com tu







