INICIAR SESIÓNLa misma cafetería. La misma mesa. El mismo pedido. La misma persona lo atendía. Sin embargo, una tarde todo cambió. Eliel era de esas personas habituadas a tener una rutina. Ir a trabajar y, luego, pasar por su cafetería favorita. Disfrutaba desperdiciar el tiempo bebiendo una taza de té y leyendo un libro. Era su pasatiempo antes de regresar a su casa. Siempre solo, sin que nadie lo molestase, y le encantaba. Pero… Sí, hay un pero… Toda aquella serenidad se hará añicos cuando sea otra persona quien lo atienda y Eliel no está acostumbrado a decir más de dos palabras. En serio, él solo quería disfrutar de su té mientras leía, pero, al parecer, ya no será así. Noam será el encargado de romper su burbuja tranquila. ¿Cómo es que Noam se convirtió en una persona tan… molesta? ¿Por qué a él? Eliel no lo sabe, al menos, no al principio. Lo que comienza mal… Acaba, ¿en romance? Dicen que los polos opuestos se atraen, ¿verdad? Bueno, Eliel y Noam están a punto de comprobarlo… ****** Obra registrada en Safe Creative. No se permite copia total o parcial, sean originales. Ante cualquier tipo de plagio, se tomarán las medidas necesarias. Todos los derechos reservados.
Ver más༺ Amara Wild ༻
A noite está quieta e fria em Nova Jersey. Estou agachada ao lado do restaurante, remexendo os sacos de lixo como sempre, buscando qualquer sobra de comida que aliviasse a fome. Meus dedos já estão acostumados a puxar embalagens meio abertas, caixas engorduradas e restos abandonados sem dar muita importância para a sujeira. Foi quando, com sorte, achei meio sanduíche, amassado, mas ainda com um pedaço de queijo grudado. Dei uma mordida generosa, quase fechando os olhos de tão bom que parecia. De repente, ouvi vozes alteradas, perto da porta de entrada do restaurante chique. Olhei na direção das vozes, curiosa. Uma mulher linda e elegante estava parada ali, encarando quatro homens que pareciam rodeá-la. — Eu não aguento mais isso, Luca! — ela gritou, cruzando os braços. — Esse relacionamento com vocês todos está me sufocando! Preciso de espaço, de liberdade, e vocês não entendem! Luca, o mais alto, ergueu as sobrancelhas com uma expressão de surpresa. — Liberdade? — Ele soou quase ofendido. — Nós só queremos cuidar de você. Amamos você. É difícil entender isso, abelhinha? Ela riu amargamente. — Cuidar? Vocês pensam que podem decidir tudo sobre a minha vida, Domenico, Pietro, Enzo… — Ela foi apontando para cada um deles, um de cada vez, como se estivessem em um tribunal. Pietro, o rapaz com um jeito arrogante, passou a mão pelos cabelos e revirou os olhos. — Ah, para com isso, Serena. Você é importante para nós. Não pode simplesmente sair assim. Vamos para casa conversar… Ela deu um passo para trás, respirando fundo. — Não posso? Olha só o que posso fazer! — E, num gesto teatral, ela tirou o anel que tinha no dedo e o jogou no chão, no meio dos quatro. — Não quero mais isso. Nem quero mais vocês. Gosto de outro. Para mim, essa relação já acabou. Enquanto isso, eu observava a cena, mastigando meu sanduíche, quase hipnotizada. Que confusão! Se fosse uma novela, seria o capítulo principal. Enzo, o mais jovem, parecia inconformado. — Está nos trocando por quem, Serena? Quem é melhor do que nós quatro? Ela ergueu o queixo com um sorriso desafiador. — Uma cara que não me sufoca. Me dá liberdade e espaço para ser quem sou… Arrume outra idiota para se sujeitar a isso, quem sabe aquela mendiga ali. Engasguei com o sanduíche e tentei me recompor. Levantei o meio sanduíche, quase como se estivesse brindando. — Ei, nada contra. Eu aceito o “cargo” se for preciso e se pagarem bem — comentei, dando uma mordida e me esforçando para não rir. Eles se viraram para me encarar, mas minha fome era tanta que continuei mastigando, assistindo ao show deles sem me importar. Estou ali, mastigando o que restava de um sanduíche, quando a discussão deles começou a esquentar de verdade. A mulher parecia decidida. Ela gesticulava intensamente, o rosto em chamas de raiva. — Chega, Luca! Estou cansada disso. Eu não quero mais esse relacionamento! Vocês não vão me fazer mudar de ideia. Estou apaixonado por outro, como disse — ela disse, sua voz cortando o ar frio da noite. Soltei uma risada baixa, porque, apesar da situação, a coisa toda possuía um toque dramático que até me distraía da fome. Dei mais uma mordida no sanduíche, de olho na cena. — Apaixonada por outro, Serena? Você realmente está falando sério? — Luca perguntou, parecendo mais chocado que bravo. Serena ergueu o queixo, sem hesitar. — Sim, Luca! Me apaixonei por outro, e quer saber? Ele me trata com o respeito que vocês nunca me deram! Sempre me tratando como um pedaço de carne pronto para ser abatida. Quase engasguei. Aquilo estava ficando melhor a cada segundo. — Você não pode fazer isso conosco, Serena! — gritou o tal do Domenico, com uma expressão de dor que nunca havia visto em muita gente largada na rua. Mas, ao invés de responder, Serena apenas mostrou o dedo do meio, com a maior cara de desprezo, e fez sinal para um táxi que se aproximava. Em poucos segundos, entrou no carro e foi embora, deixando os quatro ali, parados como estátuas, desolados. Dei de ombros e voltei a revirar o lixo de novo. O sanduíche já estava quase no fim, e a fome continuava. — Que novela… — murmurei, rindo sozinha. De repente, sinto uma presença atrás de mim. Meu corpo enrijeceu no mesmo instante e, quando me virei, lá estavam eles, os quatro, com as expressões sombrias e cheias de uma mistura de frustração e raiva. Meu coração começou a acelerar fortemente, porque tenho ideia do que caras assim podiam fazer com pessoas como eu. Já vi esse tipo de olhar antes quando queriam descontar a raiva em alguém, e, quase sempre, escolhiam os mais frágeis. — Então… está tudo bem, rapazes? — perguntei, tentando soar despreocupada, embora cada fibra do meu ser me alertasse para sair dali o mais rápido possível. Estava pronta para dar o fora, mas um dos caras o tal do Luca deu um passo à frente e disse, com um sorriso meio amargo: — E aí, estava gostando do show, senhorita? Parecia se divertir de longe. Tentei disfarçar, mas a verdade é que meu rosto estava com um sorriso sarcástico estampado. — Ah, eu… bom, não fiz por mal. Só… foi impossível não notar a novela acontecendo bem na minha frente. — Dei de ombros, mordendo o pedaço de pão meio duro que encontrei. Ele arqueou uma sobrancelha, mas antes de responder, Domenico o que parecia ser o mais velho, e ter o ego bem ferido, virou para os outros três e falou com um ar meio misterioso: — E se a gente fizesse… Os outros olharam para ele, confusos, e Luca soltou um suspiro exasperado. — Ah, Domenico, você não está pensando nisso, está? Nem continue com isso. Domenico ergueu as mãos, como se o plano que tivesse na cabeça fosse a coisa mais brilhante do mundo. — É sério! Não me digam que nunca pensaram… quero dizer, já que a nossa “amada” foi embora… — Ele lançou um olhar aos outros, esperando alguma aprovação. Ouvindo tudo isso, só conseguia pensar em uma coisa: esses caras perderam a noção. Mas antes que pudessem perceber minha expressão de total descrença, dei mais uma mordida no pão, tentando parecer alheia. — Olha, pessoal, vou indo, certo? — disse, enquanto dava alguns passos para trás, torcendo para não me encherem mais o meu saco. No entanto, claro, eles perceberam. Enzo, o mais jovem, ergueu a mão para me parar, olhando para mim com um sorriso que não sabia se era de diversão ou desafio. — Ei… Para onde pensa que vai? Olhei para os quatro, agora me cercando com uma curiosidade que me fazia querer evaporar dali. Mas, como fugir só iria atiçar mais o interesse deles, engoli em seco e mantive o tom o mais casual possível. — Ah, vocês sabem… tenho compromissos importantes com aquele lixo ali. — Fiz um gesto na direção das latas de onde havia tirado o sanduíche. — Fome não espera, né? Eles se olharam, trocando olhares que eu não conseguia decifrar, mas percebia uma coisa: esses caras estavam interessados em mim por um motivo que eu ainda não havia entendido. Porém, não pretendia ficar para descobrir.Advertencia de contenido sexual explícito.Recuperándose, Eliel se puso de pie nuevamente y se abrió la cremallera de su pantalón. Su pene estaba duro como una roca y la sensación de alivio fue agradable cuando se dio un par de caricias por encima de la tela del bóxer.—Ahora, Bebé, me chuparas y lo harás muy bien —sentenció, dejando expuesto su duro y goteante pene.Noam parpadeó, mirando el pene de su esposo. Lo quería. Quería lamerlo, chuparlo y enloquecer a Eliel con su lengua y boca.—Sí, Daddy —replicó Noam, ahogando un gemido.Eliel sostuvo con una mano la parte de atrás del cuello de Noam y con la otra guió su pene hacia los labios de Noam, frotando su glande allí. Noam sacó la lengua, lamiendo y probando antes de que Eliel se lo meta en la boca.Noam chupó, decidiendo hacer lo mejor que podía mientras intentaba llevarlo más profundo en su garganta y ahuecando sus mejillas. Quería ver a su Daddy venirse por algo que él hizo. Eliel vio la determinación de Noam en sus ojos y nunc
Estaba un poco nervioso… No, no eran nervios. Era… vergüenza. A la mierda. No había nada de malo en lo que estaba por hacer. Además, no sería la primera vez y mucho menos la última. Desde que descubrió que le gustaba usar ciertos objetos en la intimidad, se había hecho un poco aficionado al asunto. Su primera experiencia dentro del campo BDSM había sido buena y aprendió ciertos artilugios que le fueron gustando mucho más a medida que incursionaba en ese mundillo. Ciertamente, con el paso de los años, se convirtió en el dominante. Sin embargo, siempre tuvo cuidado a la hora de relacionarse con las personas. Sus antiguas relaciones fueron esporádicas y nunca sintió más que solo atracción física. Pero eso había cambiado radicalmente cuando conoció a cierto chiquillo que supo ver más allá de lo que mostraba en la superficie. Ese chiquillo logró conquistarlo y enamorarlo. Ah, cómo cambiaron las cosas desde que conoció a Noam. Se había enamorado profundamente del chico y hoy día, después de
Su teléfono vibró dentro del bolsillo del pantalón. Echó una mirada hacia la izquierda; Luisa lo observaba con una ceja arqueada.—Como que tengo que ir al…—Sin excusas. Ve y atiende el teléfono —Una sonrisa de disculpas esbozó en torno a la chica—. Quita esa sonrisa mal disimulada. Ahora ve y habla con tu novio, gerente irresponsable.—¡Hey!, soy un buen gerente —espetó, arrugando la nariz.Luisa rió por lo bajo, negando con la cabeza. Se llevaban más que bien, al punto de confirmar que eran buenos amigos y cómplices cuando necesitaban cubrirse las espaldas por ciertos asuntos nada referente a la cafetería.Imitando un intento de puchero, cruzó las puertas vaivén, rumbo a la zona más alejada del bullicio de las personas y del personal.~*~El calor trepó por sus mejillas mientras contemplaba la imagen en su teléfono. Já, luego Eliel tenía el descaro de llamarlo insolente a él.«—Quiero mi té de miel y limón» —espetó en un susurro el mensaje al pie de la fotografía.Era injusto que s
Se dirigió hacia la misma mesa, retiró la silla y se sentó parsimonioso. Dio una mirada fugaz al entorno, todo seguía igual a como lo recordaba. Inhaló gustoso el intenso aroma a café que parecía venir de cada rincón de la estancia. Y no, a él no le gustaba beber café, pero no necesariamente significaba que no le agradara el aroma. Él optaba por algo mucho más…—Disculpe la demora, aquí tiene su té —espetó alguien.Asintió, sin quitar la mirada de la persona que se marchaba nuevamente a retomar las tareas cotidianas de su trabajo.Inhaló el perfume que desprendía la humeante taza. Sí, esa esencia era mucho más gustosa que la del café.Esbozó una sonrisa nostálgica antes de dar el primer sorbo. Y mientras degustaba el té de miel y limón, en su mente comenzaron a brotar los recuerdos. Recordó la primera vez que entró a la cafetería y de cómo había quedado hechizado por la tranquilidad de esta; de cómo prefirió la mesa más apartada del bullicio de los demás clientes, de la voz suave de l
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