Se connecterAria Kates sempre foi feliz por ter um marido como Jayden Mattew. Embora o casamento deles tenha sido arranjado, Jayden a tratava como a mulher que ele realmente amava. E quando Aria também começou a amar Jayden, ela se deparou com uma realidade amarga. Jayden, que ela conhecia como um homem bom e fiel, na verdade estava tendo um caso. Ele já mantinha um relacionamento com uma mulher chamada Elena muito antes de se casarem. Aria os flagrou transando na própria casa deles. Destruída. Aria ficou completamente devastada por ter sua confiança traída pela pessoa que amava. — Me dê o divórcio! — disse Aria, enxugando as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. — Divórcio? — Jayden deu um sorriso cínico. — Não ouse ter esperanças de conseguir se divorciar de mim, Aria — ele disse, fuzilando-a com o olhar. — O quê? — Você vai ficar comigo até que todos os meus objetivos sejam alcançados. No fim das contas, Aria descobriu que não apenas havia sido traída, mas também usada.
Voir plus— Por que você não fica para passar a noite, querida? — perguntou Anne, acariciando suavemente o cabelo de Aria, sua única filha.
— Não, mamãe. É melhor eu ir para casa — disse Aria, esfregando com ternura a barriga, que estava cada vez maior. Estava quase no nono mês de gestação, prestes a dar à luz. Aria morria de vontade de conhecer seu bebê, que, segundo as previsões, seria um menino. — Mas está muito tarde. — Anne continuava relutante em deixá-la ir, apesar de já estarem na varanda. Até mesmo o carro que levaria Aria estava estacionado ao pé da escada. — Tem um motorista, mamãe. Além disso, você sabe que eu não gosto muito de barulho e agitação — disse Aria, dando a razão mais lógica. Sabia que, caso contrário, Anne não a deixaria ir embora. — É verdade — concordou Anne, finalmente. — Está bem, então. Mas assim que chegar em casa, não se esqueça de me ligar imediatamente. — Sim, mamãe. Já estou indo. — Vai com cuidado. O carro que transportava Aria saiu do enorme jardim da família. Não demorou muito para que chegassem à casa, não menos majestosa, onde Aria e Jayden moravam. Um presente de casamento da família de Jayden. — Obrigada — disse Aria quando o motorista abriu a porta para ela e a ajudou a descer. — De nada, senhora — respondeu o homem, soltando lentamente a mão de Aria. A passo lento, Aria entrou na casa. Mas antes de cruzar a soleira, deu uma olhada na garagem, onde havia um carro cinza estacionado. — Ah, o Jayden não tinha dito que faria hora extra hoje à noite? — murmurou para si mesma. Mas, em poucos segundos, balançou a cabeça. Talvez tivesse se enganado; podia ser que seu marido estivesse usando outro carro, já que eles tinham vários. Decidiu continuar para dentro. A casa estava muito silenciosa e meio escura. Era compreensível, já que os empregados já tinham saído; só voltariam pela manhã. Aria e Jayden preferiam ter um tempo a sós, sem estranhos por perto. Aria continuou caminhando em direção ao seu quarto, até que o silêncio da noite foi repentinamente quebrado ao ouvir um leve gemido vindo de sua alcova. Seus olhos se estreitaram ao ver que a porta do quarto estava entreaberta. — Eugh... Jay... ahh... Aria perdeu o fôlego pelo susto quando o gemido foi ouvido com mais clareza. O corpo da mulher tremeu e as palmas de suas mãos se cobriram de um suor frio. — Sim... assim, amor... ahh. Você é incrível... A voz soou de novo. Aria não podia estar enganada: era o suspiro de uma mulher. Engoliu em seco com dificuldade, tentando forçar seus passos, que agora pareciam pesadíssimos. À medida que se aproximava, os ofegos e gemidos ficavam mais nítidos. Ela não ouvia apenas uma mulher, mas também um homem. Aria empurrou a porta lentamente e o que viu ali fez com que a bolsa que segurava caísse no chão de uma vez. O ruído fez com que as duas figuras, que se contorciam em pleno ato de prazer, parassem o que estavam fazendo e ficassem encarando uma Aria petrificada. — O que você está fazendo, Jayden?!!! --- — Você tem certeza de que a sua esposa não vem hoje à noite? — perguntou Elena Delwes, envolvendo o pescoço de Jayden com os braços enquanto o olhava com desejo. — A família dela vai dar um jeito de prendê-la lá, então fique tranquila. Hoje à noite estamos livres para fazer o que quisermos, querida — disse Jayden, perdendo-se na curva do pescoço da mulher que era sua amante desde a época da faculdade. Nem mesmo o seu estado civil tinha conseguido pôr um fim ao caso deles. Ambos tinham concordado em manter o relacionamento em segredo. Embora fosse torturante, eles aproveitavam intensamente. — Eugh... você não deveria estar lá também, Jay? — perguntou Elena com dificuldade, já que Jayden não parava de beijar o seu pescoço. Para ser mais exato, ele a beijava com uma intensidade feroz. — Para quê? Além do mais, passei o dia todo com ela. Hoje à noite eu quero estar com você, Elena — respondeu Jayden, arrancando um largo sorriso dela. Após dizer isso, os lábios carnosos de Jayden pousaram com suavidade sobre os lábios finos de Elena. Compartilharam a ansiedade de quase uma semana sem se verem da forma mais deliciosa possível. As roupas de ambos ficaram espalhadas pelo chão. A cama *King size* que Jayden e sua esposa, Aria, costumavam ocupar era agora a testemunha silenciosa da união entre Jayden e Elena. — Ahh... senti tanta a sua falta, Elena — sussurrou Jayden, começando a bombear sobre o corpo dela. Seus movimentos faziam Elena sentir como se estivesse flutuando em um mar de prazer. A mão pequena de Elena se esticou para acariciar a bochecha de Jayden, fazendo-o sorrir enquanto ele continuava investindo com força contra o centro dela. A pele exótica de Jayden brilhava, encharcada de suor como se fosse mel derretido, uma visão linda que acendia ainda mais a paixão de Elena. Suas mãos finas, com a manicure recém-feita, afundaram no cabelo de Jayden, puxando-o levemente enquanto as sensações se tornavam cada vez mais avassaladoras. — Não me aperte tão forte, Elena... ah! — disse Jayden, sentindo como o corpo dela o envolvia com força, acelerando as ondas de prazer. O sangue de Jayden pulsava com ímpeto; seu coração batia a mil por hora. — Diga, Jay! Eu sou muito melhor do que a sua esposa, não sou?Grávida.Elena nunca imaginou que estar grávida seria algo tão glorioso. Sentir que um pequeno anjinho habitava agora em seu ventre era uma bênção verdadeiramente impagável. Além disso, aquele feto era o fruto de seu amor com Jayden. Embora sua barriga ainda estivesse reta, Elena já a acariciava e de vez em quando conversava com o futuro filho.— Quando você nascer, para onde quer que a gente vá passear? — murmurou Elena pensativa. — Mamãe e papai vão te levar para onde você quiser. Prometemos — tornou a dizer.As folhas que caíam, iluminadas pelo sol da tarde, ofereciam uma vista extremamente relaxante. Elena contemplava o jardim de casa a partir do segundo andar.— Olha, meu amor. Você vai brincar aí embaixo com a mamãe — disse de novo, imaginando a emoção de correr ao ar livre junto com o bebê. Seria tão divertido.— Elena? — chamou alguém logo depois que se ouviu o barulho da porta se abrindo.Elena virou-se e deu de cara com o marido, que caminhava em sua direção com um copo de l
— Você está esperando visita? — perguntou Aria, sem se soltar do abraço de Hans. Ela ergueu o olhar e ele se inclinou um pouco; os rostos dos dois ficaram tão próximos que podiam sentir o roçar de suas respirações.— Não. Que eu saiba, não convidei ninguém. Além do mais, as únicas pessoas que sabem a senha do meu apartamento somos você, meus pais e a Viona — respondeu Hans, visivelmente confuso.Ambos se separaram e saíram do quarto, intrigados para saber quem havia chegado.— Oi, meu amor! — cumprimentou a mulher, lutando com uma grande quantidade de bagagem pesada. Parecia até que estava se mudando; trazia consigo três malas enormes e duas bolsas igualmente grandes.— Mãe, Viona... mas o que está acontecendo? Por que vocês vieram sem avisar? — perguntou Hans, ajudando a mãe a colocar as malas para dentro da sala.— Sinto muito por não ter te ligado antes. — Shila tentou normalizar a respiração, um tanto ofegante, antes de continuar: — De agora em diante, a Viona e eu vamos morar aqu
Hans não era muito bom em esconder seus sentimentos. Ele já havia se resignado com o fato de que Aria ficaria brava com suas palavras. Pelo menos, ele tinha dito o que sentia.Aria abaixou a cabeça.— Sinto muito por ter te deixado desconfortável — sussurrou suavemente. Mas, ao contrário do que Hans esperava, Aria na verdade estava se sentindo culpada.Ele sorriu com doçura.— Não me incomoda que você venha, querida. Na verdade, me deixa muito feliz. É como um simulacro de casamento — disse Hans com uma risadinha leve.— Mas não posso deixar que você faça coisas que sei que vão te deixar exausta. Então, por favor, não continue fazendo tudo isso, meu amor — implorou Hans, pegando-a pela mão.Hans sabia perfeitamente que Aria fazia tudo aquilo para provar que era digna de ser a nora ideal para a família dele. No entanto, ele não podia permitir; ela acabaria adoecendo de tanto cansaço.O trabalho, cuidar das crianças e depois ainda ter que cuidar dele... Embora o apartamento de Hans não
— Sim, estamos planejando o casamento, mas não para um futuro próximo — defendeu-se Aria, encolhendo levemente os ombros.A decepção refletiu-se claramente nos rostros de Anne e Tara. Tinham ficado muito animadas momentos antes, pensando que Aria se casaria logo com Hans.— Então, a que se deve a sua pergunta? — quis saber Anne.— Só quero agradar aos pais do Hans, mãe. Quero ser uma nora de quem eles possam se orgulhar — disse Aria. Ela ainda não se atrevia a contar a verdade sobre o seu acordo com Shila. Temia que, se Anne ficasse sabendo, algo ruim pudesse acontecer.Anne sorriu com orgulho para a filha.— Você já é uma filha de quem seus pais têm muito orgulho, Aria.Aria também sorriu, agradecida. Aparentemente, ela tinha feito com que seus pais se orgulhassem dela. Isso significava que havia triunfado como filha.— Quando se trata da nora ideal, cada um tem seus próprios critérios — disse Anne após refletir um momento.Não apenas Aria escutava com atenção, mas Tara também acompa












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