LOGINLorcé Callora, An eighteen-year old, aiming to go to college. Of course to study hard and become successful someday. Mysteriously, the academic girl who always pass gets rejected by every school she applied in. She was devastated until she received an unexpected admission email that changed the direction of the life she thought she would pursue.
View MoreAtenção: "Esta é uma obra de ficção. Todos os personagens, empresas e eventos apresentados são completamente fictícios, e qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. O ambiente e as referências ao país foram criados com base em pesquisas para oferecer um contexto mais imersivo à narrativa."
Prólogo Os gritos de xingamentos eram ouvidos claramente fora da sala e por todo o salão do escritório. As pessoas passavam rapidamente perto da porta, tentando, sem sucesso, olhar discretamente para ver se alguém sairia machucado ou, quem sabe, o pior… que Deus os ajudasse! Todos sabiam que seu chefe perderia aquela briga. Os funcionários erguiam a cabeça de suas mesas, apostando discretamente. — A senhorita Choi vai ganhar dessa vez. — Disse uma das mulheres, com um sorriso nervoso. Então, ouviram outro barulho, seguido pela voz do homem: — Eu acredito no senhor Kim. — A voz soou tensa. — Embora a senhorita Choi me dê medo, e do jeito que ela entrou naquela sala... parecia prestes a matá-lo. De repente, fez-se um silêncio absoluto, que durou uns dez segundos—talvez até mais. Será que os dois se mataram? Bom, quem sabe, ninguém parecia disposto a bater na porta para descobrir. Nem o secretário do senhor Kim se atreveu a mover um músculo; ele continuou trabalhando arduamente, como se nada estivesse acontecendo. A porta se abriu com um estrondo, e como uma Miss Universo segura de seus passos, Ha-na Choi desfilava pelo corredor, linda e completamente furiosa. Seus cabelos longos e pretos voavam conforme ela caminhava, e sua beleza chamava a atenção de todos. Era impossível não perder o fôlego diante daquela mulher. Nariz arrebitado, lábios carnudos e perfeitos, corpo escultural, marcado por um elegante vestido vinho de grife… talvez fosse da Dior? Dolce & Gabbana? Ou até mesmo da sua própria linha… a Choi Collection. As mulheres não sabiam dizer, mas tinham certeza de que estava perfeito nela. Os homens, por sua vez, pareciam até sem fôlego, paralisados pela visão da deusa da fúria. — Você acha que venceu, sua mulherzinha maquiavélica? — Ele gritou, em um último esforço de resistência. Ela parou no meio do corredor, e um sorriso maldoso apareceu em seu rosto. Virou-se e levantou uma sobrancelha, como desafio. — Maquiavélica? — Um sorriso cínico se formou nos lábios dela. — Você verá o que é ser maquiavélica, seu arrogante imprestável. O negócio foi fechado comigo. O ar mudou, e todos perceberam que haviam prendido a respiração. Ha-na virou-se e saiu tranquilamente, sem olhar para trás. Os funcionários se entreolharam, hesitantes, antes de olhar para seu chefe. — O que foi? — Ele esbravejou, interrompendo o silêncio. — Voltem ao trabalho agora! Rapidamente, todos voltaram ao que estavam fazendo, tentando disfarçar a tensão. O show havia terminado, e o chefe bateu a porta com tanta força que todos saltaram em seus assentos. Será que algum dia aqueles dois iriam se entender? E outra coisa, mais importante ainda: aquela porta aguentaria mais pancadas como aquelas? |×| Ha-na olhou para o relógio assim que estacionou em casa. Suas sobrancelhas se ergueram de surpresa ao ver que eram 23:00 horas. Já estava tão tarde assim? Ela soltou um muxoxo, rezando para que ele não estivesse dormindo. Abrindo sua bolsa, retirou uma pequena caixinha, abriu rapidamente e colocou a aliança no dedo, dando-lhe um beijo rápido. Ha-na saiu do carro e entrou em sua casa. Tudo estava sombrio. Poxa, ele havia dormido mesmo? Não podia julgá-lo. Seu marido era um homem ocupado, e quando se tratava de trabalho, ele e ela eram iguais, cientes do quanto ele estava esgotado. O que ela poderia fazer era tomar um banho, comer alguma coisa e se deitar ao lado dele, pedindo por seu abraço. Sem se dar ao trabalho de ligar as luzes, atravessou a sala e subiu as escadas direto para o quarto. Quando ligou a luz, percebeu a cama arrumada, mas a luz do banheiro ainda estava acesa. O cheiro da loção de banho preenchia o ambiente, envolvente e agradável. Ha-na tirou os saltos e prendeu o cabelo em um coque frouxo. Ao entrar na suíte, deparou-se com a cena mais sensual do mundo: Ele estava na banheira, a água morna deslizando suavemente sobre seu corpo esculpido. Seus traços afilados e a linha de mandíbula definida exalavam autoridade e charme. Os olhos, profundos e penetrantes, estavam fixos nela, transmitindo uma mistura de desejo e controle. Seu cabelo escuro, ainda úmido, caía ligeiramente sobre a testa, acentuando a elegância de seu rosto. Com uma taça de vinho na mão, ele parecia mais um executivo acostumado a dominar a sala de reuniões. No entanto, sua postura relaxada na água transmitia uma confiança quase irresistível. A aliança dourada em seu dedo brilhava suavemente, refletindo seu compromisso e o poder sutil que exercia sobre tudo ao seu redor. Seu sorriso, enigmático e sedutor, era a expressão de um homem que sabia exatamente o que queria e como conquistá-lo. Seu marido era lindo e sexy demais . O olhar intenso, de um sensual irresistível, se encontrou com o dela mais uma vez com um brilho ardente e selvagem. Ele tomou outro gole do vinho, e uma fome possessiva tomou conta dela. Ha-Na tirou os brincos e, com um movimento devagar, sabendo que estava sendo observada, abaixou o zíper do vestido, começando a se despir na frente dele. Ela usava lingerie da mesma cor do vestido. Ela se aproximou, roubou a taça de vinho da mão dele e tomou um gole, antes de se aproximar de seu rosto como se fosse beijá-lo, mas se afastando de maneira provocante, sabendo o quanto ele ficaria louco com aquilo. — Amor, não faz assim, eu passei o dia inteiro pensando em você, com saudade e… — Ele disse, com a voz carregada de desejo. — Louco pra te foder gostoso. Um arrepio percorreu a espinha dela. Ouvir aquelas palavras a acendeu ainda mais, mas ele merecia um pouco mais de tortura, ela se despiu completamente, mordendo os lábios ao notar o olhar dele transbordando de desejo para o corpo dela. — Não acha que pegou pesado? — Ela perguntou, manhosa, enquanto entrava na banheira e se sentava no colo dele, a ereção dura pressionando contra ela. Um biquinho charmoso se formou em seus lábios, o perfume dele a deixou tonta, como se estivesse bêbada. Ele a agarrou, puxando-a mais para cima, esfregando os corpos, fazendo a espuma sair da banheira. — Ah, e o que quer que eu grite, senhora Kim? — Jin-Hoo parou e sorriu de forma maliciosa. Segurou sua nuca e a puxou para perto, seus lábios se aproximando de seu ouvido. — O quanto sou maluco por você? O quanto te acho linda e gostosa? O quanto só quero te beijar? Te chupar e te foder o tempo todo? O quanto te amo? Ela soltou um gemido, ouvindo aquelas palavras sussurradas de forma rouca. A cada palavra, o desejo a consumia mais, e ela se esfregava contra ele, provocando. — E você acha que sou diferente? — Ela perguntou, abraçando-o com força. — Eu quero estar com você o tempo inteiro, e o quanto quero que todos saibam, mas não podemos dizer agora. — Eu sei. — Ele soltou um suspiro e beijou seu pescoço, fazendo-a estremecer. — Mas estou louco para que esse dia chegue. — Seus lábios roçaram os dela, passando a língua ao redor. Então, Jin-Hoo a beijou como se sua vida dependesse disso. As línguas se entrelaçaram, os corpos se esfregaram, as mãos percorriam por todos os lugares, apertando suavemente a pele, enquanto gemidos lascivos podiam ser ouvidos fora da suíte. Quando se separaram para respirar brevemente, Jin-Hoo sorriu triunfante ao observá-la, corada, ofegando e completamente excitada. — Eu venci. — Disse, segurando um seio dela e massageando o bico com o polegar suavemente. — Esquece isso e me fode, amor! — Ela ordenou, com um olhar de pura necessidade. — Não quero pensar em mais nada, só quero você! — Deixa comigo, minha mulherzinha maquiavélica. — Ele sorriu mais uma vez e a beijou, unindo seus corpos profundamente. E ali, se entregaram à paixão, à saudade e ao amor que estavam sentindo.I firmly closed my eyes at the fast wind I’m encountering while keeping my soul in check. Cavroz is riding the horse too fast I can barely open my eyes.Wait. I can feel mana. A huge amount is being used around the place.I focused my senses. The closer we get to the area, the louder the people crying and struggling can be heard. I opened my eyes and I can almost sense where the commotion is as if it's right in front of me. Some houses are on fire and—“AH!” I shouted when the horse is suddenly trying to stop.No, Cavroz is stopping the horse. He must have realized he unconsciously brought me to a danger zone. “NO! KEEP. GOING!” I said firmly. I heard him groaned in response but he didn’t object. Because we have no time to spare.Wild spirits the man said. Now what the hell are those!?We arrived near the village and we came into a halt behind a small house. He jumped down before looking up at me
The next morning, I was awoken by a sequence of loud knocks on the door. So loud that it pissed me off!“Who is it?” I asked and leaned my tired face on the door.“LORCÉ!! IT’S US!!”I immediately opened the door. “Ferris!?”“AAAHHH!” She squealed and hugged me tight. Venice was behind her with her expressionless face. As always.But I couldn’t help but smile. “Oh my god! What are you doing here? I thought students weren’t allowed to come here?”Ferris broke the hug and clasped her hands. “Lady Sultana and Professor Zeke ordered us to visit town. They told us we can take you with us.”“Town? For what? Isn’t it too early?”Their faces fell then they both looked at me in disbelief. “Early? It’s already nine o’clock. Is that early for you?” Venice countered.Nine o’clock!? “W
Lorcé Callora’s POVAfter a moment of awkward silence, the man beside me spoke. “We should begin your training.”Sir Conrad said that Cavroz will replace him for today in supervising my training because he had to go home for a family emergency. He left after leaving those few words.I nodded then evaded his gaze. I should thank him, right? For that night. I remember everything that happened, the pain, the darkness, the cracks on my skin, the light, the lake, the desperation I showed when I saw his stunned expression, the way I held him tightly and how he carried me. I felt my cheeks suddenly burning.What am I thinking!? No! I should just pretend I don’t remember anything. I’m too embarrassed to say it!I cleared my throat and followed him. “What made you want to learn the whip?” He asked while inspecting the whip I’ve been using. He rolled them and with just a swift move, he released it
Third Person’s POV “It happened thirteen days ago, sir. The girl turned nineteen and that’s when her awakening happened. The academy tried hard to keep this confidential but they could no longer control it,” a middle aged man reported. The man in a white coat fixed his glasses. “Understood. Lorcé Callora you say? Callora. Callora. Hmmn. Interesting.” “A Callora who had no abilities and experienced a late awakening?” Another man approached. The man in a white coat nodded in amusement. “Yes, yes. A rare gem. We’ve got to have a hold on this matter. And as Examiners, the academy should allow it, don’t you think?” A dangerous smirk coming off from his lips. Lorcé Callora’s POV “It’s not working. Nothing’s happening. I give up!” I slumped on the chair and totally laid my back on the back rest. “Now, now. Stand up and try again, odd one. I have class this afternoon.” I am alone with the impatient Professor Kazar in an indoor trai
The next morning, I was awoken by Ferris again. But this time… “Lorcé, wake up! Lady Sultana has summoned you!” Before she could touch my blanket, I sat on my bed like a corpse who rose from the dead. “Lady Sultana?” That beautiful woman is calling for me? “Woah! I didn’t kno
She held my hand and 'dragged' me. As we went out of the door, the busy noise of students walking by and talking to each other greeted my ears.I had the urge to grab Ferris’s elbow in consciousness. The students around the hallways differ in uniform and that’s when I noticed t
She hanged up the phone, stood up and walked towards me aggressively with wide eyes.I tried hard not to walk backwards until her face is now twelve inches away from mine.She stared into my eyes and I swear I felt like she looked into my soul.She then faced Rebenkoff
I shook my head at Rebenkoff and waved my hands in disapproval. “Oh, no thanks! I’m going home. My mother is probably looking for me right now—AAHHHHHH!" He pulled me and we both jumped on the sink hole at the same time. I’m gonna die! No! I’d rather be killed by my






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