Share

Meu Criminoso (Morro)
Meu Criminoso (Morro)
Penulis: Monik Régis

Um

Penulis: Monik Régis
last update Tanggal publikasi: 2026-10-29 21:08:19

Guerreiro

Meu olhar por baixo de uma máscara analisa a ação através do retrovisor do Volvo xc, onde carrega quatro bandidos fortemente armados, entre eles, eu. Minha respiração sai abafada pela boca e nariz por dentro da máscara. Mesmo obtendo o pequeno buraco na boca, é tenebrosa uma respiração pesada, saindo do meu pulmão. O tempo tem pressa e nesse momento a adrenalina percorre pelas veias em estar em uma fuga dentro de um carro, sendo perseguido por diversas viaturas policiais.

Posso dizer que a mente fria age nesse momento, a escolha minha é essa, no jogo de sorte, vida ou morte por estar dentro de um caminho fácil e ao mesmo tempo difícil, o crime.

— Acelera essa porcaria. — Minha voz rouca exclama a atenção do piloto.

Seguro o fuzil apertando firme traçado na frente do meu peitoral. A direção é ofuscada pelo tempo estar de madrugada, meu olhar passa mais uma vez pelos retrovisores a milhão dentro do carro sendo perseguido de uma forma frenética, que provoca uma adrenalina na mente de qualquer bandido, uma adrenalina que minha mente maluca sempre procura. Sentir a adrenalina de estar entre a vida e a morte, se der sorte, estaremos mais ricos do que somos, se a casa cair, cadeia ou caixão.

A neurose b**e, mente apertando, a cada momento uma fita diferente passa na cabeça, parceiro. Pensamentos altos que nem eu mermo consigo resolvê-los. No porta-mala tem vários malotes pesados, dinheiro bolado do maior assalto a banco, papo de milhões. Deixamos tudo acabado nos caixas eletrônicos do banco localizado no Rio de Janeiro, detonado e explodido.

Ficamos um tempão elaborando esse assalto, foram convocados os quatro piores bandidos, cada um aqui carrega artigos pesados, da mesma hierarquia.

— B**e rádio para o patrão! — Ratinho, o piloto, reclama no banco ao meu lado.

Fico calado, ouvindo-os começarem a esbravejar pela adrenalina percorrendo a cabeça de cada um.

— Ele vai fazer o que? — Patatá, impaciente fala alto. — Os comédias denunciaram pra falhar nessa missão! Vai logo, você é treinado para ser piloto de fuga!

— Eu vou meter bala, inferno. — falo.

— Inferno, irmão... — Patatá reclama.

— O círculo já está formado, vocês não são bandidos? Estão parecendo marionete do inferno! — Falo mais uma vez.

Minha mente não passa um segundo sequer em pensar desistir como eles pensam. Sou Guerreiro, tenho a mente firme, aqui foi onde cresci, combatendo e querendo ver sangue escorrer, que não seja o meu. Eu jogo logo o fuzil para o alto, minha mãe por questões de segundos abaixa o vidro ao meu lado.

— Qual foi, somos bandidos. Bandidos nesse inferno, amarela não! — Seguro o fuzil, terminando de baixar o vidro. — Vai logo, inferno.

No escalados, ergo meu corpo entre o vidro aberto, apoiando meu pé embaixo, não dei chance deles pensarem em atirar primeiro, quando o meu fuzil aponta para trás, na direção deles, começo a descarregar o pente nas viaturas que apareceram sobre meu campo de visão.

Na sagacidade, sou treinado.

O carregador de munição contém 30 cartuchos, tem um raio de ação de 1,5 quilómetros e é capaz de disparar até 600 tiros por minuto, tendo uma velocidade da bala de 72 metros por segundo.9.

O armamento do fuzil é segurado firmemente por meus dois braços, com apenas um pensamento: ser cauteloso e agir da maneira certa.

Descarrego o pente fácil. Sou bandido. Várias cenas passam pela cabeça quando tu está em uma cena como essa, encarando a escolha de frente. O barulho do descarregamento do fuzil entra a cada centímetro da minha audição, o que faz misturar com o barulho dos pneus deles deslizando pelo asfalto quando vão sentindo o impacto em perceber que aqui tem armamentos desviados do próprio exército.

Volto com uma rapidez para dentro do carro, sabendo que consegui acertar várias viaturas, o que causa algum impacto quando um deles é acertado por uma bala vindo de assaltantes. Nós não queremos matar ninguém, mas tem que colaborar com a nossa presença também. Queremos apenas os malotes de dinheiro, nosso objetivo é esse, acabar com o sistema.

— Eu vou jogar o carro de lado e vocês metem fogo! — Aperto meu maxilar quando ele pede pela última vez antes de parar o carro, jogando de lado.

Meu corpo automaticamente corresponde pelo sinal de adrenalina, eu me envolvo na janela mais uma vez, mas dessa vez com o barulho dos fuzis de mais dois do banco de trás. Agora somos três no ação de uma peça, os tiros são trocados. Só quero sair daqui vivo.

Cerca de três minutos trocando tiros, foi o suficiente para não ter nenhuma chance deles revidarem novamente. A energia percorre quando todos nós voltamos para dentro do carro, fechando os vidros blindados com uma certa rapidez. Ratinho acelera o carro em meio a umas ruas, sem eles atrás dessa vez.

— É nosso, inferno. — Ratinho comemora. — Amanhã estamos no jornal.

Sinto minha mão suando. Meu peito sobe e desce em uma respiração pesada. Mesmo com o corpo todo quente de adrenalina, minha mente é fria.

— Toma no inferno… — Patatá respira fundo quando fala.

Encosto minha cabeça no banco conforme minha respiração pesada com meu colete apertado no meu peito. Ainda precisamos de cautela, sempre seremos surpreendidos a qualquer momento por algo.

Dias seguinte| 9:00am...

— Vamos mergulhar no maior assalto a banco. Cê acha que estou aqui pra brincar? Madrugada de terror, cidade em surto, quatro bandidos entram mais armados que o rambo... mais armados que o rambo... dois polícias mortos e três feridos...

Alcanço meu copo de whisky, o líquido está na metade misturado com o energético. Sentado na minha cadeira, tomo o próximo gole.

Estou no meu canto enquanto o restante comemora entre si.

— Não falei pra você? — Patatá aponta o dedo na minha direção. — Que iríamos conseguir.

— Você foi o primeiro a amarelar — exclamo, sério. — E ainda acha que é o maioral?

— Qual foi? Momento de lazer entre nós, comemorar os milhões na nossa mão. — Gutie, o outro fala.

Fico calado, sou dessa forma, 99% estou calado, aqueles 1% estou falando o que me estressa. Não dou abertura para brincadeiras.

— Ficou estressado? — Patatá tenta brincar.

Apenas encaro seu rosto seriamente, o suficiente pra ele ficar calado novamente e voltar a fazer o que estava fazendo, beber.

— Relaxa... — Ratinho fala de longe. Percebo por sua leitura labial.

Ergo minha mão livre, fazendo um simples joia na sua direção e abaixo a mão, ficando na minha.

Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi

Bab terbaru

  • Meu Criminoso (Morro)   Quatorze

    JéssicaTalvez gostar de um erro não seja tão bom, mas quando sentimos vontade de ter aquele prazer novamente, a vontade de fazer tudo do mesmo jeito devasta qualquer pensamento que seja. São lembranças que insistem na minha cabeça e não saem por nada.A pergunta é, onde fui me meter? Realmente, não sei. Era pra estar orando, mas estou pensando em um encontro íntimo que tive com aquele homem, enquanto todos oravam.— Jéssica! — A voz da minha mãe é rude, me fazendo arregalar os olhos. — Presta a atenção, garota, não tá vendo que o culto acabou.Não. Eu estava ocupada demais lembrando de outra coisa.— Mãe…— Vai logo, sai da minha frente pelo menos. — Sua voz é nervosa, ela se levanta do banco.Levanto em seguida, segurando a bíblia na minha mão e ma levanto do banco esperando-a. Não demora muito tempo para o Alan se aproximar com um sorriso em seus lábios.— Oi… — Ela acena. Abro um sorriso forçado.— Tudo bem? — Minha mãe troca um beijo com ele.— Bem... não se importam de sair com

  • Meu Criminoso (Morro)   Treze

    Guerreiro Tem momentos que alguns riscos de pensamentos passam por minha mente o dia todo. Fiquei longos minutos observando os passos daquela garota ao lado da mãe, principalmente imaginando as curvas que ela tinha debaixo daquele tecido do vestido longo. Depois que a vi na intimidade, será dificil esquecer essa loucura.Santa? De santa não tem nada não, parceiro, a saia só serve pra enganar aparência dela e a igreja para esconder o fogo, rum. A maioria das filhas de evangélicos é assim mermo, principalmente por ser privada de várias coisas.Arrumo minha glock na cintura, ajeitando a minha postura. Sábado é dia que a comunidade sempre está lotada de paty ou playboy a procura de curtição.— Salve, gostoso. — Ouço a voz da M. Fuzil entrando na minha audição conforme ela se aproxima no eco onde estamos. — Estava secando a crente? Todo mundo viu.— Qual foi? — Continuo com minha expressão séria.— Não me fale que está afim daquela menina? — sorri debochada.Solto uma respiração funda.Ne

  • Meu Criminoso (Morro)   Doze

    Jéssica Mordo o lábio inferior, levantando meu quadril quando sinto seu membro firme me preencher. Um suspiro baixo sai entre meus lábios com o encaixe da sua virilha contra a minha. Minha intimidade contrai pela grossura e tamanho do seu membro rasgando cada centímetro molhado dentro de mim conforme ele começa a se movimentar.Faz bastante tempo da minha última relação que não deu nada certo, não foi da maneira que eu esperava. Pra ser sincera, sou aquele tipo de menina que esperava alguma vez conhecer o príncipe encantado e me casar, mas não é fácil assim, inclusive, nesse momento, estou de pernas abertas pra um traficante.Guerreiro se movimenta dentro de mim, laço minhas pernas na sua cintura, respirando forte.— Mais rápido… — Peço. — Isso.Seus movimentos são aumentados, conforme cada contato das nossas peles. Levo minha mão, apertando o lençol com força, enquanto sinto prazer por todo meu corpo, como um choque. Meu rosto ficou um pouco envergonhado, então nem consigo abrir meu

  • Meu Criminoso (Morro)   Onze

    GuerreiroLevo minhas duas mãos atrás da cabeça, segurando meus dois antebraços, enquanto relaxo com a brisa da fumaça, sentado na cadeira. Parceiro, a alucinação é péssima para a mente de um homem quando imaginamos uma mulher de várias posições sem poder tocá-la.Sempre fui alguém de atitude, mas pela primeira vez fiquei sem graça,. Tenho raiva de mim por não ter uma atitude e pensar na garota lá, sinto meu membro duro.Penso como deve ser o corpo dela sem aqueles tecidos de roupas. Queria tocar em cada curva daquele corpo.— Colfoi, tá pensando em que? – Abro os olhos encarando Patatá.— Em nada!— Tá duro, hein. — Reviro os olhos. — Olha o volume aê.— Devo está pensando na sua mãe. — Murmuro. — Tá olhando pra quê? Vai olhar a intimidade da tua mulher.— Alá, fica quieto aí.— Não pesa na minha mente, rum.-— bufo sem paciência.— Tá estressado? — Sua voz tem ironia. — Vai relaxar que passa.— Sua mulher tá disposta? — A expressão dele muda rapidamente, Patata ergue o dedo do meio

  • Meu Criminoso (Morro)   Dez

    JéssicaTiro meu olhar dos olhos do Guerreiro e encaro o chão, envergonhada. O fervor se expande por minhas bochechas pela vergonha.– Mas... aqui? — Encaro-o novamente.— Col foi, tô gastando contigo, mané. — nega sério com um aceno.— Gastando?— Esquece... Esquece!Se antes eu estava envergonhada, agora fiquei pior. Não sei o que falar, apenas desvio o olhar para o chão, mesmo que esse infeliz continue a me olhar.Pela primeira vez fico triste por saber que não vai rolar nada, afinal, eu também não posso deixar rolar nada! Ficamos em silêncio por alguns minutos.Saio dos meus pensamentos com meu celular tocando, logo na tela estava o nome da minha mãe.– Oi...— Oi? Oi uma conversa, Jéssica. — o tom de voz dela é rude.– O que foi?— Eu quero você em casa, agora!Como uma escola de samba meu coração se encontra. Principalmente quando ela encerra na minha cara. Não estou preparada para ouvir os xingamentos dos meus pais.— Vou meter o pé, fé. — A voz rouca ao meu lado alerta.– Tcha

  • Meu Criminoso (Morro)   Nove

    Jéssica— Não vai querer mesmo? — Simone ri assim que a frase escapa do seus lábios, oferecendo o cigarro de ervas.Nego séria.— Ela é crente, amor… — Ouço o deboche do Patatá enquanto me ajeito na cadeira.As conversas deles me deixa realmente desconfortável, não consigo explicar o quanto isso me deixa com vergonha. Não é pela minha religião, e sim por saber que fumar um baseado causará consequências no futuro.Todos fazem piadas, menos o cara sério e posturado, Guerreiro, ele encara absolutamente calado. Seu semblante é neutro. Estudo ele disfarçadamente: sua camiseta envolve dos bíceps e marca seus músculos.— Tú é muito certinha, a vida é curta demais pra viver o certo. — Mais uma vez Patatá ironiza. Respiro forte.— Deixa a mina, viu que ela não quer, mané… — Ratinho corta a onda de imediato.— É aquelas mulheres que se guardam pro marido, tá ligado? — Para mim foi a gota ouvir essa última piada do Patatá.Me levanto da cadeira, com raiva.— Eu vou ao banheiro.Caminho em direçã

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status