Nach der Scheidung neu verheiratet

Nach der Scheidung neu verheiratet

last updateLast Updated : 2026-04-15
By:  Léo Ongoing
Language: Deutsch
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„Werde meine Frau. Meine Verlobte hat zwei Minuten Verspätung zu unserer Hochzeit, und ich muss heute heiraten.“ Valérie hebt den Kopf, noch zitternd von ihren Tränen. „Ich bin gerade erst geschieden, mein Herr. Suchen Sie sich jemand anderen.“ Aber Léonard Evans beharrt, sein Blick brennend vor Entschlossenheit: „Dich will ich. Ich habe dich weinen sehen wegen diesem Idioten. Du kannst ablehnen, wenn du es ertragen kannst, die Beleidigungen der zukünftigen Frau deines Ex-Mannes allein zu ertragen.“ Valérie folgt seinem Blick. In der Ferne entfernt sich ihr Ex-Mann Thierry am Arm seiner neuen Frau. Mit gebrochenem Herzen und zugeschnürter Kehle dreht sie sich zu diesem Fremden um, der ihr einen Ausweg anbietet. „Einverstanden, aber es muss vertraulich bleiben.“ „Wie du willst.“ --- Fünf Jahre war Valérie mit Thierry Zack verheiratet. Fünf Jahre Ehe, enttäuschte Hoffnungen, Schweigen. Ihr größter Kummer: Sie konnte ihm das Kind nicht schenken, das er sich so sehr wünschte. Also beschloss Thierry, sich scheiden zu lassen, um eine andere Frau zu heiraten. Was er nicht weiß: Valérie hat gerade erst herausgefunden, dass sie endlich schwanger ist – von ihm. Als Léonard Evans am Tag von Thierrys Hochzeit ihren Weg kreuzt, weiß er nichts von diesem Geheimnis. Er sieht nur eine verletzte Frau, die er beschützen will. Doch als die Wahrheit ans Licht kommt – wird er dann an ihrer Seite bleiben, wissend, dass sie das Kind eines anderen Mannes trägt? Und wird Valérie eines Tages den Mut finden, Thierry zu sagen, dass er Vater ist?

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Chapter 1

Kapitel 1

No terceiro dia após a morte do meu pai, Vitor ainda não havia aparecido.

— Sr. Caio, eu já me decidi. Vou seguir a última vontade do meu pai e ficar aqui para dar aula às crianças.

Falei com firmeza para o chefe da vila, Sr. Caio, enquanto arrumava minhas malas.

O homem hesitou por um momento e aconselhou:

— Criança boba, foi tão difícil para você sair daqui. Por que voltar para este lugar pobre para sofrer?

Balancei a cabeça e olhei para o relógio gasto em meu pulso, a única lembrança deixada pelo meu pai.

— Eu não tenho medo de sofrer. Me dê sete dias, vou pedir o divórcio.

Às sete da noite, finalmente voltei para a nossa casa na base militar.

A comida na mesa ainda estava lá, exatamente como antes de eu sair.

Assim que larguei a mala, ouvi passos na porta.

Vitor, alto e vestido em um uniforme impecável, entrou com uma voz fria:

— Ainda tem comida? O refeitório fechou. Esquente um pouco e coloque na marmita para mim, vou levar para a Beatriz.

— Ela esteve doente nos últimos dois dias e não tem como cozinhar.

Me virei, revelando meu rosto pálido e abatido:

— Acabei de chegar, não fiz comida.

Vitor franziu a testa. Não perguntou onde eu estive, nem se importou com a minha aparência exausta.

Após ouvir a resposta, foi direto para a cozinha.

Naquele momento, sua mente estava completamente focada na saúde do seu primeiro amor.

Fiquei parada, observando-o fritar um ovo e preparar um macarrão sem nenhuma habilidade.

Em cinco anos de casamento, aquela era a primeira vez que ele cozinhava.

Desde que Beatriz Dias se divorciou e voltou para Cidade Mar, eu já tinha visto isso acontecer vezes demais.

Colocando o macarrão na marmita, Vitor tentou passar por mim para sair, mas eu o impedi.

— Vou precisar voltar para a minha terra natal em alguns dias. Assine o pedido para mim, assim poderei conseguir a carta de autorização.

Pegando o pedido de divórcio ainda incompleto, pedi que ele assinasse no espaço em branco.

Vitor hesitou por um segundo e assinou diretamente, sem sequer olhar.

— Nos últimos dias a Beatriz esteve doente e eu não tive tempo. Quando ela melhorar, eu te acompanho até lá.

Abaixei o olhar, escondendo os cantos avermelhados dos meus olhos.

— Tá bem.

Quando ele passou por mim, senti o cheiro de um creme facial caro nele.

Era um creme que eu nunca tive coragem de comprar, mas que seu primeiro amor usava com frequência.

Quando o portão do quintal se fechou completamente, caminhei rigidamente até a mesa de jantar e dobrei o papel com cuidado.

Uma semana atrás, o Sr. Caio havia me ligado, dizendo que meu pai sofrera um derrame cerebral repentino enquanto dava aula e estava na sala de emergência.

Entrei em pânico na mesma hora, corri para casa e segurei Vitor, que estava prestes a sair.

— Você pode me acompanhar até a minha cidade? O meu pai...

Antes que eu pudesse terminar de falar, a voz de Beatriz veio do lado de fora:

— Vitor, ande logo! Você prometeu que ia fazer compras comigo.

Ao ouvir a voz dela, Vitor perdeu a paciência imediatamente. Ele soltou a minha mão e saiu, deixando apenas uma frase para trás:

— Tenho coisas para fazer. Vá primeiro, quando eu tiver tempo, vou atrás de você.

E essa espera durou sete longos dias.
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