MasukNur weil ich unachtsam war und vergessen hatte, die Gefährtin meines Gefährten zurückzubringen, ließ ich sie drei Stunden allein in der Wildnis. In rasender Wut warf er mich in einen ausgetrockneten Brunnenschacht am Rande des Niemandslands. „Du solltest selbst einmal das Leid kosten, das Belinda ertragen musste.“ Der Schacht war so tief und eng, dass ich mich nur zusammengerollt in meiner Wolfsform hineinzwängen konnte. Ich bekam kaum Luft. Ich flehte ihn an, gestand meinen Fehler und bat um Hilfe – doch alles, was ich erhielt, war seine eiskalte Verurteilung. „Bereue deine Schuld. Nur wenn du aus dieser Strafe lernst, wirst du begreifen, was es heißt, eine wahre Luna zu sein.“ Er befahl, einen schweren Felsblock über dem Brunnenschacht zu platzieren. Ich brüllte verzweifelt, klammerte mich immer wieder an der Wand empor – nur um erneut in die Tiefe zu stürzen. Die Wände waren zerkratzt von meinen verzweifelten Krallenhieben. Bis meine trockene Kehle keinen Laut mehr hervorbringen konnte. Erst zwei Wochen später, als er das Geburtstagsgeschenk sah, das ich für ihn bestellt hatte, wurde sein Herz einen Moment lang weich. Er beschloss, meine Strafe zu beenden. Doch er wusste nicht, dass mein Körper am Grund des Brunnens längst von Insekten und Schlangen bis zur Unkenntlichkeit zerfressen worden war.
Lihat lebih banyakBoston amanheceu com um sol radiante, anunciando a plenitude do verão. Enquanto muitos se deleitavam com as tão esperadas férias, Alex Shaw Baker permanecia imerso em sua rotina de trabalho, zelando pelos interesses do grupo familiar. Há cinco anos, ele vinha desempenhando essa função com excelência. Concentrado em seus contratos, a suavidade das batidas na porta quebrou momentaneamente a serenidade de seu escritório, marcando uma pausa em suas atividades.
— Entre! — Ordena Alex, direcionando seu olhar para a porta.
— Olá, meu amor! Você está prestes a terminar o trabalho? — Pergunta Sophia ao entrar na sala.
— Sophia, o que a traz até aqui? — Questiona Alex, erguendo os olhos de seus documentos.
— Nossa, que recepção é essa? Pensei que ficaria feliz em me ver. — Retruca, com um tom de amargura em sua voz.
— Desculpe se dei essa impressão. Mas, sinceramente, qual o motivo da sua visita hoje?
— Alex, hoje é a festa da sua família. Você vai comigo, certo? — Pergunta Sophia, com esperança na voz.
— De maneira alguma irei a essa festa. Por que estamos discutindo isso novamente? Não deixei claro que já tomei minha decisão?
— Acredito que você ainda pode reconsiderar, Alex. É realmente significativo para mim prestigiarmos a família Ramsey. Seria muito rude da nossa parte não ir. — Argumenta Sophia, buscando persuadir com delicadeza.
— Qual é o seu problema? Já deixei claro que não participarei de nenhum evento com a família Ramsey. Para mim, eles não representam nada, e não os considero parte da minha família. Pare de viver de aparências. Não me importo se soará rude, mas não irei à festa, e acredito que você também não deveria.
— Eu não posso deixar de ir. Eles também são minha família, e minha tia jamais me perdoaria. — Responde, com uma pitada de tristeza em sua voz.
— Tudo bem, decida por si mesma. Apenas não traga mais essa questão da família Ramsey para mim. Não tenho interesse! Agora, se retire, por favor. Tenho muito trabalho a fazer. — Solicita de forma ríspida, voltando sua atenção para suas responsabilidades.
— Alex, por favor, não me trate assim. Suas palavras estão me machucando profundamente. Não sei se conseguirei perdoá-lo se continuar agindo dessa maneira. — Adverte Sophia, com a voz embargada, enquanto se afasta em direção à porta.
— Sophia? — Chama Alex, seus olhares se encontram por um instante. — Mais uma coisa, por favor, seja discreta na festa e mantenha a compostura. Não quero problemas. Ligue-me quando chegar em casa. — Orienta, enquanto ela o encara visivelmente incomodada e deixa o escritório, fechando a porta com um baque.
Alex se ergue da cadeira e caminha até a janela. É um hábito seu buscar a tranquilidade da paisagem exterior sempre que as preocupações o invadem. Contemplando a vista, sua mente se perde nas complicações que compõem seu relacionamento com a família paterna. Ele reflete sobre as tensões constantes, especialmente com seu pai e irmão mais velho, que o levaram a evitar a todo custo participar dos eventos organizados por eles.
— Dane-se, não tenho por que pensar nisso! — Resmunga Alex, agarrando o celular e discando um número. — Henrique, boa tarde! — Cumprimenta, assim que a ligação é atendida. — Por favor, leve a senhorita Spencer hoje à noite à festa da família Ramsey e esteja disponível para levá-la para casa quando o evento terminar.
— Alex, boa tarde! Certo, entrarei em contato com ela.
— Obrigado! — Agradece, encerrando a ligação com um leve suspiro de alívio.
Após um período de reflexão, contemplando a serenidade da paisagem, ele retorna à sua cadeira e mergulha no trabalho, mantendo-se assim durante toda a tarde. No início da noite, o som do toque do celular interrompe sua concentração.
— Vovô, boa noite! O que o senhor precisa? — Indaga Alex ao atender.
— Alex, boa noite! Está tudo confirmado para a viagem mais tarde?
— Sim, estou saindo do escritório agora. Passarei em casa para me preparar e nos encontraremos no hangar mais tarde! Vovô, o senhor tem certeza de que quer seguir com isso? Essas empresas não têm um histórico muito atrativo e, sinceramente, não me transmitiram confiança.
— Meu filho, gostei do que analisei. Proponho ouvirmos a proposta deles. Se não for favorável, declinamos. Tudo bem?
— Certo, continuo acreditando que a viagem é inútil. Nos encontramos mais tarde. — Conclui Alex, encerrando a ligação e deixando o escritório com um ar de preocupação.
Ao entrar na garagem do prédio e se instalar em seu carro, Alex decide ligar para Sophia enquanto dirige para casa.
— Alex, você está me ligando para se desculpar? — Questiona Sophia ao atender.
— Pedir desculpas? Por que eu faria isso?
— Sua atitude foi extremamente grosseira. — Insiste Sophia, deixando transparecer sua mágoa.
— Sophia, por favor, evite esse comportamento mimado. Suas atitudes estão me deixando descontente. Como você espera que eu a trate? — Retruca Alex, demonstrando sua própria frustração.
— Sou sua namorada, não uma funcionária. Mereço ser tratada com respeito. — Expressa em tom de queixa, reafirmando sua posição com firmeza.
— É hora de agir de acordo com isso! Não quero discutir agora. Só liguei para informar que o senhor Henrique a levará à festa da família Ramsey e estará disponível para te levar de volta para casa, tudo bem? — Declara Alex, tentando encerrar o assunto diretamente.
— Alex, estou encontrando dificuldades em compreender você. A sensação é de que estamos, a cada dia, mais distantes. O que está acontecendo conosco? — Questiona Sophia, revelando sua preocupação.
— Distante? Como assim? — Indaga Alex, surpreso com a observação.
— Alex. Ficamos semanas sem nos tocar, e você parece estar em outro mundo. Todos sabem que sou a namorada de Alex Shaw, mas ultimamente sinto como se estivesse me relacionando com um fantasma. Por que está se distanciando assim? Você ainda me ama? — Pergunta Sophia, temerosa da resposta. — Alex?
— Sophia, é realmente o momento adequado para essa conversa? Como você bem sabe, não sou fã de festas, principalmente aquelas relacionadas à família do meu pai. Por que tocar nesse assunto agora? — Questiona Alex, tentando desviar o foco da discussão, sua voz soando um tanto defensiva,
— Por que essa aversão tão intensa pela família do teu pai, Alex? Existe ciúmes porque ele os escolheu em vez de você? Mesmo após as inúmeras desculpas que ele já te pediu, você ainda mantém essa atitude em relação a eles. — Afirma Sophia, sua voz carregada de frustração, enquanto uma risada sarcástica escapa de Alex. — Não estou sendo clara, é isso?
— Sophia, estou realmente decepcionado com essa postura. Não nutro ciúmes de ninguém, e as escolhas do meu pai são irrelevantes para mim. Não vejo sentido em participar desse ciclo social e não fingirei apenas para te agradar. Já pedi várias vezes para deixar esse assunto de lado. Se insistir em trazê-lo à tona, saiba que não hesitarei em expressar todos os meus sentimentos em relação a você. — Conclui Alex, encerrando a ligação sem dar espaço para uma resposta. Sophia tenta ligar várias vezes, mas todas as chamadas são ignoradas.
— Cretino, como ele ousa falar comigo dessa maneira? — Resmunga chateada, sentindo as lágrimas de raiva escorrerem pelo rosto. Com o coração apertado, ela decide ligar para seu pai em busca de consolo.
— Filha, por que está chorando? O que aconteceu? — Pergunta Carlos ao atender, sua voz transbordando preocupação e amor paterno diante do choro da filha do outro lado da linha.
— Papai, não aguento mais. Não consigo continuar nessa relação com ele. Alex sempre foi indiferente, mas ultimamente ele é grosseiro, impaciente, e eu nem sei se ele ainda me ama, ou se eu ainda o amo. Estou sofrendo muito, pai. Eu simplesmente não aguento mais. — Desabafa em meio às lágrimas.
— Filha, do que você está falando? Vocês são perfeitos juntos. Pense em tudo que você conquistou e em tudo que ainda conquistará após se casarem. — Afirma Carlos, buscando confortá-la com palavras de ânimo e esperança.
— Papai, devo apenas fingir e me contentar? Não quero ficar sem amor, quero me sentir viva. Há muito tempo o Alex não me faz sentir assim. Ele está cada vez mais distante, eu pareço não significar nada para ele. — Desabafa Sophia, sua voz embargada refletindo a angústia que a consome.
— É apenas um momento ruim, não estrague tudo por besteiras. — Adverte Carlos, buscando tranquilizar sua filha. — Vejo você mais tarde na casa da sua tia, te amo.
— Certo, papai, também te amo. — Responde Sophia, encerrando a ligação com um suspiro, lutando para conter seus sentimentos tumultuados e encontrar forças para seguir em frente.
Belinda wurde schließlich hingerichtet – ihr Tod war noch grausamer als meiner damals.Und doch… es brachte mir kaum Erleichterung.So, wie sie es in ihren letzten Worten gesagt hatte:Derjenige, der mich wirklich getötet hat, war nicht sie.Es war Connor.Seit dem Tag ihrer Hinrichtung wirkte Connor wie ein Mann ohne Ziel.Er kümmerte sich nicht mehr um das Rudel, irrte tagein, tagaus um das Gebiet des Starlight Pack – immer auf der Suche nach meinem Grab.Halr hatte mich längst beerdigt – direkt neben meinem Vater.Doch Connor kannte den genauen Ort nicht.Er streifte weiter durch die Wälder, und Halr, der ihn schon lange nicht mehr sehen konnte,hielt sich nur aus einem Grund zurück:Weil Connor noch Alpha des Blackclaw Pack war.Ein offener Angriff hätte sofort einen Krieg ausgelöst.Erst ein Monat später, nachdem Halr sich mit den Blackclaw-Ältesten verständigt hatte, war der Weg frei.Connor war zu diesem Zeitpunkt längst zerbrochen.Er vernachlässigte sein Rudel, und viele warte
Connor saß die ganze Zeit in meinem alten Zimmer – aß und trank nichts, las mein Tagebuch einen ganzen Tag und eine ganze Nacht.Es war, als würde er mich zum allerersten Mal wirklich kennenlernen.Wenn er las, wie glücklich ich war, lächelte er.Und wenn er las, wie traurig ich war, wurden seine Augen rot.Erst als er das letzte Wort gelesen hatte, begriffe er, wie sehr ich ihn damals geliebt hatte.Und dass fast all mein Schmerz von ihm kam.Zusammengekauert auf dem Boden presste er mein Tagebuch an seine Brust, küsste das alte Papier, als wäre es mein Gesicht.„Clara… es tut mir leid…Es tut mir so leid…“„Bitte… komm zurück…Komm zurück zu mir…“Ich saß direkt neben ihm.Reglos.Ausdruckslos.Reue?Kann Reue ein Leben zurückbringen?Glaubst du wirklich, ein paar Tränen eines Mörders könnten mich rühren?Am nächsten Tag ließ Connor die Händler aus dem Konvoi verhören – jene, die am Tag von Belindas Verschwinden mit uns unterwegs gewesen waren.Und da erfuhr er die Wahrheit:Ich hatt
Connor stürmte eilig nach Hause.Hastig durchsuchte er die alten Kisten – auf der Suche nach meinen Tagebüchern.Seit ich sechs Jahre alt war, hatte ich begonnen, Tagebuch zu führen.Als ich ihn heiratete, hatte ich sie alle mitgebracht – ein kleiner Schatz meiner Kindheit.Mit zitternden Händen fand er schließlich das Buch aus meinem zwölften Lebensjahr.Frostmond, 17. TagHeute Nacht liegt silbriger Mondschein über dem Wald.Ich habe gehört, dass Connor wieder einmal von seinen Brüdern schikaniert wurde.Ich muss ihn retten...Ich kann Vater nichts sagen – er würde es mir verbieten, in den südlichen Wald zu gehen.Also muss ich allein los.Frostmond, 18. TagIst der nächtliche Wald wirklich so furchteinflößend?Zum Glück habe ich ihn gefunden.Ich entdeckte ihn am Rand einer Falle –sein silberweißes Fell war von giftigem Efeuschleim bedeckt, seine goldenen Augen mit einem grauen Schleier verhüllt.Er... er konnte nicht mehr sehen?Frostmond, 23. TagEr fragte mich, wer ich sei.Wenn
Connor rannte dem Wagen, auf dem mein Leichnam lag, noch lange hinterher.Schließlich brach er, erschöpft und verwundet, zusammen.Belinda eilte zu ihm und half ihm auf.„Alpha, geht es Ihnen gut?“Connor blickte schmerzverzerrt in die Richtung, in der Halr und die anderen verschwunden waren.Dann schien ihm plötzlich etwas einzufallen.Er drehte sich zu Belinda um und fragte drängend:„Belinda... als ich zwölf war, wurde ich wieder einmal von meinen Brüdern hintergangen und in der Wildnis ausgesetzt.“„Damals vergifteten mich die Dornen einer Giftpflanze – ich war wochenlang blind.“„Du hast mich damals gerettet.Allein bist du durch die Nacht gewandert – und hast seither Nachtblindheit.“„Warst... warst du das wirklich?“Belindas Blick wich aus.„Natürlich war ich das, Alpha. Warum fragen Sie denn plötzlich sowas?“Connor beobachtete sie genau.Je länger sie sprach, desto unnatürlicher wirkte ihr Gesichtsausdruck.Nach einer langen Stille fragte er weiter:„Wenn du mich im südlichen
Connor erstarrte, seine Nackenhaare stellten sich auf.Ungläubig wich er ein paar Schritte zurück.„Wer... wer hat dieses abscheuliche Ding in den Schacht gelegt?!“Sein Atem ging stoßweise, seine Brust hob und senkte sich heftig.„Wo ist Clara? Holt sie sofort her! Sie denkt wohl, sie kann mir eine
In diesem Moment zog sich Connors Mund zu einem höhnischen Lächeln.„Wie sollte sie so leicht sterben? Ich weiß genau, wie zäh sie ist.“Belinda lächelte ebenfalls.„Ja, Luna ist doch die Frau, die sogar lebendige Schlangen essen kann. Auch ohne Wasser und Nahrung wird sie das sicher durchstehen.“D
Ich beobachtete Connor ganz genau, suchte in seinem Gesicht nach dem kleinsten Anzeichen von Mitleid.Doch er runzelte nur leicht die Stirn. „Was hast du gesagt? Clara ist tot?“Der Untergebene wagte nicht, ihm direkt in die Augen zu sehen.„Ja, Luna... sie war über zehn Tage in diesem tiefen Schach
Connors Worte, mit denen er Belindas Unrecht beklagte, waren für mich einfach nur lächerlich.Vor zwei Wochen hatte ich den Handelskonvoi begleitet, um mit einem benachbarten Rudel Geschäfte zu machen. Dort begegnete man mir mit Respekt – schließlich war ich die Luna. Doch genau das machte Belinda r





