LOGINMein Schicksalsgefährte Dexter wurde zum Alpha-König, als sein Bruder starb. Er erbte die Krone, die Macht ... und die verwitwete Gefährtin seines Bruders, Jenica. Nur weil ich, ein Halbblut, es jahrelang nicht geschafft hatte, ihm einen reinblütigen Erben zu schenken. Er sagte mir, er müsse Jenica markieren, und der Schmerz hätte mich beinahe zerbrochen. Aber er hielt mich fest, küsste meine Tränen und schwor, sein Wolf, sein Schicksal, habe nur mich gewählt. Dass ich immer seine eine und einzige Luna sein würde. Ich glaubte ihm. Und trotzdem verbrachte er jede Nacht in ihrem Bett. Dann wurde Jenica schwanger. Während das Rudel feierte, jagte Dexter mich aus der Luna-Suite – nur damit ihr Welpe in der reinsten Mond-Aura des Rudels zur Welt kommen konnte. Als ich spürte, wie unsere Gefährtenbindung Faden für Faden, schmerzhaft, auseinanderfiel, schickte ich einer Freundin in der Menschenwelt eine letzte, codierte Nachricht. „In vier Tagen holst du mich hier raus.“ In dieser Nacht traf ich eine Entscheidung. Meine Zeit als seine Gefährtin war vorbei.
View MoreÀs vezes o destino se disfarça de convite
A mansão de Caetano Siqueira Gouveia estava em movimento desde o início da tarde. Funcionários iam e vinham em silêncio coordenado, como se cada passo tivesse sido ensaiado. Arranjos florais eram posicionados com precisão milimétrica, mesas altas de vidro recebiam taças de cristal, e luzes indiretas começavam a ser ajustadas para criar uma atmosfera sofisticada, intimista e perigosamente sedutora. A casa, localizada dentro do Condomínio Iporanga, no Guarujá, não era uma casa de praia comum. Era um monumento ao poder. Vidros do chão ao teto, paredes em pedra clara, escadas suspensas e um deck que avançava sobre a areia como se quisesse tocar o mar. Tudo ali era pensado para impressionar sem jamais parecer que estava tentando. No andar superior, Caetano permanecia fechado em seu escritório. Sentado atrás da mesa de madeira escura, ele analisava relatórios no tablet com a concentração de quem não tolerava falhas. Sandro, o secretário, permanecia de pé à sua frente, segurando uma pasta contra o peito, esperando o momento exato de falar. — O sheik chegou há vinte minutos. Ele está acomodado na ala leste. Sandro informou, com a voz neutra, mas atento a cada microexpressão do chefe. Caetano não levantou os olhos. — Quantas pessoas com ele? perguntou, sem alterar o tom, como se aquilo fosse apenas mais um detalhe administrativo. — Cinco acompanhantes. Todas jovens. Um músculo discreto se contraiu na mandíbula de Caetano. Ele inspirou devagar antes de responder. — Não era necessário. Mas não me surpreende. Comentou, mais para si do que para Sandro, como se já estivesse acostumado com esse tipo de espetáculo. — Ele perguntou se o senhor pretende recebê-los no salão principal ou no deck. Disse que prefere algo mais… descontraído. Sandro escolheu a palavra com cuidado, consciente do efeito que ela poderia causar. Caetano pousou o tablet sobre a mesa e, finalmente, ergueu o olhar. Seus olhos não carregavam irritação. Carregavam decisão. — Essa palavra não existe no meu vocabulário. Será no salão. Sandro assentiu, mas não se moveu. — Senhor… o sheik Al-Fayed fez questão de trazer presentes. Disse que é parte da cultura dele. Caetano inclinou levemente a cabeça, pensativo. — Desde que não tragam problemas. Só isso me interessa. Sandro abriu a boca para responder, mas foi interrompido quando a porta do escritório se abriu sem aviso. Afonso entrou, sorridente, vestindo um terno claro que destoava do minimalismo frio da casa. — Ele chegou, Caetano. E veio animado. Comentou com leveza, como se estivesse falando de um velho conhecido. — Ótimo. Mantenha-o assim. — Ele trouxe cinco mulheres. Todas modelos, pelo visto. Caetano se levantou, ajustando o paletó com um gesto automático, quase mecânico. — Não me interessa. Ele veio assinar um contrato, não desfilar. No salão principal, o sheik Al-Fayed caminhava lentamente, observando cada detalhe da arquitetura como quem avalia uma obra de arte. Alto, de barba bem aparada e sorriso fácil, ele parecia mais um astro de cinema do que um investidor internacional. Atrás dele, cinco mulheres o seguiam. Vestidos longos, pernas à mostra, sorrisos calculados. Elas observavam tudo com curiosidade treinada, inclusive Caetano, quando ele surgiu no topo da escada. O olhar de uma delas se iluminou. Ela se inclinou e sussurrou algo para a outra, que respondeu com uma risada contida. Al-Fayed abriu os braços. — Senhor Gouveia! Sua casa é ainda mais impressionante do que eu imaginava. Disse, com entusiasmo genuíno, aproximando-se. — Fico satisfeito que tenha vindo. Espero que o contrato seja do seu agrado. Caetano respondeu com cordialidade calculada. — O contrato é excelente. A companhia é que eu esperava que fosse mais… calorosa. Piscou, apontando discretamente para as mulheres. Uma delas se aproximou de Caetano, sorrindo de forma aberta, estudando-o como quem escolhe um jogo. — É um prazer conhecê-lo. Ouvi dizer que o senhor é o homem mais poderoso desta costa. Caetano sequer desviou o olhar do sheik. — O prazer é meu. Se me permite, estamos aguardando alguns convidados. A mulher piscou, sem entender o desprezo elegante. Caetano se afastou, ignorando completamente o grupo. Assim que chegou ao bar interno, puxou o celular do bolso e discou um número. — Augusto. Você está vindo? perguntou, apoiando o cotovelo no balcão, observando o movimento da casa. Do outro lado da linha, a voz do amigo soou animada. — Claro que sim. Já estou me arrumando. — Ótimo. Vou mandar o motorista buscá-lo. — Caetano… Tenho uma surpresa. — Não gosto de surpresas. Mas diga. — Serena chegou hoje de viagem. De surpresa. Caetano ficou em silêncio por meio segundo. O suficiente para que algo dentro dele se reorganizasse. — Ela vai vir comigo. Se não for problema. O olhar dele se perdeu por um instante, fixando o mar além das paredes de vidro. — Não é problema algum. Traga-a. — Ela te chamava de tio quando era pequena. Lembra? — Lembro. Traga. O motorista chega em quinze minutos. Em São Bernardo do Campo, Serena mal havia terminado de subir a mala pela escada quando ouviu a voz do pai. — Serena! Você chegou na pior hora. Ela apareceu no topo da escada, cabelos presos de qualquer jeito, camiseta larga e tênis. — Eu cheguei agora. Como assim pior hora? — Tenho uma festa importante hoje. E você vai comigo. — Eu estou morta. Acabei de chegar de viagem. Disse, já sentindo o cansaço pesar no corpo. — Não importa. O seu tio Caetano está esperando. O coração dela deu um salto involuntário. — O tio Caetano? — Sim. Ele. Serena ficou imóvel por um segundo. — Eu não vejo ele há anos. — Pois é. Agora vai ver. — Pai, eu nem tenho roupa… — Vai levar roupa de banho e roupa de gala. É na casa de praia dele. Ela abriu a boca para reclamar, mas fechou. Algo dentro dela já tinha acordado. No quarto, Serena abriu a mala e começou a jogar roupas em cima da cama: biquínis, vestidos, sandálias, uma bolsa pequena. O espelho refletia uma versão dela que ela ainda não conhecia direito. Mais mulher. Mais livre. Mais vulnerável. Ela parou por um instante, encarando o próprio reflexo. Você está boba. É só uma festa. Mas o coração não concordava.Noelles PerspektiveZwei Monate später sah ich in meinem Büro die abschließende Meldung in den Nachrichten.„Die Ermittlungen kommen zu dem Schluss, dass ein massives Gasleck die tödliche Explosion am Hauptsitz von Ravencrest Industries verursacht hat. CEO Dexter Ravencrest und seine Partnerin Jenica wurden als verstorben bestätigt.“Die Stimme der Nachrichtensprecherin war flach, als würde sie das Ende einer Dynastie so beiläufig melden wie das Abendwetter.Für einen kurzen Moment zog ein Schatten des alten Schmerzes durch mich.Eine Erinnerung an ein anderes Mädchen – schwindlig vor Glück an dem Tag, an dem sie erfuhr, dass der Alpha-König ihr Schicksalsgefährte war.Ein Mädchen, das an „für immer“ glaubte.Er hatte vor mir gekniet und geschworen, sein Wolf, ja das Schicksal selbst, habe mich erwählt.Erst später entschied er sich stattdessen für Macht und Vermächtnis.Ich schob die Gedanken beiseite und schaltete den Monitor aus.Sterling Genetics war zu einem Giganten der Biotech-B
Dexters PerspektiveEs war spät, als Dexter zurück zum Turm des Königlichen Hauptquartiers fuhr.Der Schmerz in seiner Brust war ein körperliches, nagendes Nichts.Der Verlust der Gefährtenbindung war wie eine Amputation der Seele.Er hielt den Wagen vor dem monolithischen Gebäude an und blickte hinauf.Und er sah etwas, das sein ohnehin gebrochenes Herz endgültig zum Stillstand brachte.Am Rand der Penthouse-Terrasse, dreißig Stockwerke höher, stand Jenica – das Baby im Arm.Der Nachtwind peitschte ihr Haar ins Gesicht, sodass sie wie ein rachsüchtiger Geist wirkte.„Jenica!“, brüllte er, sprang aus dem Wagen und stürmte ins Gebäude.Der Aufzug war zu langsam.Er rannte die Notfalltreppen hoch, sein Körper schrie vor Protest.Als er auf die Dachterrasse trat, drehte Jenica sich zu ihm um.Ihre Augen waren weit aufgerissen, darin brannte ein wahnsinniges, verzweifeltes Feuer.„Dexter“, rief sie, ihre Stimme dünn im Wind, „wenn du ihn nicht als deinen wahren Erben anerkennst, springe ic
„Noelle...“Auch wenn ich ihn nicht hören konnte, schien der Name in meinem Kopf nachzuhallen – wie der Geist einer Verbindung, von der ich geglaubt hatte, sie sei längst tot.Ich ignorierte es und las weiter die Daten auf meinem Bildschirm.„Dr. Sterling, soll ich den Sicherheitsdienst rufen?“, fragte Liam, seine Stimme voller Sorge.„Nein.“ Ich legte das Tablet beiseite. „Lass ihn rein.“Zehn Minuten später stand Dexter in der Tür meines Büros.Er sah aus wie ein streunender Wolf – verprügelt und verstoßen, seine königliche Aura in Fetzen gerissen.„Noelle, ich wusste, dass du lebst“, sagte er, die Stimme von roher Emotion zugeschnürt, während er taumelnd in den Raum trat. „Ich habe es immer gewusst.“„Glückwunsch zu deiner Detektivarbeit“, sagte ich, ohne vom Schreibtisch aufzusehen. „Was willst du?“„Ich will dich zurück.“ Er sank vor meinem Schreibtisch auf die Knie. „Noelle, bitte. Komm nach Hause.“Ich hob endlich den Blick. Meine Augen waren kalt.„Zurück?“ Ein kurzes, humorlos
(Noelles Perspektive)Ich beobachtete das Nachspiel über einen gesicherten Feed aus einem Safe House, drei Kilometer von der Küste entfernt.Ich saß am Fenster und sah in der Ferne die winzige Gestalt eines Mannes, der im Sand kniete.Selbst aus dieser Entfernung glaubte ich, den Klang seiner Trauer in der Luft zu spüren.Sarah, meine Freundin, die ich aus dem „Unfall“ „gerettet“ hatte, saß sicher neben mir, immer noch ganz aufgewühlt.„Noelle, wir hatten so ein Glück“, sagte sie. „Wenn dieses private U-Boot uns nicht genau dann aufgenommen hätte...“Ich nickte und sagte ihr nicht, dass das U-Boot ein zentraler Teil meines Fluchtplans gewesen war.Auf dem Bildschirm war Dexter immer noch am Strand – ein Wahnsinniger, verschlungen von einem Verlust, den er sich selbst eingebrockt hatte.Aber das hatte nichts mehr mit mir zu tun.Drei Monate später„Die Aktie von Ravencrest Industries fiel heute um weitere 15 Prozent, nachdem Gerüchte über interne Instabilität aufgekommen sind.“Ich hört






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