INICIAR SESIÓNAlpha Vlad~
Os velhos trapos virão pelo meu pescoço.
Eles teriam acabado com minha vida ainda hoje se tivessem o poder para isso. Mas minha posição me dá imunidade completa, e nenhum homem nascido da Deusa ousa me desafiar.
“Vlad, seu pai e o Beta dele estão esperando na sala do tribunal,” meu Beta, Kane, informa.
“Eu preciso comparecer à reunião?”
“As consequências serão graves se você não for.”
O mesmo jargão esfarrapado que ouço há vinte e oito anos da minha vida. Não para e não vai parar enquanto meu Pai estiver vivo.
Fechando o livro nas mãos, o deixo na mesa e me ergo em toda a minha altura. “Você teve notícias de Zoran?”
“Eles chegaram em Duskwarren.”
“E minha mensagem?”
“Tenho certeza de que Zoran vai transmitir. Seu irmão não ousará pôr as mãos na sua mate.”
“Perfeito.” Arranco meu casaco longo do suporte. Jogando-o sobre os ombros, saio a passos largos do meu quarto. Kane me segue.
Ao chegar, a fúria dos velhos trapos abraça as paredes da minha sala do tribunal enquanto eles se sentam ao redor da mesa do conselho. Se aquelas paredes fossem humanas, o suor seria como um oceano.
É loucura como meu pai e o Beta dele ainda não se acostumaram com meu estilo de tomada de decisão depois de tantos anos. Eu ainda controlo o botão poderoso que aciona as velhas bolas enrugadas e penduradas deles.
“Qual foi a ordem, Alpha?” O Pai b**e na mesa enquanto eu me sento no meu trono.
“Livre-se dela.” Espalmo os braços nos braços do trono.
“E por que você a vendeu?” ele rosna como o velho cão destroçador que é.
“Eu segui a ordem — eu a mandei para fora da alcateia.”
O velho trapo aperta a ponte do nariz, a pele vermelha como uma chama. “Mate-a,” ele diz através dos dentes cerrados. “Essa era a ordem.”
“E eu fiz isso vendendo-a.”
“Não tente ser esperto comigo, Vla—”
“Alpha,” eu corrijo. Inclinando-me, sussurro com um sorriso sombrio: “Eu sou o seu Alpha.”
Uma vibração profunda ressoa no peito dele enquanto ele aperta a borda da mesa do conselho. “Esta não é a hora para formalidades. Milena é uma flor madura que vai procurar o pai quando descobrir a verdade. Você sabe o que isso significa?”
“Nossas vidas e posição serão tiradas de nós,” eu digo com um sorriso.
Há anos eu espero que isso aconteça. E se a Deusa escolher agora como o momento, que assim seja. Afinal, somos ladrões. Essa posição nunca foi legítima em primeiro lugar. E estou pronto para devolvê-la ao dono legítimo.
Beta Blackwood, o Beta do meu pai, limpa a garganta. “Alpha Vladimir, talvez você não tenha conhecimento verdadeiro das implicações de vender a garota. Você era um menino quando o golpe aconteceu, mas sugiro que ouça seu pai.”
“Você me chamou de estúpido?”
Ele inclina a cabeça. “Corte minha cabeça se eu ousar.”
A palavra “desprezo” é pequena demais para o que sinto por esses homens velhos, especialmente o Beta Blackwood. Ele criou Milena desde que ela nasceu. Ela o vê como Pai — Tato. O conhece como um. E o chama de família. Como ele pode desviar o olhar e querer que ela seja morta por causa de política?
Até Rogues não tratam seus filhotes desse jeito.
“Para qual alcateia ela foi vendida?” o Pai pergunta.
“Não me cabe saber quem comprou.”
“Não brinque com esses truques comigo, Garoto. Encontre-a e mate-a.” Ele se levanta. “Se você não conseguir, meus homens vão.”
“Ela é minha mate.” Eu aperto os braços do trono. “Você não fala dela como se ela fosse nada.”
“Ela era sua mate proibida. Um vírus que devemos erradicar antes que se espalhe.”
“Milena não é um vírus.” Eu me levanto com os olhos estreitos. “Como ousa chamá-la de nomes?”
O velho trapo ri seco. “Mais um motivo para ela ir embora, Garoto. Ou é ela, ou sua mãe, irmã e avó,” ele diz com um rosto sorridente.
“Essas são sua família.”
“Mulheres não contam como família… conserte sua decisão, ou eu tomo a honra de fazê-lo.” Ele ajusta o casaco de mangas longas marrom-escuro e se afasta do assento. “Seu casamento com a Princesa Lada é daqui a um mês. Os rituais começam amanhã. Não vamos terminar isso num banho de sangue,” ele anuncia no caminho de saída enquanto eu observo.
Minha raiva reprimida explode e eu berro, virando o trono de ferro. Pego meu cajado de autoridade e o esmago contra a parede; ele se parte ao meio. Os pedaços se espalham pelo chão. Passando os dedos pelo cabelo enquanto perambulo como um animal selvagem, eu rijo, socando a parede repetidamente até meus nós dos dedos implorarem pela vida.
“Vlad.” Kane me puxa para longe, como sempre faz.
“Não me porra de interrompa. Eu juro pelo sacro, vou matar meu Pai desta vez.” Eu me preparo para socar a parede de novo, mas Kane se coloca na frente, oferecendo o rosto.
“Você precisa se acalmar. Esta não é a hora certa de atacar.”
“Quando é a porra da hora certa!? Quando!?” Eu ando de um lado para o outro, procurando algo — qualquer coisa que eu possa destruir. Esperei tempo demais pela hora certa. Minha paciência está se esgotando. E não consigo mais me conter. Preciso acabar com a vida desses velhos trapos. Eles morderam mais do que conseguem mastigar.
“Ainda não sabemos onde o irmão de Milena está sendo mantido cativo. Se seu pai morrer, não poderemos resgatar o irmão dela.”
“Quão certos estamos de que ele está vivo? Já se passaram vinte anos.”
“Zoran ouviu a conversa dos velhos, lembra? Vamos ter esperança. Além disso, sua Avó, mãe e irmã precisam ver as razões pelas quais seu pai deve ser morto. Também os membros da alcateia vão fazer perguntas.”
“Que se danem os membros da alcateia.”
“Esses são seu povo. Eles te veem como cruel. Seu registro será ilegível se descobrirem que você acabou com seu pai.”
Mais motivos. Mais porra de motivos pelos quais o velho trapo ainda não está morto. Mas eu prometo: antes que ele chegue a Milena ou descubra onde ela está, eu vou matá-lo. Vou fazer o sangue venenoso dele correr pelo solo de Virethorn.
E caralho!… Por que a Deusa fez de Milena minha mate, colocando a vida de Milena em perigo ainda maior? Por quê!? Porra, por quê!?
Puxando um fôlego profundo até os ossos, puxo uma cadeira e me sento. “O que eu devo fazer neste ponto, Kane?” Nunca estive tão confuso nos meus vinte e oito anos de vida.
“Proteja-a. Você deve isso a ela depois do seu erro naquela noite.”
“Meu irmão vai protegê-la.”
“Drago não é o tipo de homem que trata mulheres com suavidade. Ele é como seu pai.” Kane se apoia na mesa. “Drago não tem valor pela vida de Milena.”
“Eu abri mão de muita coisa para que Drago cuidasse dela. Ele não ousará tocar um fio de cabelo dela depois do que nosso pai fez à dela.”
“Então mantenha-a perto.”
“Não.” Eu aponto para Kane. “Nenhum caminho maluco. O laço de mate é poderoso, e temo perder o controle.”
“Lute contra isso, Vlad. Temos uma situação forte em mãos. Você pode lutar contra seu desejo e protegê-la. Se ela morrer, tudo pelo que temos trabalhado se torna inútil. Faça isso pela sua família e pela noite de vinte anos atrás.”
Descansando a cabeça no encosto da cadeira, eu suspiro. Frustrado. Isso não era o plano, nem o que eu queria. A Deusa está realmente me testando. E como meu Pai, ela vai falhar.
A Deusa sabe que eu não posso me aproximar de Milena. Me preocupo com o que pode acontecer se eu pusar os olhos nela de novo. No terreno do leilão, custou tudo nos meus ossos não avançar até ela e provar aqueles lábios cheios. Quando notei a dureza dos mamilos dela, fiquei louco controlando meu maldito pau, o animal ameaçava rasgar minhas calças.
Me aproximar de Milena é arriscado. Eu não sou um homem bom, e vou quebrá-la. Não mereço estar com uma mulher como ela. Sou um predador do qual ela deve fugir para bem longe.
Mas o laço de mate não dá a mínima para o que eu mereço, e está porra pronto para me colocar de joelhos diante de Milena.
Ainda assim, proteger Milena do meu pai e do pai adotivo dela é obrigatório. Se eu não fizer, eles vão conseguir acabar com a linhagem dela.
“Kane.” Eu endireito a postura, enfiando as mãos nos bolsos. “Prepare os cavalos. Vamos para Duskwarren. Preciso falar com Drago,” eu ordeno e saio a passos largos.
Se isso significar usar meu irmão pelo bem de Milena, eu usarei. Estou pronto para queimar o mundo para mantê-la segura, e Drago será a espada que usarei para proteger Milena.
Milena~Folhas chicoteiam minha pele enquanto minhas pernas disparam mais rápido pela floresta do que nunca fizeram. A azedura dos meus pés nas sandálias aumenta enquanto eu escalo a primeira rocha.Esta rota é perigosa e mais difícil que a anterior. Mas é a melhor forma de prevenir que Vladimir ou seus homens me alcancem.O guarda deve ter acordado e notado que eu sumi. Vladimir e seus cães devem já estar à procura de mim.Eu abraço meu livro médico e a pequena bolsa de joias que eu roubei, perto do peito enquanto desacelero o ritmo, caminhando com cuidado de rocha em rocha. Mark me mostrou este caminho num dos dias em que caminhamos juntos.Ele disse que é o caminho mais curto que leva à praia. Da última vez que escapei, eu não tive tempo para preparação adequada. Mas desta vez, tudo foi disposto. Com as joias, eu posso pagar meu caminho.E com meu livro médico, será fácil encontrar Jovana.Deslizando pela rocha mais alta, eu aterriss o no solo literado com folhas mortas e raízes de
Lada~Eu sei de tudo.Eu vejo tudo.Mas como todos no mundo, Alfa Vlad pensa que eu sou estúpida. Que eu sou uma princesa mimada e burra, criada para entender nada além de estupidez, e eu só vivo pelas palavras dos outros, especialmente do meu pai.Num mundo onde os melhores jogadores têm sucesso, um deve ir por baixo e esconder a verdadeira natureza para ser capaz de vencer. Porque nesta batalha não há justiça. A justiça é servida aos que se destacam.Sentada firme no meu assento, meus lábios pressionam numa linha fina enquanto eu observo Alfa Vlad puxar o informante contra a parede. As garras dele pairam como uma ameaça. Os olhos blazeiam de raiva. O tipo que ele expressa quando é um assunto que concerne aquela escrava nojenta.Para Alfa Vlad, as emoções dele estão escondidas de mim—meus pensamentos não vão linger por muito sobre as ações dele. Mas ele esquece uma coisa; eu carrego a marca dele. O sangue dele está misturado no meu sistema.Meus sentidos estão alertas a coisas que o
Alfa Vlad~Eu estive longe dela por sete dias. Depois daquele ato, é a melhor decisão a fazer. Sete noites, e a única coisa que eu posso fazer é alcançar Mark, obtendo informações.Mark tem me mantido atualizado sobre o que ela faz. Todas as informações necessárias. Eu estou feliz que ela decidiu se misturar. Se familiarizar com o ambiente.Amanhã, eu planejo enviar algumas donzelas para lá que vão fazer companhia a ela também. Se possível, convidar a mãe e a irmã dela.Legal, certo? Mas na realidade, isto é só, mas um problema resolvido. O menor de todos os meus problemas paira no meu pescoço como grilhões.Mais sete dias antes de Drago vir por Milena. Ainda assim, eu sou incapaz de encontrar uma solução de como ajudá-la. Nenhum campo bom foi criado de como salvá-la do meu irmão e pai.Mais uma vez, eu sou um fracasso.O mesmo fracasso que eu era anos atrás que a colocou nas mãos de monstros. Mesmo fracasso que eu exibi meses atrás que a terminou nas mãos do meu irmão.O fracasso jaz
Milena~O sono foi perfeito. O pesadelo, belo. Faz um tempo desde que eu dormi tão bem e por tanto tempo. O que quer que me tenha colocado para dormir é meu novo medicamento perfeito encontrado.Com os braços abertos em cada extremidade, um bocejo escapa da boca enquanto eu me sento ereta. O raio do sol da manhã brilha belamente.Eu rolo o edredom para longe do corpo. Plantando os pés no mármore, eu caminho para o banheiro e me lavo. Água fria chove na minha pele enquanto eu canto uma melodia perfeita.Um dia belo de fato.Depois de me lavar, eu volto para o quarto. Abro o armário e puxo um belo vestido verde Vitória. Um vestido perfeito para um dia perfeito.Eu saio do meu quarto. Fora da minha porta, o guarda fica como uma estátua. Batendo no braço dele, eu pergunto, “Onde está o Alfa?” Eu não deveria estar perguntando por ele, mas estou num bom espaço de mente. Um espaço que está pronto para acolher todos.“O Alfa voltou para a casa da matilha,” ele responde. “Você precisa de a
Alfa Drago~Eu não falho.Mesmo em batalhas mais difíceis, eu preferiria espetar a própria carne do que deixar os inimigos de baixa vida vencerem.Eu não me curvo. Não para ninguém. Nem sequer meu pai ou irmão me farão me render. Eu amo vencer. Amo ser escolhido. Amo porra liderar enquanto meu irmão segue.Essa é a minha natureza e deveria ser a natureza da Deusa só se a Moça tivesse escolhido fazer o trabalho dela.Vladimir provou o quanto ele ama me desafiar em batalha. Eu sempre deixo. Não porque sou incompetente, mas porque quero fazer nosso pai feliz.O velho tolo sempre usa um sorriso quando o filho favorito vence. A reação dele mandava ansiedade para o meu estômago a maior parte do tempo, me fazendo ficar para trás. Não empurrar mais e provar o quão fraco o filho favorito dele pode ser.Ele nunca me deu a oportunidade. Agora, a oportunidade foi apresentada. Algo que eu tenho certeza fará meu pai acreditar em mim. E essa possibilidade é Lena. Eu preciso pegá-la antes dos dias qu
Alfa Vlad~Em séculos, eu nunca vi um homem morrer por tocar o proibido. Não há nenhum, e eu nunca posso ser o primeiro.A mulher é minha mate e legal.Foda-se.Eu avanço em direção a ela, meu sangue um rugido trovejante. Estou quase na beira da cama quando ela salta, o corpo colidindo no meu. Ela envolve os braços ao redor do meu pescoço enquanto as pernas se travam na minha cintura, me enjaulando. Meus dedos cavam nos quadris dela enquanto ela se senta no ar, a boceta posicionada perfeitamente no meu membro latejante.Um gemido suave quebra pelo peito dela enquanto enterra o rosto na minha omoplata. Minhas mãos a guardam, garantindo que não caia enquanto balança meu volume duro.A umidade dela cobre minhas calças.“Oh, porra.” Eu respiro forte, lutando contra os impulsos; a voz cantando para eu rasgar minhas roupas—bater nela e preencher a bondade dela com minha vara.O plano não é me perder, mas ajudá-la a alcançar o clímax. Eu tenho que quebrar minhas regras por esta mulher. Eu fi







