MasukGeraldo olhava para mim com ódio, e tinha uma faca, brilhando sob a luz, jogada ali perto do pé dele.Eu senti uma vontade súbita de avançar e matar o meu padrasto, mas a minha razão ainda conseguiu me segurar.Eu levei as mãos para trás, escondendo o movimento, e disquei o número da polícia no celular, chamando a emergência em silêncio.O meu padrasto continuou falando:— Vocês duas já nasceram para ser minhas cadelas de estimação. Eu já enjoei da velha faz tempo. Agora eu quero brincar com a novinha. Se vocês obedecerem direitinho, eu juro que levo vocês de volta pra casa, sem guardar rancor!A minha mãe estava caída no chão e gritou com a voz rouca:— Não! Daise, vai embora, não olha para trás! O Geraldo é um monstro, a culpa é minha por ter acreditado nele, por ter sido cega.Geraldo deu um chute na barriga da minha mãe:— Cala a boca, sua desgraçada. Não estraga a minha diversão.Quando eu vi a minha mãe levando aquele chute, o meu peito pareceu se rasgar por dentro:— Não bate na
Mas a minha mãe ainda ficou desconfiada. Depois disso, ela começou a prestar atenção em cada movimento do meu padrasto.O olhar da minha mãe mudou. Ela passou a reparar em qualquer barulho dentro de casa. Eu percebi que, de madrugada, ela ia conferir se a porta do banheiro estava bem fechada e, uma vez, ela chegou até a revirar o meu diário.Naquele fim de tarde, ela me perguntou do nada:— O seu padrasto andou… se comportando de um jeito estranho com você?Eu balancei a cabeça, mas os meus lábios tremiam. Ela ficou muito tempo em silêncio e, depois, disse:— Se ele fizer qualquer coisa com você, você tem que me contar. Eu tiro você daqui na hora!Quando eu a ouvi falar em me tirar dali, eu senti como se tivesse ganhado forças de novo.Eu finalmente ia conseguir escapar das garras do meu padrasto.Então eu juntei coragem e contei para a minha mãe tudo o que o meu padrasto tinha feito comigo.A minha mãe ficou tão furiosa que o rosto dela chegou a ficar esverdeado. Na mesma hora, ela pe
Cada vez que eu acordava assustada, o travesseiro já estava encharcado de suor frio.Eu não tinha coragem de acender a luz. Eu só conseguia me encolher no canto da cama, cobrindo os ouvidos com o cobertor, como se isso fosse o bastante para bloquear qualquer som de passos vindo do corredor.Depois disso, o meu padrasto ficou cada vez mais ousado.De madrugada, quando eu levantava para ir ao banheiro, sempre que eu passava pela sala ele estava sentado no sofá, "vendo TV", mas a tela estava desligada.Uma vez, a alça do meu pijama afrouxou. Eu me abaixei para pegar algo no chão e, de repente, ele segurou minha cintura por trás:— Cuidado, vai acabar caindo.A palma da mão dele, encostada direto na minha pele, parecia quente demais, assustadora demais.Fiquei rígida no lugar, sem conseguir me mexer, até ele soltar a minha cintura e completar, bem devagar:— Você já é maior de idade. Precisa aprender a cuidar de si mesma.O banheiro tinha virado o meu pior pesadelo. Ele sempre tomava banho
Aproveitando que eu tinha ficado distraída, o meu padrasto enfiou a mão dentro da minha gola e apertou com força o meu peito.Eu levei um susto e tirei a mão dele na mesma hora. Só então o meu padrasto deu um sorriso safado e se afastou.Eu fiquei na dúvida se devia ou não contar tudo para a minha mãe. Se eu contasse, ela com certeza ia ficar arrasada e talvez até terminasse com o meu padrasto.Mas, se eu não contasse nada, o meu padrasto com certeza ia piorar e me perturbar cada vez mais. Eu fiquei presa naquele dilema, sem saber o que fazer.Logo a minha mãe terminou de lavar a louça. Eu também fui para o banheiro tomar um banho. Eu me sentia toda grudenta, precisava de um bom banho quente.Eu estava ali, sentindo a água escorrendo pelo meu corpo, quando, de repente, a porta do banheiro se abriu.Como o vaso ficava dentro do box, o meu padrasto entrou sem nenhuma cerimônia, tirou o pau para fora bem na minha frente e começou a mijar.Na mesma hora, eu vi aquela coisa enorme.— Pai, e
O meu padrasto agarrou minha calcinha de repente e puxou com força para baixo. Num instante, toda a parte de baixo do meu corpo ficou exposta diante dos olhos do meu padrasto. Eu me senti como um ovo descascado.Eu me assustei por um segundo e apertei as coxas com pressa:— Pai, isso é...O toque do meu padrasto já tinha passado um pouco dos limites, e agora ele ainda tirava minha calcinha. Eu não fazia ideia de como poderia encarar a minha mãe depois disso.Mas o meu padrasto abriu à força minhas coxas úmidas, os olhos grudados ali embaixo, me encarando sem piscar:— A sua vagina é tão rosinha, tão pequena. É bem mais bonita do que a da sua mãe.Eu me choquei. Eu não acreditava que o meu padrasto tinha coragem de dizer uma coisa tão suja, ainda por cima me comparando com a minha mãe.Eu quis vestir a calcinha de volta, mas o meu padrasto levantou minhas duas pernas, segurando-as no ar. Ele pegou a calcinha com um puxão só e jogou para o lado. Depois, ele aproximou a planta do meu pé d
Eu lancei um olhar furtivo para o meu padrasto e percebi que ele estava claramente excitado, o corpo tenso, deixando transparecer um vigor masculino impressionante.Ao notar meu olhar, meu padrasto pareceu adivinhar exatamente o que estava passando pela minha cabeça. Ele se ajeitou no sofá, sentando-se bem próximo de mim, quase espelhando a postura do homem na tela.— Filha, você está toda sem graça agora, né? Já está sentindo alguma coisa? — Perguntou ele, com um sorriso que misturava brincadeira e seriedade.Ao ser provocada daquele jeito pelo meu padrasto, eu finalmente percebi que estava inteira tremendo, com o rosto quente e avermelhado. Sem notar, eu tinha puxado a própria blusa para cima, deixando a roupa toda bagunçada, parecendo uma protagonista desajeitada de filme romântico depois de uma cena intensa.Eu mordi o lábio, sem saber o que responder.A voz dele se suavizou, ficando baixa e envolvente.— Ei, tudo bem. Aqui somos só nós dois. O que você quiser, eu vou respeitar… e
Eu me chamava Daise Pedrosa e morava com a minha mãe na casa do meu padrasto.O meu padrasto, Geraldo Pedrosa, sempre me tratava muito bem. Ele vivia dizendo que eu precisava comer mamão, porque isso fazia bem para a saúde do corpo da mulher.Todos os dias eu tomava uma tigela de creme de mamão. Com