Share

Capítulo 2

Penulis: Mangonel
Eu lancei um olhar furtivo para o meu padrasto e percebi que ele estava claramente excitado, o corpo tenso, deixando transparecer um vigor masculino impressionante.

Ao notar meu olhar, meu padrasto pareceu adivinhar exatamente o que estava passando pela minha cabeça. Ele se ajeitou no sofá, sentando-se bem próximo de mim, quase espelhando a postura do homem na tela.

— Filha, você está toda sem graça agora, né? Já está sentindo alguma coisa? — Perguntou ele, com um sorriso que misturava brincadeira e seriedade.

Ao ser provocada daquele jeito pelo meu padrasto, eu finalmente percebi que estava inteira tremendo, com o rosto quente e avermelhado. Sem notar, eu tinha puxado a própria blusa para cima, deixando a roupa toda bagunçada, parecendo uma protagonista desajeitada de filme romântico depois de uma cena intensa.

Eu mordi o lábio, sem saber o que responder.

A voz dele se suavizou, ficando baixa e envolvente.

— Ei, tudo bem. Aqui somos só nós dois. O que você quiser, eu vou respeitar… e vou tentar te fazer feliz. — Ele falou devagar, aproximando o rosto do meu. — Isso aqui é só o nosso segredinho.

Ele continuou, com paciência, como se estivesse tentando me conduzir passo a passo:

— E então? O que você está sentindo agora? Do que você acha que precisa?

Eu sentia o coração bater forte demais. Minha voz saiu trêmula, quase um sussurro:

— Eu… estou me sentindo estranha. É uma sensação boa, mas… diferente. Dá vontade de… não sei.

— De quê? — Ele insistiu, mas sem pressa.

— De ser… cuidada assim. — Respondi, envergonhada, sem coragem de encará-lo.

— Minha boa filha. — Murmurou ele, com carinho.

O meu padrasto, aproveitando o momento, começou a afrouxar com cuidado os botões tensionados da minha blusa. Bastou abrir dois para que os meus seios ficassem expostos de repente diante dele, e eu me senti completamente desnuda, tomada por uma vergonha intensa que deixou meu corpo inteiro em chamas.

O perfume dele, misturado ao cheiro de sabonete e algo tipicamente masculino, cercou minha respiração de repente. Eu olhei para a mão que se aproximava, tocando minha pele de leve, como se desenhasse um caminho. Meu estômago se contraiu, e um arrepio percorreu minhas costas.

Meu corpo parecia com fome de algo que eu não sabia nomear. Eu sentia as forças indo embora dos meus ossos, como se eu tivesse perdido o chão.

Eu deixei que o meu padrasto mexesse na minha lingerie, sem forças para afastá-lo, enquanto ele abaixava o tecido com cuidado e se inclinava para beijar meu peito, roçando os lábios na minha pele sensível.

"É tão estranho… e faz tanta cosquinha…"

— Hã… é diferente. Pai! — Eu mal conseguia organizar as palavras. — É bom, mas… estranho.

— Isso se chama "amor". — Ele riu baixinho. — E ainda tem muita coisa boa que você nem conhece.

Ele não parou por aí. Logo em seguida, meu padrasto deslizou uma das mãos para baixo, entrando por baixo da minha saia com um cuidado quase provocador. A palma quente dele encontrou o caminho entre minhas coxas, e os dedos começaram a acariciar de leve aquela região tão sensível que eu quase nunca tocava em mim mesma.

Na mesma hora, foi como se todas as células do meu corpo tivessem despertado de uma vez.

"Como isso pode ser tão bom?"

Era uma sensação que eu nunca tinha experimentado. Eu me sentia leve, como se estivesse flutuando, caminhando em nuvens que ameaçavam sumir a qualquer instante se eu me mexesse demais. Pela primeira vez, eu entendi por que minha mãe, algumas noites, deixava escapar sons de felicidade atrás da porta fechada.

Minha garganta também queria soltar um suspiro mais alto, um som carregado de algo que eu não sabia nomear. Mas, por ser na frente do meu próprio padrasto, eu sentia uma vergonha absurda de me ouvir assim.

Então eu tentei segurar. Apertei os dentes, forcei a garganta a se calar, como se pudesse trancar lá dentro aquela onda de prazer que subia. Porém, quanto mais eu tentava controlar, mais o meu corpo parecia reagir sozinho, tomado por uma coceira funda, quase dolorida, que me deixava sem ar.

Minhas pernas começaram a se mexer sem que eu mandasse, buscando aliviar a tensão. Quando tentei apertá-las uma contra a outra, acabei prendendo o braço dele entre minhas coxas.

Quanto mais eu o apertava, mais firme ficava o toque dele.

— Ah… mais devagar… — Murmurei, com a voz rouca. — Eu acho que não vou aguentar.

Não consegui segurar por muito tempo. Um gemido doce escapou de mim, misturado com minha respiração ofegante, e o som foi tão carregado de emoção que até eu mesma me assustei.

Ao ouvir o som, a expressão do meu padrasto iluminou-se ainda mais, e ele mordeu um dos meus seios, seus dentes roçando suavemente.

Na televisão, a atriz soltava gemidos abafados, preenchendo a sala com uma trilha sonora indecente. Eu sentia os poros do meu corpo se abrindo, como se cada parte de mim quisesse absorver o carinho dele sem deixar escapar nada.

A língua dele era quente e macia, o calor da boca contrastando com o ar mais frio do quarto. A sensação era de ter o corpo inteiro envolto por aquela temperatura morna, como se eu estivesse sendo lentamente abraçada de dentro para fora.

"Então é isso que chamam de desejo? Parece que estou na beira de um precipício… prestes a cair, mas sem vontade nenhuma de recuar."

Aproximando os lábios do ouvido dele, eu deixei escapar um sussurro entrecortado pela respiração.

— Pai… isso é… fazer amor?

O meu padrasto riu baixinho, com um ar satisfeito.

— É, você aprende rápido. Vai se tornar uma mulher que qualquer homem gostaria de cuidar… — Ele fez uma breve pausa, os olhos ainda presos em mim. — Mas ainda não é o bastante.

A mão dele desceu mais, alcançando uma parte íntima em que ninguém jamais tinha tocado antes. O simples contato fez meu corpo inteiro reagir. Um suspiro escapou da minha boca antes que eu pudesse segurar.

Cada movimento dele fazia meu corpo estremecer, como se eu perdesse o controle sobre minhas próprias reações. No fim, eu estava completamente sem forças, largada ali, com a respiração descompassada e o coração disparado, sentindo uma estranha umidade e calor tomarem conta de mim.

— Tão sensível assim… — Murmurou o meu padrasto, com um sorriso de canto. — No futuro, isso certamente vai fazer muitos homens gostarem ainda mais de você… e é justamente isso que me deixa preocupado.

Meu padrasto continuou a beijar meu corpo com delicadeza, a voz saindo rouca, como se carregasse um peso que ele não queria admitir.

— Por isso, eu quero ser aquele que vai te ensinar. — Disse ele, bem perto do meu ouvido. — Quero te mostrar, eu mesmo, o que é se tornar uma mulher de verdade. Você já está pronta para isso comigo, não está?

Lanjutkan membaca buku ini secara gratis
Pindai kode untuk mengunduh Aplikasi

Bab terbaru

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 7

    Geraldo olhava para mim com ódio, e tinha uma faca, brilhando sob a luz, jogada ali perto do pé dele.Eu senti uma vontade súbita de avançar e matar o meu padrasto, mas a minha razão ainda conseguiu me segurar.Eu levei as mãos para trás, escondendo o movimento, e disquei o número da polícia no celular, chamando a emergência em silêncio.O meu padrasto continuou falando:— Vocês duas já nasceram para ser minhas cadelas de estimação. Eu já enjoei da velha faz tempo. Agora eu quero brincar com a novinha. Se vocês obedecerem direitinho, eu juro que levo vocês de volta pra casa, sem guardar rancor!A minha mãe estava caída no chão e gritou com a voz rouca:— Não! Daise, vai embora, não olha para trás! O Geraldo é um monstro, a culpa é minha por ter acreditado nele, por ter sido cega.Geraldo deu um chute na barriga da minha mãe:— Cala a boca, sua desgraçada. Não estraga a minha diversão.Quando eu vi a minha mãe levando aquele chute, o meu peito pareceu se rasgar por dentro:— Não bate na

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 6

    Mas a minha mãe ainda ficou desconfiada. Depois disso, ela começou a prestar atenção em cada movimento do meu padrasto.O olhar da minha mãe mudou. Ela passou a reparar em qualquer barulho dentro de casa. Eu percebi que, de madrugada, ela ia conferir se a porta do banheiro estava bem fechada e, uma vez, ela chegou até a revirar o meu diário.Naquele fim de tarde, ela me perguntou do nada:— O seu padrasto andou… se comportando de um jeito estranho com você?Eu balancei a cabeça, mas os meus lábios tremiam. Ela ficou muito tempo em silêncio e, depois, disse:— Se ele fizer qualquer coisa com você, você tem que me contar. Eu tiro você daqui na hora!Quando eu a ouvi falar em me tirar dali, eu senti como se tivesse ganhado forças de novo.Eu finalmente ia conseguir escapar das garras do meu padrasto.Então eu juntei coragem e contei para a minha mãe tudo o que o meu padrasto tinha feito comigo.A minha mãe ficou tão furiosa que o rosto dela chegou a ficar esverdeado. Na mesma hora, ela pe

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 5

    Cada vez que eu acordava assustada, o travesseiro já estava encharcado de suor frio.Eu não tinha coragem de acender a luz. Eu só conseguia me encolher no canto da cama, cobrindo os ouvidos com o cobertor, como se isso fosse o bastante para bloquear qualquer som de passos vindo do corredor.Depois disso, o meu padrasto ficou cada vez mais ousado.De madrugada, quando eu levantava para ir ao banheiro, sempre que eu passava pela sala ele estava sentado no sofá, "vendo TV", mas a tela estava desligada.Uma vez, a alça do meu pijama afrouxou. Eu me abaixei para pegar algo no chão e, de repente, ele segurou minha cintura por trás:— Cuidado, vai acabar caindo.A palma da mão dele, encostada direto na minha pele, parecia quente demais, assustadora demais.Fiquei rígida no lugar, sem conseguir me mexer, até ele soltar a minha cintura e completar, bem devagar:— Você já é maior de idade. Precisa aprender a cuidar de si mesma.O banheiro tinha virado o meu pior pesadelo. Ele sempre tomava banho

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 4

    Aproveitando que eu tinha ficado distraída, o meu padrasto enfiou a mão dentro da minha gola e apertou com força o meu peito.Eu levei um susto e tirei a mão dele na mesma hora. Só então o meu padrasto deu um sorriso safado e se afastou.Eu fiquei na dúvida se devia ou não contar tudo para a minha mãe. Se eu contasse, ela com certeza ia ficar arrasada e talvez até terminasse com o meu padrasto.Mas, se eu não contasse nada, o meu padrasto com certeza ia piorar e me perturbar cada vez mais. Eu fiquei presa naquele dilema, sem saber o que fazer.Logo a minha mãe terminou de lavar a louça. Eu também fui para o banheiro tomar um banho. Eu me sentia toda grudenta, precisava de um bom banho quente.Eu estava ali, sentindo a água escorrendo pelo meu corpo, quando, de repente, a porta do banheiro se abriu.Como o vaso ficava dentro do box, o meu padrasto entrou sem nenhuma cerimônia, tirou o pau para fora bem na minha frente e começou a mijar.Na mesma hora, eu vi aquela coisa enorme.— Pai, e

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 3

    O meu padrasto agarrou minha calcinha de repente e puxou com força para baixo. Num instante, toda a parte de baixo do meu corpo ficou exposta diante dos olhos do meu padrasto. Eu me senti como um ovo descascado.Eu me assustei por um segundo e apertei as coxas com pressa:— Pai, isso é...O toque do meu padrasto já tinha passado um pouco dos limites, e agora ele ainda tirava minha calcinha. Eu não fazia ideia de como poderia encarar a minha mãe depois disso.Mas o meu padrasto abriu à força minhas coxas úmidas, os olhos grudados ali embaixo, me encarando sem piscar:— A sua vagina é tão rosinha, tão pequena. É bem mais bonita do que a da sua mãe.Eu me choquei. Eu não acreditava que o meu padrasto tinha coragem de dizer uma coisa tão suja, ainda por cima me comparando com a minha mãe.Eu quis vestir a calcinha de volta, mas o meu padrasto levantou minhas duas pernas, segurando-as no ar. Ele pegou a calcinha com um puxão só e jogou para o lado. Depois, ele aproximou a planta do meu pé d

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 2

    Eu lancei um olhar furtivo para o meu padrasto e percebi que ele estava claramente excitado, o corpo tenso, deixando transparecer um vigor masculino impressionante.Ao notar meu olhar, meu padrasto pareceu adivinhar exatamente o que estava passando pela minha cabeça. Ele se ajeitou no sofá, sentando-se bem próximo de mim, quase espelhando a postura do homem na tela.— Filha, você está toda sem graça agora, né? Já está sentindo alguma coisa? — Perguntou ele, com um sorriso que misturava brincadeira e seriedade.Ao ser provocada daquele jeito pelo meu padrasto, eu finalmente percebi que estava inteira tremendo, com o rosto quente e avermelhado. Sem notar, eu tinha puxado a própria blusa para cima, deixando a roupa toda bagunçada, parecendo uma protagonista desajeitada de filme romântico depois de uma cena intensa.Eu mordi o lábio, sem saber o que responder.A voz dele se suavizou, ficando baixa e envolvente.— Ei, tudo bem. Aqui somos só nós dois. O que você quiser, eu vou respeitar… e

  • O Padrasto que Levou a Enteada ao Cinema Privado   Capítulo 1

    Eu me chamava Daise Pedrosa e morava com a minha mãe na casa do meu padrasto.O meu padrasto, Geraldo Pedrosa, sempre me tratava muito bem. Ele vivia dizendo que eu precisava comer mamão, porque isso fazia bem para a saúde do corpo da mulher.Todos os dias eu tomava uma tigela de creme de mamão. Com

Bab Lainnya
Jelajahi dan baca novel bagus secara gratis
Akses gratis ke berbagai novel bagus di aplikasi GoodNovel. Unduh buku yang kamu suka dan baca di mana saja & kapan saja.
Baca buku gratis di Aplikasi
Pindai kode untuk membaca di Aplikasi
DMCA.com Protection Status