Cada vez que eu acordava assustada, o travesseiro já estava encharcado de suor frio.Eu não tinha coragem de acender a luz. Eu só conseguia me encolher no canto da cama, cobrindo os ouvidos com o cobertor, como se isso fosse o bastante para bloquear qualquer som de passos vindo do corredor.Depois disso, o meu padrasto ficou cada vez mais ousado.De madrugada, quando eu levantava para ir ao banheiro, sempre que eu passava pela sala ele estava sentado no sofá, "vendo TV", mas a tela estava desligada.Uma vez, a alça do meu pijama afrouxou. Eu me abaixei para pegar algo no chão e, de repente, ele segurou minha cintura por trás:— Cuidado, vai acabar caindo.A palma da mão dele, encostada direto na minha pele, parecia quente demais, assustadora demais.Fiquei rígida no lugar, sem conseguir me mexer, até ele soltar a minha cintura e completar, bem devagar:— Você já é maior de idade. Precisa aprender a cuidar de si mesma.O banheiro tinha virado o meu pior pesadelo. Ele sempre tomava banho
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