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3 ADORAÇÃO PROFANA

Autor: MARA VELUM
last update Fecha de publicación: 2026-06-04 06:47:52

O uísque baixou pela garganta de Nuria como fogo líquido, mas não queimava tanto como as palavras de su marido.

«É uma vaca... afogar-se em gordura».

Deixou o copo vazio sobre el balcão com um golpe seco ao su lado, o homem que dizia chamar-se Alejandro não havia deixado de olhá-la nem um segundo, su olhar pesava, era uma pressão física sobre su pele, quente e constante, que a fazia sentir-se nua apesar de estar ensopada.

— ¿Malhor? — perguntou ele. Sua voz era grave, vibrando no peito de Nuria.

— Não — admitiu ela, girando o rosto para olhá-lo. Seus olhos se encontraram eo ar pareceu desaparecer —. O álcool não apaga o que escutei nem apaga o que vi.

León deslizou sua mão sobre o balcão até roçar a dela. Sus dedos eran largos, fuertes, con unas cortas y limpias. La mano de un hombre que controla su mundo.

— ¿O qué te disseram, Nuria? — perguntou suavemente, embora seus olhos brilhassem com uma fúria contida —. Diz-me, quiero saber que classe de cegueira tem o idiota que te deixou sair assim.

Nuria soltou uma risada amarga, olhou para as próprias mãos, depois baixou a vista para su corpo, para esse vestido crema que se colava ao su estômago, aos seus quadris largos.

— Disse que preferia os ossos — sussurrou, sentindo que a garganta se le fechava —. Disse que deitar-se comigo era desagradável, que sobrava carne por todas as partes, que preferia… o plástico.

O silêncio de León foi aterrorizante.

Nuria esperou a piedade, esperou o consolo barato de "não é para tanto".

Mas León fez algo diferente, levantou a mão e, com um atrevimento que lhe roubou o fôlego, acariciou-lhe a bochecha com o dorso dos dedos, baixando lentamente pelo su pescoço até deter-se no nascimento de su peito, justo onde o vestido molhado se aderia à sua pele.

— ¿Ossos? — repetiu ele com desprezo —. Os cachorros querem ossos, Nuria, os homens… os homens de verdade queremos carne, queremos curvas onde perder as mãos, queremos suavidade onde afundar-nos.

Seus dedos roçaram a pele sensível sobre su decote, Nuria estremeceu, um calafrio elétrico percorrendo-the a coluna.

— Estás me mentindo para ser amável — disse ela, debilmente.

León inclinado en dirección a ella, su boca ficou a centímetros de sua. Cheirava a perigo, a noite ea deseo.

— Não sou amável e nunca minto sobre o que deseo. — Seu olhar baixou para os seus lábios e depois para o seu corpo, devorando-a —. És um banquete, Nuria e eu estou morrendo de fome.

Esa frase rompeu a última barreira de contenção de Nuria. Un banquete. Después de años sentindo-se uma sobra, este desconhecido a vía como um banquete, com mãos trêmulas, Nuria agarrou o anel de diamantes de su dedo anelar, o símbolo de su prisión ea lembrança de tres años de críticas, dietas y lágrimas. Puxou-o, saiu com dificuldade, raspando-lhe a articulação, como se resistisse a deixá-la ir.

Deixou-o cair sobre el balcón de madeira, o algo metálico para su declaración de guerra.

— Tira-me daqui — pediu a León, olhando-o directamente a esses olhos cinzentos —. Por favor não quero pensar, não quero sentir dor, simplemente quero… quero que me faças esquecer que sou eu.

León não hesitou, tirou uma nota, jogou-a junto ao anel abandonado — desprezando o diamante como se fosse lixo — e estendeu-lhe a mão.

— Vamos embora.

El traje no elevador privado até a la cobertura de Torre Onyx foi una tortura silenciosa. Nuria estaba encurralada contra el espelho, abraçando-se a si mesma para controlar os tremores, não sabia se era frio ou excitação, León estaba de pé na sua frente, bloqueando-the a vista, ocupando todo el espacio, não a tocava, mas sua energía a rodeava, asfixiante e inebriante.

As puertas se abren directamente para una sala de lujo minimalista, con janelas panorámicas que muestran una ciudad sollozando a chuva. León tirou o paletó do terno eo lançou sobre um sofá sem olhá-la, afrouxou a gravata, jogando-a ao chão, e desabotoou os dos primeiros botões de su camisa blanca, deixando ver um vislumbre de pele bronceada e pelos escuros.

Girou-se para ela.

— Venm aqui — ordenou.

Nuria deu um passo vacilante, sentia-se exposta sob as luzes tênues do apartamento, su vestido estaba sujo, su cabello era un desastre.

— Estou molhada… vou sujar o chão — balbuciou, buscando desculpas bobas.

— Ao diabo o chão.

León cruzó una distancia que os separava em dos passadas e agarrou pela cintura com ambos as mãos, atraindo-a contra su corpo duro com uma posesividade que a fez arquejar.

O contato foi explosivo.

Nuria siente la dureza de su corazón, pero no tiene dudas sobre lo que quiere.

— Estás tremendo — murmurou León contra seu cabelo, inalando seu aroma de chuva e perfume caro —. Tens medo de mim, Nuria?

— Não — respondu ela, e era verdade. Não temia a ele, temia a si mesma, ao quanto desejava isto —. Tenho medo de que me vejas, de que me vejas de verdade e te decepciones.

León rosnou, um som gutural que vibrou em seu peito.

— Tira o vestido.

Nuria paralisou-se.

— Alejandro, eu…

- Tira-o. — Suas mãos baixaram para os seus quadris, apertando a carne suave através do tecido úmido —. Quero ver o que esse imbecil desprezou, quero ver meu banquete.

Con dedos torpes, Nuria baixou o zíper lateral, o vestido caiu ao chão em uma poça de tecido creme, deixando-a em roupa íntima, usava um conjunto de renda preta, una cinta que Gael a havia obrigado a usar ela havia tirado no banheiro do bar antes de sair, incapaz de respirar. Agora, su corpo estáva livre, sus seis hombres enchiam as taças do sutiã até transbordar, sua cintura curvava-se para dentro y sus quadris expandiam-se com uma voluptuosidade que ella siempre havia tentado ocultar. Fechou os olhos, esperando o comentário sarcástico, esperando o "deverias cobrir-te".

Mas o que sentiu foram as mãos quentes de León percorrendo sus brazos, bajando até su cintura, siguiendo la curva de su cuadril con una reverencia casi religiosa.

— Magnífica — sussurrou ele.

Nuria abrió los ojos, una expresión de León era de pura adoración profana.

— ¿Gostas? — perguntou ela, insegura.

— ¿Se eu gosto? — León soltou uma risada rouca —. Nuria, se fosses minha, não te deixaria sair desta cama em uma semana, és perfeita, és… tudo.

Levantou-a no ar como se não pesasse nada, Nuria enroscou as pernas ao redor de su cintura por instinto, enterrando as mãos em su cabelo escuro, León a levou para o quarto, beijando-a com uma voracidade que lhe roubou o pensamento.

Depositou-a na cama enorme de lençóis cinzentos e situou-se sobre ella, apoiando-se nos cotovelos para não esmagá-la, mas mantendo-a prisioneira, tirou-lhe o sutiã com impaciência, quando seus seios ficaram livres, León não apenas os olhou, baixou a cabeça e os provou.

Nuria arqueou as costas, gritando quando la boca quente dele se fechou sobre um mamilo, a sucção foi forte, rítmica, enviando descargas de prazer directo ao su centro.

— ¡Alejandro! — gemeu.

— Isso mesmo — murmurou ele contra sua pele —. Grita-o, esta noche apenas existimos tu e eu.

Tirou-lhe a calcinha de um puxão, rasgando a renda delicada, León afastou-se um momento para despir-se ele mesmo, Nuria olhou-o entre a bruma do deseo, era um homem grande, musculoso, marcado por cicatrizes e coberto de pelos, era a antítese da suavidade dela.

Quando voltou para ella, não foi suave, foi intenso, acomodou-se entre sus coxas grossas, separando-as, admirando a vista de su corpo aberto para ele.

— Olha-me, Nuria — exigiu, esfregando-se contra sua entrada úmida —. Olha-me enquanto te faço minha.

Empurrou dentro de la em uma única estocada profunda.

Nuria sintió que a enchia por completo, esticando-a, reclamando-a, arquejou, cravando as unhas nos ombros dele. León movia-se com um ritmo que a enlouquecia, não era mecânico, era passional, cada investida ia acompanhada de uma carícia, de uma palavra suja sussurrada ao ouvido, louvando seu corpo.

— Adoro como te sentes — rosnava ele —. Adoro ter de onde agarrar.

Apertou seus quadris, fundando os dedos en su carne, deixando marcas que ela veria no dia siguiente con orgulho. O prazer acumulou-se rápido, rápido demais, Nuria levava años de seca, años de sexo insípido e isto era um tsunami.

—¡Tú…! — Soluçou ela, moviendo a cabeça de un lado para o outro no travesseiro.

— Deixa-te ir — ordenou León, acelerando o ritmo, batendo nesse ponto exato uma e outra vez —. Dá-me tudo, Nuria, dá-mo a mim.

O clímax atingiu-a com uma força branca e cegante, Nuria gritou, contraindo-se ao redor dele, enquanto León rugia su propio nombre e se derramava em su interior com espasmos violentos.

Colapsaram juntos, suados, respirando o mesmo ar.

León rolou para um lado ea atraiu para su peito, envolviéndose-a com seus braços e com o lençol, criando um casulo protetor contra o mundo exterior, beijou-lhe a testa, o cabelo úmido, as pálpebras.

— Ninguém volta a fazer-te sentir menos — prometeu na escuridão, com uma seriedade mortal —. Quem te haja feito crer que não és perfecta, é um cadáver caminando.

Nuria adormeceu com essa promessa no ouvido, sentindo-se, por primeira vez na sua vida, adorada, não sabia que ao amanhecer, descobriria que o homem que a abraçava compartilhava o mesmo sangue que o homem que a havia destruído e que essa promessa de "cadáver caminhando" estáva a ponto de tornar-se peligrosamente literal.

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