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abalada - 127

Author: Kari
last update publish date: 2026-09-10 03:41:14

Eu preciso parar de fazer essas coisas...

Não era correto ficar me tocando pensando nele. Talvez fosse desrespeitoso ou sei lá... Eu saí daquele banho leve como um pluma.

Eu nunca havia chego naquele nível de prazer. Eu voltei para meu quarto e coloquei um vestido, eu senti vontade de me maquiar um pouco. Passei uma base em meu rosto, blush em minha buchecha bem de leve e passei um batom nude.

Eu voltei a sair do quarto e minha mãe já estava na cozinha preparando o café da manhã e meu pai est
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  • Pai da minha filha era meu professor   232

    Eu estava ansiosa. Consegui tomar uma ducha rápida, coloquei um vestido confortável. Deixei meus cabelos soltos e fiquei andando de um lado para outro agoniada. Quando o carro do Felipe parou em frente de casa eu quase saí correndo até ele e Geovana.Eles também estavam ansiosos. Gabriel veio correndo atrás e seguimos o mais rápido o possível para o Hospital. Quando Felipe parou em frente ao hospital eu nem esperei ele procurar uma vaga. Eu desci do carro quando ele estava quase parando e entrei no hospital. Meu pai me esperava na sala de espera, ele carregava olheiras mas seu rosto não carregava mais nenhuma tristeza. Muito pelo contrário! Ele estava feliz, radiante! Quando eu me aproximei ele me abraçou forte.- Que saudades minha filha! - De fato a última vez que eu vi meus pais foi naquele trágico dia.- Eu também estou com saudades! Pai! Vamos! - Eu praticamente puxei a mão do meu pai pelo corredor do Hospital seguindo para UTI. Mas meu pai deu uma risada e me freiou.- Filha...

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    Geovana me olhou assustada e passou a mão na testa angustiada. - Gê! Calma. Vocês precisam conversar, ele quer te ver. - Mas eu não sei qual vai ser a reação dele Alice! Ele pode está sentindo raiva, ou até mesmo está vindo para me confrontar! Alice eu não quero que ele brigue comigo! Eu amo ele. - Geovana estava inquieta.- Respira... Eu vou pegar uma água para você. - Falei indo até a geladeira e peguei um jarro de água.- Tudo bem! Eu vou tentar me acalmar! - Geovana sentou na cadeira e aceitou a água que lhe ofereci.Não demorou muito e a porta de casa simplesmente se abriu. Felipe estava tão ansioso que nem se quer bateu na porta.Geovana estava na cozinha comigo e quando ela ouviu a porta se abrir ela agarrou em minha mão nervosa. Seus olhos carregavam desespero, Felipe apareceu na cozinha e ela se manteve sentava de costas para ele. Felipe a encarou com o rosto abatido.- Gê? - Felipe a chamou com a voz baixa.Geovana custou olhar para atrás. Mas olhou, Felipe chorou ao vê-l

  • Pai da minha filha era meu professor   230

    Desliguei aquela ligação e voltei para casa.Estava a noite e subi as ladeiras da cachoeira sozinha. Eu estava mal* demais sentindo falta do Lucas, mas ao menos eu poderia chorar nos braços de Geovana...Entrei em casa e fui direto para meu quarto.Fechei os olhos torcendo para as horas passar rápido. Coloquei minha cabeça no travesseiro que Lucas dormia, eu ainda podia sentir o cheiro do perfume dele. Acabei cochilando entre os choros... Sonhei com Lucas. Ele gargalhava e me beijava, acordei pior! Por que eu fui dormir?! Me levantei angustiada e liguei para minha mãe. Ela atendeu com a voz cansada.- Oi mãe... Como Lucas está? - Ele continua na mesma Alice... Vamos pensar positivo! Ele não teve piora, filha eu sei que essa fase é ruim... Tenta ocupar a cabeça. Tia Iza dormiu só agora depois de dois comprimidos de calmante, ela literalmente dormiu fazendo minha perna de travesseiro. Seu pai e Tio William estão no quarto com Lucas, como está Gabriel? - Está no quarto dele... Ele não

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    Eu segui o médico e olhei todos aflitos na sala de espera. Tia Izabel estava ao lado do Tio Will, ela parecia um pouco grogue e logo o médico chamou ela. Tio Will fez questão de acompanhá-la segurando em sua cintura, eu morria de pena dela. Tia Izabel mal conseguiu olhar para mim, ela estava muito mal*. Meu pai estava ansioso para ver Lucas, era nítido! Mas agora era o momento dos pais dele. Meu pai pediu para Felipe me levar para casa junto com Gabriel. Eu não queria ir, mas ele insistiu... Não iria adiantar nada ficar na sala de espera. Ele avisou que iria passar a noite no hospital com minha mãe e os pais do Lucas, meu peito apertou quando o pai do Felipe entregou a chave do carro e Felipe me chamou. Eu hesitei, eu não queria ficar longe do Lucas... Mas minha mãe insistiu dizendo que se ela entrar no quarto ela vai me ligar para me acalmar.Confiei e saímos com Gabriel. Era estranho Gabriel não falar nada, normalmente ele sempre jogava uma piada com sarcasmo ou tinha uma resposta p

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    Tia Rebeka me soltou e seu rosto também estava abatido.Não tínhamos o que dizer uma para outra.A dor era grande. Na sala de espera estava lotado só com nossas famílias juntas, um enfermeiro passou correndo pelo corredor com algumas bolsas de sangue me deixando mais agoniada ainda. Eles estavam lutando para manter Lucas vivo. Tia Rebeka percebeu minha agonia e afagou minhas costas. Ela olhou minha mãe segurando o choro e a abraçou, ela sabia que minha mãe amava Lucas como uma filho. Minha mãe chorou no abraço de Rebeka e meu pai se afastou saindo do hospital segurando o choro. E mais horas se passaram...Ao mesmo tempo eu queria que o médico chegasse, mas também não queria! Eu não queria ouvir que Lucas não resistiu. Eu não suportaria, não aguentaria! Eu vivo com Lucas desde sempre! Eu não saberia viver em um mundo no qual ele não estaria. Eu vi um médico andar pelo corredor com seu jaleco Branco. Ele estava sério e só pela expressão dele, eu sentia que iria desmaiar.Ele parou e

  • Pai da minha filha era meu professor   227

    Saí do abraço do meu pai e fui para fora daquele hospital com cheiro de álcool. Sentei sozinha em um banco tentando me controlar. Minhas mãos suavam e estavam geladas, meu peito doía querendo ele.Meu pai me seguiu e sentou ao meu lado surpirando com o rosto vermelho e inchado pelo choro.Ele estava muito mal. Meu pai permaneceu em silêncio por alguns minutos, mas depois ele desabafou.- Eu sabia que era o Lucas antes mesmo da barriga de Izabel crescer sabia? - Ele falava com um olhar vago.- Eu não sabia disso. - Respondi baixo.- Eu protegi ele de um mafioso que queria matá-lo por pura ganância. Faria tudo novamente! Agora ele está muito machucado! Alice o que aconteceu?! - Meu pai perguntou chorando sem controle.- Acho que era o irmão da Geovana. Ele iria atirar no Felipe, mas Lucas entrou na frente.- Meu Deus! - Meu pai voltou a chorar e se levantou voltando para dentro do hospital.Continuei sentada sentindo meu peito queimar, meu celular começou a tocar, eu nem queria atender

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