LOGINClara ainda estava com as costas encostadas na parede fria de pedra do esconderijo, o hábito embolado na cintura, a porra de Raffaele escorrendo devagar pelas coxas grossas. O corpo dela ainda tremia — não só do orgasmo, mas do medo. Lá em cima, o convento parecia morto. Nenhum grito. Nenhum passo. Só o cheiro de pólvora que ainda descia pelas frestas.Raffaele estava de pé na frente dela, a arma ainda na mão, o peito suado e marcado. Ele a olhava como se quisesse devorá-la de novo e, ao mesmo tempo, protegê-la de tudo.— Eles vão voltar — murmurou ele, voz baixa. — Não hoje. Talvez amanhã. Mas vão.Clara engoliu em seco.— E você? Vai embora?Raffaele deu um passo à frente. A mão livre dele subiu e segurou o queixo dela com firmeza.— Eu não vou embora sozinho, Clara.Antes que ela pudesse responder, ouviram passos pesados no porão. Várias pessoas. Raffaele ergueu a arma imediatamente, empurrando Clara para trás do corpo dele.Uma voz grave, em italiano, veio do outro lado das caixas
O silêncio do convento nunca tinha sido tão enganoso.Era o meio da tarde. A luz amarelada entrava pelas janelas altas da biblioteca, iluminando o pó que flutuava no ar. Clara estava sentada no chão, entre duas estantes antigas, o hábito aberto até a cintura. Raffaele estava atrás dela, o peito nu colado nas costas dela, uma mão grande dentro da calcinha, dois dedos metendo devagar enquanto a outra mão apertava um dos seios pesados.— Você tá molhada demais pra uma freira que deveria estar rezando — murmurou ele contra o ouvido dela, a voz rouca e baixa. — Olha como essa buceta engole meus dedos… tão viciada que nem precisa mais que eu peça.Clara gemia baixinho, a cabeça apoiada no ombro dele, as coxas abertas. O véu estava torto. Ela já tinha desistido de arrumar.— Rafe… alguém pode ouvir…— Que ouça — ele respondeu, curvando os dedos e esfregando o ponto que a fazia tremer. — Quero que todo o convento saiba que a freirinha do porão agora goza no dedo do capo.Ele estava prestes a
Ele não parou quando ela gozou. Tirou o pau brilhando de creme, virou-a de bruços com brutalidade e ergueu a bunda dela. Deu três tapas fortes, deixando a pele branca das nádegas vermelha e ardida. Depois enfiou novamente, agora por trás, ainda mais fundo.— Diz de novo.— Essa buceta é sua… só sua, Rafe… por favor… mais devagar…— Mais devagar uma merda.Ele segurou os quadris largos dela com força bruta, dedos afundando na carne, e começou a arrombar com estocadas curtas e violentas, batendo o osso pélvico contra a bunda dela. O quarto cheirava a sexo, suor e o incenso que ainda impregnava o véu dela.Raffaele pegou o crucifixo do terço e, sem tirar o pau de dentro dela, pressionou o metal frio contra o cuzinho franzido.— Hoje eu vou marcar tudo. Cada buraco. Cada pedaço de pele.Ele cuspiu no crucifixo e começou a enfiar devagar enquanto continuava fodendo a buceta. Clara soluçava de prazer e dor misturados.— Não… os dois ao mesmo tempo… eu vou rasgar…— Você aguenta. Você aguent
A chegada do padre Lucas ao convento foi anunciada durante o café da manhã com uma voz doce demais para o gosto de Raffaele.— Irmãs, recebam com alegria o padre Lucas Almeida, enviado pela diocese para nos auxiliar nas missas, nos retiros espirituais e na confissão das noviças. Ele é jovem, mas já possui grande reputação de piedade e sabedoria — anunciou a madre superiora, sorrindo.Clara estava sentada na ponta da longa mesa do refeitório, o véu branco impecável, as mãos cruzadas sobre o hábito preto. Ela sentiu o olhar de Raffaele queimando-a do outro lado do salão antes mesmo de levantar os olhos. Ele estava disfarçado de jardineiro, como sempre, os braços musculosos sujos de terra, a barba bem aparada. Mas o maxilar travado e os olhos escuros diziam tudo.Padre Lucas era tudo que Raffaele não era em aparência. Tinha uns 28 anos, rosto limpo, traços suaves e ao mesmo tempo masculinos, cabelos castanhos ondulados e um sorriso que parecia iluminar o refeitório. Alto, mas não imponen
Ele a virou de bruços sobre a mesa. Os seios pesados foram esmagados contra a madeira fria. A bunda redonda e branca empinou, o buraco da buceta piscando, molhado, e o cuzinho franzido logo acima. Raffaele puxou o rosário que estava no pescoço dela, usando as contas como rédea. A cabeça dela foi puxada para trás, o véu quase saindo.— Agora você vai rezar o terço inteiro. Cada Ave-Maria. Cada mistério. Enquanto eu te fodo como um animal. Se errar, eu paro e te faço chupar o crucifixo até engasgar.Clara começou, a voz trêmula, já rouca:— Ave Maria, cheia de graça… o Senhor é convosco…Raffaele cuspiu na palma da mão, passou no pau grosso e empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios inchados e ele meteu até o fundo de uma única estocada violenta. A mesa rangeu alto. Clara gritou, interrompendo a oração.— Continua! — rosnou ele, puxando o rosário com mais força, começando a meter em um ritmo brutal, profundo, as bolas pesadas batendo contra o clitóris dela a cada estocada.— … bendita
A madrugada já avançava quando Raffaele decidiu que a capela não era mais suficiente.O relógio antigo no corredor marcava quase três da manhã. O silêncio do convento era tão profundo que cada passo parecia uma profanação por si só. Raffaele, com seus quase dois metros de altura, corpo musculoso marcado por tatuagens que ele escondia sob roupas civis durante o dia, segurava o véu branco de Clara como se fosse uma coleira de cachorro. O tecido fino esticava contra o pescoço dela, forçando-a a manter a cabeça baixa enquanto tropeçava atrás dele pelos corredores frios de pedra.Clara tremia. Não era só de medo. O corpo dela carregava as marcas dos últimos nove dias de pecado. A buceta ainda inchada e sensível dos encontros anteriores latejava a cada passo. As coxas grossas e macias estavam cobertas de chupões roxos, mordidas e hematomas na forma dos dedos dele. Os mamilos, escondidos agora sob o hábito preto, ardiam. A boca ainda tinha o gosto salgado e amargo da porra que ele havia obri







