LOGINO beco era um túnel de escuridão, cortado apenas pela luz fraca de um poste que tremeluzia, como se hesitasse em revelar o que acontecia ali. A chuva caía mais forte agora, pingando do teto da ponte abandonada, cada gota um tamborilar que ecoava no peito de Juan Cortez. Ele estava de pé, o uniforme encharcado colando ao corpo musculoso, o distintivo brilhando como um lembrete inútil de sua autoridade. Susan, a loira atrevida, estava a poucos centímetros, os olhos verdes faiscando com malícia,
- Você é tão gostoso... - murmurou, a voz doce, mas agora carregada de uma fome que contrastava com sua fragilidade. Ela subiu as mãos algemadas pelo peito dele, as unhas arranhando os músculos, deixando rastros vermelhos. - Deixa a gente te levar até o fim. Prometo que vai valer.Juan estava perdido, o pau pulsando com uma intensidade que o fazia tremer. Ele sabia que isso era um crime, que cada toque, cada gemido, era uma traição ao distintivo, à carreira, aos dois anos de disciplina. Mas o calor da buceta de Susan, o toque suave de Kira, o som da chuva batendo no asfalto - tudo conspirava contra ele. - Vocês vão me foder de vez - rosnou, mas seus olhos traíam a rendição, o desejo consumindo qualquer resquício de culpa.Susan sorriu, cruel e vitoriosa. - Não, policial. Você é que vai nos foder. Mas do nosso jeito. - Ela soltou as algemas dele, o clique metálico ecoando como um tiro no beco. Juan esfregou os pulsos, o corpo livre, mas ainda pre
Ela pegou as algemas soltas e prendeu os pulsos dele ao espelho lateral da viatura, o clique metálico ecoando como uma sentença. Juan, com 1,90m de puro músculo, poderia ter se soltado, mas o desejo o mantinha preso, rendido. Susan montou sobre ele, rasgando o resto do blazer e deixando a buceta exposta, molhada não só pela chuva, mas pelo desejo. Ela esfregou-se contra o pau dele, sem deixá-lo entrar, o atrito torturante fazendo-o rosnar.- Quer meter em mim, policial? - provocou, os quadris movendo-se em círculos, a buceta quente roçando a cabeça do pau dele. - Pede.- Foda-se - grunhiu ele, mas a voz era mais súplica que comando. Ele puxou as algemas, o metal mordendo seus pulsos, a dor só aumentando o tesão.Kira, não querendo ficar atrás, ajoelhou-se ao lado, a boca encontrando as bolas dele, chupando com uma delicadeza que contrastava com a agressividade de Susan. - Você é nosso agora - murmurou, a língua explorando, os olhos castanhos olha
O beco parecia engolir o mundo, a chuva caindo em cortinas grossas, abafando qualquer som que não fosse o pulsar frenético do coração de Juan Cortez. Ele estava de pé, o uniforme encharcado colando aos músculos definidos, o distintivo agora apenas um pedaço de metal inútil contra o calor que queimava seu corpo. Susan, a loira atrevida, estava tão perto que ele podia sentir o hálito quente dela, os olhos verdes brilhando com uma mistura de provocação e promessa. Kira, a pequena asiática, permanecia ao lado, o corpo frágil tremendo sob a chuva, mas os olhos castanhos agora carregados de uma ousadia que ele não esperava. As algemas tilintavam em seus pulsos, um lembrete do poder que ele deveria ter, mas que escorria como a água pelo asfalto.Susan ainda segurava a corrente que o prendia a ela, os dedos roçando o cinto dele, o toque tão próximo do pau duro que pulsava contra o zíper que Juan teve que cerrar os dentes pra não gemer. - Você tá tentando lutar, policial -
A inversão de papéis o pegou desprevenido. Ele era o homem do comando, o cara que dava as ordens. Mas ali, com Susan puxando a algema e Kira roçando o corpo contra o dele, ele sentia o poder escorrer como a chuva pelo asfalto. Susan inclinou-se novamente, mas dessa vez não o beijou. Em vez disso, mordeu o lóbulo da orelha dele, os dentes afiados enviando um choque elétrico por sua espinha. - Vamos brincar com suas regras, policial - sussurrou. - Manda. Diz o que quer.Juan engoliu seco, a voz de comando voltando por instinto. - De joelhos - ordenou, o tom grave, quase um rosnado. Ele não sabia de onde vinha a ousadia, mas a visão das duas obedecendo, mesmo com as algemas, era intoxicante. Susan desceu primeiro, o sorriso malicioso nunca deixando seu rosto, os joelhos batendo no asfalto molhado. Kira seguiu, hesitante, mas com um brilho nos olhos que dizia que ela estava tão dentro do jogo quanto a amiga.- Assim? - perguntou Susan, a voz carrega
O beco era um túnel de escuridão, cortado apenas pela luz fraca de um poste que tremeluzia, como se hesitasse em revelar o que acontecia ali. A chuva caía mais forte agora, pingando do teto da ponte abandonada, cada gota um tamborilar que ecoava no peito de Juan Cortez. Ele estava de pé, o uniforme encharcado colando ao corpo musculoso, o distintivo brilhando como um lembrete inútil de sua autoridade. Susan, a loira atrevida, estava a poucos centímetros, os olhos verdes faiscando com malícia, o blazer rasgado deixando a curva dos seios à mostra, molhada e provocadora. Ao lado, Kira, a pequena asiática, tremia sob a chuva, mas seus olhos castanhos agora carregavam um brilho que misturava medo e ousadia. As algemas pendiam frouxas em seus pulsos, um símbolo de poder que Juan sentia escapar a cada segundo. - Então, policial - disse Susan, a voz um ronronar baixo, quase abafado pela chuva. - Já decidiu? Ou vai ficar aí, segurando esse distintivo como se ele pudesse te sal
A chuva continuava a tamborilar no teto da viatura, um ritmo monótono e insistente que parecia amplificar o silêncio denso dentro do carro. O som constante se infiltrava nos pensamentos de Juan, misturando-se ao turbilhão que já o atormentava. Ele segurava o volante com força, os nós dos dedos esbranquiçados, como se aquele gesto fosse capaz de mantê-lo preso ao dever, de impedir que seu corpo cedesse ao calor ainda latejante depois do confronto sob a ponte.A lembrança era cruel: o blazer rasgado de Susan, a pele exposta, os dedos dela pressionando seu peito com uma audácia quase insolente. Ele sabia - com cada fibra de sua razão - que aquilo não passava de uma armadilha. Mas a consciência não anulava o efeito. A imagem insistia em permanecer, vibrando em sua mente como uma tentação envenenada.No banco traseiro, Susan permanecia algemada. Os cabelos loiros, agora escuros de chuva, grudavam-se ao rosto, emoldurando olhos verdes que faiscavam com algo entre desafio
O convite chegou em um envelope de papel negro, selado com cera vermelha. Madeline passou o dedo sobre o relevo do símbolo, uma serpente entrelaçada em um chicote, antes de abri-lo. Dentro, apenas um cartão com um endereço e uma hora, escritos à mão por Robert:"Quer ver do que realmente gosto? 23h
Madeline sentiu o corpo de Robert endurecer sob o seu, seus músculos tensos como cordas de aço enquanto ela se movia sobre ele com determinação selvagem. O carro ficou tomado pelo som de pele contra pele, misturado aos gemidos roucos que escapavam da garganta de Robert - um som que ela raramente ou
Milih mal teve tempo de recuperar o fôlego depois do toque de André no batente da porta. Cada músculo do seu corpo gritava por mais; cada centímetro de pele ardia sob a lembrança dos dedos dele deslizando pela cintura e pelas coxas. Ela não sabia como tinha sobrevivido àquele toque, mas agora não p
A luz do quarto banhava a pele de Madeline em tons âmbar enquanto Robert a empurrava contra a cama de dossel, seus lábios traçando um caminho ardente desde a curva de seu pescoço até o vale entre seus seios. O ar cheirava a velas de baunilha e desejo - um contraste perverso com o que estava prestes







