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Ágata Miller
—Tomás, você aceita Ágata Miller como a sua legítima esposa? Prometendo amá-la, respeitá-la e sendo fiel até que a morte os separe? — Sim eu aceito, eu aceito a minha ruivinha preciosa— seu sorriso podia iluminar o mundo de tão lindo — Ágata, você aceita Tomás Pannebacker como seu legítimo esposo? Para amá-lo, respeitá-lo e sendo fiel até que a morte os separe?— O padre fala me deixando radiante — Sim eu aceito, claro que eu aceito! — Com a confissão de ambos, mediante a todos, eu os declarou marido e mulher. Pode beijar a noiva —Eu nunca vou te deixar minha ruivinha, eu te amo Ágata!— ele me beija formalizando a cerimônia Não fazia ideia que toda aquele falso carinho no altar seria uma grande mentira futura. (...) Eu estava cursando o último período da faculdade e tinha apenas cinco meses de casada quando engravidei dos meus gêmeos. Minha pequena Liz e meu meninão Lian. Minha vida estava perfeita, com o homem que eu amava até ele descobrir que iria ser pai. Isso deveria ser bom, mas nunca foi pra ele. Tomás nunca gostou da ideia de ter filhos e por diversas vezes ele havia me dito isso. Pensei que talvez com um tempo isso pudesse mudar, porém só piorou a nossa relação. Eu comecei a engordar e perder toda essência da minha beleza corporal, o Tomás não pensou duas vez em pedir o divórcio quando tudo isso aconteceu. Eu assinei os papéis com uma dor terrível no peito, pois além de eu ter que criar uma criança sozinha eu ainda estava perdendo a pessoa que eu amava, bem... eu não ia me desfazer do meu filho, preferi perder o Tomás Até aquele momento eu achei que era apenas uma criança, foi quando descobri que existia um terceiro coração batendo forte dentro de mim. O meu e dos meus filhos, e isso era bom, não era apenas bom! Era incrível. Tentei fazer com que o Tomás entendesse o meu lado, e mesmo sendo maltratada por ele, eu continuava lhe amando Eu era um tremenda idiota e burra, mas isso acabou Tudo isso morreu quando ele apareceu com uma ex colega de faculdade, Camila. Ela sempre ficou em cima do Tomás quando nós éramos namorados na faculdade. Eles cursavam engenharia juntos e eu gastronomia. O Tomás montou seu império se tornando o cara mais importante do país o poderoso CEO, e eu com muita ajuda do Allan meu melhor amigo e também dos meus pais, consegui montar meu nome na gastronomia e abrir um restaurante extremamente famoso. Uns críticos julgam minha capacidade pela minha idade e outros por não vir de um meio social alto, diferentemente do Tomás que sempre teve dinheiro, mas eu era apenas uma pessoa normal na sociedade. O que levou os seus pais acharem que eu estava dando o golpe nele me fazendo odiá-los A opinião dos meus antigos sogros mudou quando os gêmeos completaram um ano de idade. Eles apareceram na festa dos meus filhos me pedindo perdão e questionando o fato de eu não permitir com que eles os vissem. Óbvio que eu não iria deixar, eu me senti humilhada por todos eles, e só tive apoio da Tamara, que é a irmã do Tomás mais nova. Eu deixei ela acompanhar toda a minha gravidez, diferente do irmão dela e dos avós paterno dos meus filhos. Aos poucos fomos nos dando bem e hoje eu até frequento a casa deles para que meus filhos não percam o contato com os avós, e agradeço pelo Tomás ser um péssimo filho também, pois assim nós nunca se esbarramos na casa dos pais dele, eu sempre pergunto o senhor e senhora Pannebacker se ele está presente, sempre tentando evitar com que se encontramos, e confesso que nem pergunto mais já que ela está sempre reclamando do filho. Como se eu quisesse ter algum interesse no seu paradeiro, a única coisa que me interessa dele é sua distância e nada mais me importa. Eu lembro muito bem como o Tomás era um irresponsável no final do nosso relacionamento, a única paixão que tinha era pela engenharia e mais nada. Ele saia em muitas noitadas e curtia a vida como se fosse solteiro. Por diversas vezes tive a impressão de que eu havia sido traída por ele. Fora dois amigos deles que sempre levavam o Tomás para o mal caminho, eles diziam ser amigos do Tomás, mas em qualquer oportunidade que eles tinham, se lançavam em cima de mim. Nunca os engoli.... mas graças a Deus isso acabou, eu sigo a minha vida e o Tomás a dele. Eu tenho meus filhos para mim e o Allan me ajuda em tudo com eles, as crianças o chama de pai e eu acho justo já que é ele quem tem a atitude de um, o Tomás só viu meus filhos 3 vezes e foi por conta do destino. Meus filhos são lindos e chamam bastante a atenção na rua quando eu os levo para sair. Já o Allan vive para essas crianças, ele morre por elas da mesma forma que eu morreria, nós somos amigos, uma amizade um pouco colorida. O Allan não consegue se apegar a ninguém e eu muito menos, então quando b**e a vontade nós se entregamos um ao outro, mas não passa disso. Nunca firmamos o namoro ou algo do tipo É bom do jeito que está. Meu pai pegou ódio do Tomás e eu apenas tento evitar sempre em tocar seu nome, pois quando isso acontece ele faz questão de não parar de falar mal dele e eu quem fico escutando, mas é claro que não deixo isso ocorrer na presença dos meus filhos. Para ser sincera eles nem sabem que o Tomás é o pai deles, eles pensam que é o Allan. E se o próprio não veio fazer o papel de pai eu quem não irei por outros pensamentos nos meus bebês. Vejo o Tomás esbanjar seu dinheiro com viagens e coisas fúteis juntamente com sua namorada, mas pouco me importo. Isso já me machucou bastante no passado, hoje é apenas um sentimento vazio e sem emoção. (...) Hoje será a primeira vez que meus filhos irão dormir na casa dos avós paterno, eles estão empolgados e eu nervosa. — Nós precisamos sair mesmo Allan?— perguntei arrumada e preste a sair do carro com as crianças — Sim, nós vamos se divertir hoje. — Allan e se acontecer alguma coisa? Como nós vamos socorrer as crianças eu não irei me perdoar caso isso aconteça— questiono pelo medo — Ágata relaxa, eles já estão acostumados com os avós e a Tamara estará lá — Aí Allan.. você sabe como eu sou — Protetora até demais— eles diz tirando o Lian da cadeirinha. — Chegamos....— Lian diz correndo para dentro da casa dos avós. — Lian, para de correr você vai acabar se machucando— dou um pequeno grito para que ele pare — Agora é você minha princesa— o Allan diz pegando a Liz e a leva para dentro no colo.— Vai da certo fica tranquila Perdi o Lian de visita, ele sempre corre rápido por onde ele passa. — Eu irei atrás dele— digo com uma bolsa na mão, e o Allan pega outra trazendo a Liz no colo. — Você chegou meu amor... A titia estava morrendo de saudades— ouvi a voz da Tamara vindo da sala de jantar e fui ao seu encontro sabendo que o Lian estava lá. — Lian você pode parar de correr um pouco meu...— eu estava preste a concluir a fala quando olhei para a mesa e vi o Tomás sentado juntamente com a Camila, ele me olhou dos pés a cabeça e eu desviei o olhar.—filho a mamãe já disse que não quer você correndo, você toda hora toma um tombo filho— me agachou para falar com ele calmamente— você pode por favor obedecer a mamãe? — Sim mamãe — Boa noite pessoal— o Allan fala ainda com a Liz no colo, eu entrei tão desesperada que acabei não dando boa noite. — Meu netos queridos, quem quer sorvete— o senhor Pannebacker diz — Eu quero vovô— Lian corre para perto do avô — Eu também quero— Liz j**a os braços pra cima e o Allan a solta para ir atrás deles. — Allan... — ele já sabe o que eu estou pensando, vai ser uma noite difícil mas eu não posso ser egoísta. — Ágata relaxa, já deu certo! — Minha filha quer se sentar para jantar— a senhora Pannebacker perguntou — Eu agradeço, mas já estou satisfeita—mantive a atenção apenas nela e no Allan evitando qualquer contato visual com o Tomás e sua namorada, que não se manifestaram por nada. — A senhora quer oferecer comida para a melhor cozinheira do país mãe? É sério?— A Tamara diz — Não exagera Tama— fico rindo — Exagero esta você nessa roupa, vai pra onde desse jeito? Você esta incrível cunhada— outra detalhe é que a Tama nunca deixou de me considerar ser sua cunhada. — Pergunta o Allan, ele não quer me contar.— disse sem jeito, pois mesmo que eu seja acostumada com ela falando essas coisas. Nunca imaginei que pudéssemos viver uma situação dessa — É surpresa— ele pisca pra mim — Já passou da hora de vocês se assumirem hein... já estão casados e nem sabem— a Tama diz —Tamara para de ser inconveniente— minha ex sogra diz — Deixa ela senhora Pannebacker, quem sabe eu peça a mão da Ágata em casamento um dia— o Allan brinca— bem nós precisamos ir agora — Faça o que eu não irei fazer— a Tama diz e eu me encho de vergonha — Vou seguir seu conselho Tama — Allan...— o repreendo— acho melhor nós ir indo, o Allan esta cheio das palhaçadas hoje— ele fica rindo da minha cara e me lança um beijo no pescoço. O Allan quando quer ser inconveniente ele abusa As crianças vem com sorvete nas mãos e o Allan se aproxima delas — Vem falar com o papai— o Allan diz ele brinca um pouco com as crianças e as solta e eles vem correndo em minha direção — Ágata, será que podemos marcar um dia para conversarmos existe algumas coisas que não procedem e eu estou tentando entender— o Tomás se manifesta e eu fico surpresa. — Eu acho que eu estou muito ocupada com meus filhos e também com meu restaurante e tenho certeza que você não tem meu tempo, por isso não podemos conversar Tomás.— beijo o Lian e a Liz e eles me retribuem da mesma forma— Se comportem e obedeçam a seus avós e também a titia Tama, ok? — Sim mamãe— os dois respondem juntos — Senhor e senhora Pannebacker qualquer coisa me liguem, eles comem de tudo o Lian é alérgico a pasta de amendoim apenas, eu deixei um caderninho com tudo que eles podem e não podem comer caso tenha alguma dúvidas — eu estou bem nervosa — Pode me ligar a qualquer hora, eu virei correndo— eles estavam rindo do meu desespero — Vá se divertir cunhada. — Se você não percebeu eu estou aqui Tamara— a Camila disse com a voz um pouco alterada me deixando ainda mais sem graça — Vamos que estamos perdendo tempo Ágata— o Allan disse — E só mais uma coisa... — Mais coisa nenhuma, eles sabem tudo sobre nossos filhos— o Allan disse me puxando para fora — Mamãe ama vocês.— mando tchau no ar e eles fazem o mesmo e nós se retiramos. Caramba eu não sei se irei passar a noite em paz, mas irei tentar. Saímos em direção ao local onde o Allan queria me levar e quando eu cheguei era como se fosse um clube de piscinas com várias pessoas dentro de bolas inflamáveis. — Allan por que não disse para eu vir com uma calça sei lá e eu acho que não irei conseguir entrar nisso, você é louco? — Claro que vai, eu pensei em muitas coisas antes de te trazer para cá. Pelo menos você vai esquecer um pouco as crianças e eu trouxe um biquíni seu— ele pega o biquíni e me mostra — Eu não acredito nisso— digo incrédula — Vá se trocar e eu irei fazer o mesmo Assim nós fizemos, se trocamos e fomos se divertir. Eu pensei que não iria conseguir ficar um minuto sem lembrar dos meus filhos, mas fiquei surpresa, por quase não lembrar. Brinquei dentro da bola por um bom tempo com o Allan e depois nós fomos para uma piscina aquecida, minha madrugada foi incrível, nada de choro ou comidas para fazer, apenas o silêncio. O Allan sabe me tirar dos focos ruins. Chegando no dia seguinte eu busquei as crianças e graças a Deus tudo ocorreu bem. Fico feliz por saber que a presença do Tomás não me abalou tanto quanto das últimas vezes, agora sim eu posso dizer que estou começando a esquecer que ele fez parte da minha vida um dia. Pois se fosses em momentos passados, eu tenho a absoluta certeza que eu iria querer dar a atenção que ele queria para ver o quanto de sentimento ele ainda tinha por mim e pelas crianças, mas aprendi que eu não devo mendigar amor. Eu estou feliz como estou e meus filhos tem um pai incrível, infelizmente o Allan não é o pai biológico, porém, nada impede dele assumir a paternidade dos meus filhos. E eu não quero que eles venha mendigar amor ao pai biológico deles. Eu sou a maior culpada de tudo isso, pois ter filho naquele momento não estava nos meus planos também, porém aconteceu e o amor que eu adquiri é indecifrável. Nunca que eu iria escolher meu marido ao invés dos meus filhos. Escolhi o pai errado para os meus filhos e o marido errado pra mim, mas sei que no final eu irei achar alguém bom e que eu venha amar da mesma forma que eu amei o Tomás e que me senti amada um dia por ele. Mas enfim... acabou e vidas que seguem.Ágata Miller Duas semanas depois... Não estou acreditando que tudo voltou ao normal, é como se eu tivesse ganho uma nova vida. Meus filhos estão seguros, minha barriga está crescendo. Tom está crescendo em seus negócios e meu restaurante está mais requisitado do que no passado. Gostaria de estar supervisionando tudo de pertinho, mas, os enjoos tem feito com que eu não saia de casa. Entretanto, ainda assim auxílio através das câmeras. Mas hoje não seria esse dia. Hoje era um dia mais que especial pra mim e para o Tomás, era o dia do nosso sim. Tomás fez de tudo para adiantar os preparativos do casamento, e conseguiu depois de muita insistência. — Se vemos no altar— ele disse me beijando — Sim, se vemos— meu coração se enche de esperança com tamanha felicidade Suas mãos grudaram em minha cintura e ele beija a minha barriga suavemente — Papai também aguarda por vocês— ele disse e eu acabei sorrindo. Assim que o Tomás saiu do quarto, alguns dos funcionários
Tomás Pannebacker — AHHH— me descontrolo totalmente e lhe chuto com raiva, ele tenta segurar minha perna ainda fraco e eu soco mais uma vez seu rosto. Ele pega uma vela do chão e arremessa sobre meu corpo, mais eu desvio e cai sobre as cortinas que começam a pegar fogo. — Me mata logo seu desgraçado— ele implorava entre os dentes sem conseguir se movimentar em dor — Você vai morrer com esse fogo sozinho, seu miserável. Acendi o gás e sai trancando todas os meios de entrada e saída da casa Caio no chão em gemido quando percebo o que tinha acontecido. Não era pela minha atitude, mas sim por minha cegueira. Como fui tão burro, como fui tão idiota a não perceber tantas coisas. Como fui tão negligente com a pessoa que eu amo. Como nuna percebi o que estava diante dos meus olhos? Mas agora isso acabou, acabou de uma vez por todas Sai de perto após um tempo, pois podia ser ouvido os vidros estourando com a quentura do fogo, a fumaça começou a subir me fazendo to
Tomás Pannebacker Com todo cuidado eu havia acabado de por as crianças na cadeirinha do carro quando vi minha mulher sobre domínios de um delinquente. O clima no trabalho estava pesado e apenas por isso eu prefiri vir ficar com a minha família. Mais um ataque? Isso não era admissível. Olhei para o lado e vi que a Ágata havia pego as crianças e colocado pra dentro. Não sabia quem estava por trás de toda essa desgraça, mas de uma vez por todas esse mal seria arrancado pela raiz. Tirei meu cinto da cintura com raiva e segui até a direção do maldito. — Você mexeu com a mulher do cara errado seu miserável. — Por favor, me leve ao hospital, estou sangrando.— enrosquei o cinto sobre seu pescoço e apertei — DE ONDE VOCÊ VEIO SEU FILHO DA PUTA!— O homem começou a se debater e eu soltei o cinto — Só me deixar ir— ele tenta se desprender de minhas mãos e eu lhe dou dois socos na cara. Seu rosto vira de forma desnorteada e eu jogo seu corpo dentro do carro que ia colocar
Ágata Miller — Amor, vai com calma!— ele disse preocupado e eu sorri quando começou a sussurar— acha que vão dar falta de nós dois? — Eu acho que sim— respondi sussurando do mesmo jeito. — Mas eu estou louco de desejo por você, preciso do seu corpo agora e meu amigo aqui não quer esperar. — Tom...— lhe repreendo— Estamos na casa dos seus pais, aqui não é o melhor lugar para fazermos isso. — Tenho certeza que eles não vai dar conta de onde estamos. Podemos falar que estavamos fazendo um vídeo para os bebês futuramente— seus braços fortes foram me segurando e ele automaticamente me beijou. — Tom...— disse aos risos quando beijou meu pescoço — Eu quero você ruivinha. — Pensei que fosse apenas almoçar conosco — Mas antes eu quero a sobremesa— suspirei em risos Sua boca selou na minha e nossas línguas se entronizaram de um modo único, suas mãos passaram entre minhas coisas e quando menos esperava, minha roupa estava sendo retirada aos poucos. Tomás me deitou na cam
Ágata Miller — Acha que esse vestido será ideal?— Tama estava tão euforica quanto eu — Amor, vai ficar perfeito— ela disse sorrindo— Tomás vai enlouquecer. Fica tranquila, sei o que estou fazendo. — O Tomás disse que não queria um casamento discreto. — Eu sei, isso é fofo— ela fala de maneira manhosa Apenas sorri da sua empolgação — Ajustamos a data para daqui a duas semanas. Acha que darão conta de todo trabalho. São muitos detalhes e eu não imaginei que seria tão rápido quanto está sendo. — Sim, essa equipe é uma equipe de qualidade, diferente de tudo que já vi. — Será mais intenso que o primeiro.— me olhou no espelho e lembro daquele momento perfeito que vivemos. Naquele momento, tinha sido um casamento discreto, sem muitos convidados, e agora diferente de tudo, as coisas estavam agimos de maneira apressada. — Com toda certeza cunhada. — Talvez eu e Tomás estivéssemos muito imaturos naquele momento, mas penso que dessa vez dará certo. Não existe ninguém
Osmar Desgraçado, miserável. Um tremendo babaca! — Não vai adiantar ficar olhando aquela porta Osmar e nem as janelas tapadas— Kevin disse limpando o rosto sujo de sangue— Aquele filho da puta me atingiu em cheio — A culpa disso é sua, porque foi gastar tanto, e agora que ele trocou os funcionários!... Inferno! — Ele não fará nada, somos intocáveis, e eu preciso de dinheiro, darei um jeito para conseguir alguém naquele grupo para se corromper. Tem uma morena bem gostosa, reparou? Ela será meu alvo fácil Olho para o Kevin estressado — Depois de tudo que aconteceu com você, ainda não conseguiu aprender nada? Quer ter de exemplo a Camila na sua vida? Quer comer ela dentro de um presídio e fazer de lá a sua moradia? Você precisa gastar consciente, precisar ser mais inteligente, Kevin e além do mais. Ele é nossa aposentadoria, precisamos focar em ter uma brecha. — Estou pouco me importando para consciência. Ele não teve nenhuma durante as últimas vezes que se comunica







