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Capítulo 46

Penulis: Mara Santos
last update Tanggal publikasi: 2026-09-16 22:56:28

Leonardo

Os dias se passaram, e virou rotina: todas as manhãs eu passava para buscar a Camila, e no fim do expediente a levava de volta. Estar com ela estava sendo algo inexplicável, um sentimento leve e diferente de tudo o que eu lembrava.

​Em contrapartida, eu andava esgotado da Luísa. Depois de tudo o que o Bruno me abriu os olhos para ver, eu simplesmente não conseguia mais olhar para ela da mesma forma. Ela tinha vindo atrás de mim várias vezes nos últimos dias, tentando forçar uma intimid
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Helena Darc Soares
Ah Léo,pra que vc chamou essa cobra safada?! terminal logo.mas ela vai apanhar.
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Helena Darc Soares
Ah piranha vagabunda.logo nosso querido ,amado Antony.nosso herói.todos percebendo .que raiva.
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    LeonardoFiquei aguardando parado com o carro em frente à universidade, observando o movimento. Vi quando os alunos começaram a sair e reparei no professor descendo as escadas — ele passou perto, mas nem prestou muita atenção no carro. Continuei focado na porta, esperando o momento em que ela apareceria.Não demorou muito e lá estava ela. Quando me viu, seu rosto se iluminou com um sorriso enorme, daqueles que têm o poder de alegrar o meu dia inteiro assim que cruzam o meu caminho. Abri a porta do passageiro e, assim que ela entrou, aproximei o rosto e selei nossos lábios em um beijo que carregava toda a vontade que eu estava de vê-la.Dei partida e seguimos em direção ao apartamento dela. A princípio, a minha intenção era apenas deixá-la em segurança e seguir meu rumo, mas, assim que o motor do carro silenciou na garagem, a atmosfera mudou. O papo leve deu lugar a olhares intensos e, num piscar de olhos, já nos beijávamos de novo, com uma urgência que vinha crescendo desde o momento

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    Camila Peguei a caixa de chocolates sem graça e agradeci com um nó na garganta, louca para sair daquela situação. Dei as costas o mais rápido que pude e subi as escadas em direção à minha sala de aula, querendo deixar aquele momento desconfortável para trás.​Assim que passei pela porta e sentei no meu lugar, a Stephany me olhou de cima a baixo, percebendo na hora o meu semblante.​— Que cara é essa, mulher? — perguntou ela, inclinando-se na minha direção.​— Aquele professor Wesley... ele acabou de me dar essa caixa de bombom lá embaixo.​Stephany olhou para o presente e depois para mim, soltando uma risadinha:​— Nossa! É assim, amiga, ele não é feio, mas ele é bem mais velho, né? Não tem nada a ver com você.​— Pois é, tô achando tão estranho — concordei, ajeitando a alça da bolsa.​Ela continuou me analisando por alguns segundos, com um sorriso de canto de boca, e franziu o cenho.​— E essa carinha assim? Tem um... sei lá, né? Você tá com um brilho diferente hoje, amiga, nos olho

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