LOGINEdgard e Alana se conhecem depois de um desencontro no dia de seus casamentos. Para ela, aquele deveria ser o dia mais feliz de sua vida, no entanto, para ele significava uma prisão da qual ele estava obrigado a aceitar. Edgard Curioni precisa se casar para assumir definitivamente todas os negócios da família, até aí tudo bem, se ele não fosse totalmente averso a relacionamentos amorosos depois de uma decepção, onde seu primeiro amor o abandonou depois que ele perdeu os movimentos das pernas em um acidente aéreo. Alana é a filha mais velha da família Veronese, onde sempre se sentiu o patinho feio, desde muito cedo sentiu a rejeição do pai e da madrasta, o amor era todo dedicado a sua irmã Letícia, que tinha como hobby atormentar a vida da irmã mais velha, Alana. Alana estava noiva, tinha um relacionamento de cinco anos com Rodrigo Panini. Ele havia se dedicado aos estudos e à empresa da família, que agora estava emergindo no mundo dos negócios. Edgard e Alana se casariam no mesmo dia, uma reviravolta e um mal entendido acontece. Ela acaba sendo confundida com a noiva de Edgard, depois de ser abandonada no altar por Rodrigo. Casada por engano com um estranho, será que isso vai dar certo?
View MoreTodos da família estavam reunidos na mansão em Florença. Edgard chegou no aeroporto em seu avião particular e de lá seguiu para a capela da mansão, o último a ser velado lá foi seu tio, irmão de Antony, depois que ele atirou contra Edgard, acertando Alana. O clã estava em peso na cerimônia de despedida, todos respeitavam a liderança que Antony foi, até os que por anos ficaram do lado de Giancarlo, ainda assim o respeitavam. A cerimônia foi feita como mandava o protocolo. Quando o cortejo saiu da mansão em direção ao cemitério, muita gente que não fazia parte do clã também o acompanhou, admiravam Antony, gente que de certa forma lhe tinha gratidão, pois ele mantinha muitas entidades beneficentes, suas empresas também empregavam muita gente. Sua morte certamente era uma grande perda para a cidade e o clã. No caminho as árvores faziam sua parte, suas flores forraram as ruas com suas flores delicadas e coloridas, era como se saudassem sua passagem. Ele pediu para ser en
Quatro meses se passaram, o inverno já não soprava mais, os pássaros cantavam dando as boas vindas à primavera. Edgard desceu as escadas, o dia estava claro, tinha uma reunião importante. Alana desceu logo depois dele para ver como estava o andamento do café da manhã. Antony com seu cuidador, tomou seu banho e saiu do quarto indo em direção a mesa do café estava com fome. - Bom dia. Alana disse sorrindo enquanto colocava uma travessa na mesa com panquecas. - Isabelle vem tomar café conosco? Antony perguntou. - Não, porque? Isabelle perguntou curiosa. Antony apontou para as panquecas. -Ah, kkkk resolvi fazer o senhor nunca as experimenta. - É verdade, ela, Isabelle como essas "borrachas" com um apetite tão bom . Ele disse rindo. - O segredo está no recheio. Alana disse. - Deve ser! Ele disse se sentando. Alana o serviu, seu café da manhã era simples, mingau de aveia, às vezes ele gostava de comer cannoli de pistache de sobremesa, Alana sempre pedia p
Depois que desligaram a chamada Rafael e Isabelle se olharam, como um raio Rafael se virou sobre ela, as roupas foram ficando pela sacada. O vinho, o clima e a deixa de Bryan só colocaram mais lenha na fogueira. Rafael beijava o corpo de Isabelle que arqueava sob ele, ele tocou sua intimidade com o dedo e habilidade a deixou pronta, então a viu se virar de costas para ele. - Boa menina! Rafael disse em seu ouvido deslizando dentro dela, seus movimentos ritmados, ele levou a mão até sua intimidade a fazendo levantar um pouco o quadril, ele continuava os dois movimentos, Isabelle soltou um gemido e desabou sobre o macio colchão. Beijando suas costas claras e esbeltas Rafael continuou até chegar no clímax. Isabelle sobre o peito dele, relaxada, mas ainda com desejo. - Lembra da noite no hotel? Ela perguntou a ele. - Em qual deles? Ele perguntou sorrindo. - Da janela, podíamos experimentar admirando a vinha? Ela perguntou com o rosto queimando. - Porque não? Rafae
Bryan estava indo para o escritório depois de deixar Henrico na escolinha, agora com três aninhos estava muito peralta e Giulia já estava perto de ter Marina, este seria o nome da menininha que ela estava esperando, e ela, Giulia já não conseguia acompanhá-lo o dia todo, muita energia. Antes mesmo de chegar ao escritório seu telefone tocou, ele até deu. - Não esqueci ele no carro, até porque ele não me deixa esquecer. kkkk Bryan disse ao atender o telefonema de Giulia. Ele achou que ela havia ligado para lembrá-lo de deixar Henrico no colégio, ela fazia isso todo os dias. - O motivo é outro! Estou indo para o hospital, Marina está a caminho. - O que? Saí dai há pouco, só esperou eu sair? Edgard disse virando em um cruzamento, pois o hospital ficava no sentido oposto do escritório. -Tem horas para essas coisas Edgard? Seus filhos se parecem com você! Giulia disse, achando graça dele em meio às contrações, a bolsa estourou no meio da cozinha, sua ajudante a ajudou e o m






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