Eu me virei para ela e disse:— Não precisa. Deixe o Augusto ir com vocês. Afinal, tudo já foi resolvido, e eu não tenho mais nada para falar com ele.Augusto apertou os lábios com força, como se estivesse tentando conter alguma reação.Mônica, por outro lado, pareceu completamente de acordo com a minha sugestão. Afinal, ela tinha pavor de que Augusto permanecesse aqui e, de alguma forma, acabasse reatando comigo.Com cuidado, ela perguntou:— Augusto, que tal... Irmos juntos? Assim não atrapalhamos o descanso da Débora.Laís, seguindo o comando da mãe, se aproximou e segurou a mão de Augusto.— Papai, vem com a gente para casa! Eu não gosto dessa empregada. Não quero brincar com ela!— Está bem.Augusto pegou a filha no colo e, sem sequer olhar para mim, seguiu com Mônica e Laís em direção à porta.Eu sorri, já esperando esse desfecho.A escolha de Augusto nunca seria eu.No entanto, antes mesmo de eles saírem pela porta, o celular tocou. Era uma ligação do hospital.Quando atendi, o
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