Uma onda de raiva tomou conta de mim, subindo direto para a cabeça. Sem pensar, levantei a mão e dei um tapa no rosto dela.Mônica levou a mão ao rosto, e por um breve instante, seus olhos brilharam com uma sombra sombria e ameaçadora. No entanto, ela rapidamente se recompôs, cobrindo a face e fingindo fraqueza.— Débora, se me bater faz você se sentir melhor, se isso pode te acalmar e te fazer deixar Laís em paz, então pode bater. Por Laís, eu estou disposta a suportar qualquer coisa!Nesse momento, uma voz infantil e furiosa veio da porta:— Sua mulher má! Você está machucando minha mamãe de novo!Eu me virei, incrédula, na direção do som.Laís estava de pé descalça na porta do quarto, e, no segundo seguinte, ela começou a chorar alto.Mônica imediatamente correu até ela. Em vez de levá-la de volta para a cama, ela se ajoelhou e a abraçou, encenando um dramático momento de sofrimento entre mãe e filha.— Laís, está tudo bem, querida! Eu não me importo. Por você, eu aguento qualquer c
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