— Enzo... — Chamou Daniel, com a voz rouca. A garganta ainda ardia, seca e dolorida.Ele se lembrava de ter trabalhado no escritório até tarde na noite anterior, mas não tinha qualquer memória de quando voltou para o quarto e se deitou.— Sr. Daniel!Daniel afastou a coberta e se preparou para sair da cama. No entanto, antes que conseguisse se levantar, uma silhueta familiar entrou em seu campo de visão. Ele estreitou os olhos, convencido de que estava vendo coisa errada.— Ayla?— Sou eu. A febre acabou de ceder. Não se mexa, fique deitado — Disse ela, com firmeza suave.Ayla se aproximou carregando uma tigela de mingau leve de milho-miúdo. Após colocá-la ao lado, segurou o braço dele e o pressionou de volta contra a cama, sem dar espaço para discussão.Daniel era alto, e mesmo debilitado, sua força superava em muito a dela. No breve embate, bastou um movimento instintivo para que ele a puxasse para si, envolvendo-a com facilidade.O corpo de Ayla caiu contra o peito largo e firme del
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