Os olhos de Dierdra brilharam na escuridão.— Ah, você jamais me machucaria, tenho certeza! — Ela disse de forma afetada, inclinando-se para mim e projetando os seios em direção ao meu rosto com sua camisola decotada. — Você é tão gentil por considerar isso, mas eu lhe garanto que quero isto...Mais uma vez, suas mãos passearam pelo meu corpo e por baixo da minha camisa, atravessando os planos largos do meu peito.— Eu quero você.— Eu também quero você. — Murmurei, ao mesmo tempo em que imobilizava suas mãos e me afastava. — Mas você precisa descansar, e eu seria realmente um monstro se me aproveitasse de você nesse estado.— Mas você não é? — Dierdra retrucou.Então, percebendo o que tinha dito, acrescentou depressa:— Quero dizer, não é assim que chamam você?Congelei.— O que você disse?Ela riu nervosamente, como se percebesse que tinha feito merda.— Ah, devo ter entendido errado. Foi só algo que ouvi na vila...— Você os ouviu me chamarem de monstro. — Repeti com cui
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