Lembro de uma vez que estava fuçando no Behance e me deparei com um projeto de identidade visual que usava uma tipografia chamada 'Neue Machina'. Ela tem um peso pesado e um estilo meio futurista, mas com um toque orgânico nas curvas. Acho que letras assim funcionam bem para marcas que querem passar inovação sem parecer robóticas demais.
Outro exemplo que me pega é a 'Whyte Inktrap', que traz detalhes vintage com um pé no contemporâneo. Vi uma cafeteria usando ela no cardápio e ficou incrível — misturava nostalgia com um ar moderninho. Essas fontes com 'ink traps' (aqueles recortes nas letras) são ótimas pra dar personalidade, principalmente em tamanhos grandes ou aplicações bold.
Tem uma tendência forte de logos usando fontes sem serifa com modificações customizadas, tipo alongamentos ou cortes assimétricos. A 'Gilroy', por exemplo, é super versátil: dá pra esticar os 'Rs' ou deixar os 'Os' com gradientes internos. Uma marca de skate que acompanho fez isso e o resultado foi um visual que parece em movimento mesmo parado.
Fontes geométricas também tão bombando, mas com um twist. A 'Pilowlava' tem uma base circular, mas inclinações inesperadas — perfeito pra quem quer fugir do óbvio. Já vi um estúdio de design usar ela em neon roxo e virou a assinatura visual deles.
Adoro quando marcas arriscam tipografias manuscritas digitais, como a 'Reey'. Ela imita pinceladas, mas tem consistência suficiente pra funcionar em logotipos. Uma doceria aqui perto usou uma adaptação dela em vermelho cereja sobre embalagens brancas — ficou com cara de caseiro, porém profissional. O segredo tá no equilíbrio entre irregularidades naturais e legibilidade.
2026-07-13 12:38:15
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