Existe Continuação Para O Livro 'Antes Que Termine O Dia'?
2026-03-11 17:43:13
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2 Réponses
Mateo
Especialista
Barista
Meu coração quase parou quando terminei 'Antes Que Termine o Dia' e fiquei desesperado para saber se tinha mais. Aquele final deixou tantas perguntas no ar! Pesquisei em tudo quanto é fórum e site especializado, e parece que a autora ainda não anunciou uma sequência oficial. Mas, sabe? A comunidade tá cheia de teorias malucas sobre o que poderia acontecer com os personagens. Alguns fãs até criaram fanfics incríveis que continuam a história de um jeito que faz jus ao original. Enquanto a continuação não sai, eu recomendo dar uma olhada nesses trabalhos dos fãs – alguns são surpreendentemente bons!
Aliás, a autora tem um histórico de escrever séries, então não duvido que ela esteja planejando algo. Enquanto isso, descobri outros livros dela que têm uma vibe parecida, como 'A Vida Invisível' e 'O Lado Bom das Coisas'. São ótimos para matar a saudade do estilo dela. A espera pode ser longa, mas a gente sempre encontra maneiras de manter a magia viva, né?
2026-03-15 02:35:13
1
Thomas
Fã de histórias
Nutricionista
Adoro como 'Antes Que Termine o Dia' mexe com a gente, e fiquei tão investida na história que precisei saber se tinha mais. Infelizmente, não encontrei nada confirmado sobre uma continuação, mas a autora costuma responder perguntas nas redes sociais. Talvez valha a pena ficar de olho lá! Enquanto isso, recomendo reler os detalhes do livro – sempre achamos algo novo na segunda leitura.
2026-03-15 17:38:25
9
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Passei toda a minha vida vivendo à sombra da minha irmã, Juliana, a mulher que todos no círculo dos herdeiros da máfia adoravam e protegiam.
Ela não fazia ideia de que eu havia renascido.
Assim como na minha vida anterior, ela sorriu de forma doce e gentil, insistindo para que eu escolhesse meu noivo primeiro, fingindo ser atenciosa e generosa.
Mas, desta vez, eu recusei.
Na minha vida passada, acreditei ingenuamente que ela tinha boas intenções.
Casei-me com o homem que ela recomendou, Chester Kane, um herdeiro que diziam estar paralisado após uma emboscada.
Abandonei meu direito de herança para me tornar sua cuidadora, seu apoio e remédio contra a solidão.
No entanto, não importava a quantidade de carinho que eu desse, o coração dele permanecia congelado.
A verdade só veio à tona durante a celebração da gravidez da minha irmã.
Quando um assassino de uma família rival apontou a arma para a barriga dela, o homem que não se levantava havia anos subitamente ficou de pé.
Ele me empurrou direto para frente do cano.
As sete balas atravessaram meu útero.
Enquanto eu caía, vi-o puxar minha irmã para seus braços, protegendo-a com o próprio corpo e tomando o último tiro por ela.
Só então entendi.
Ele nunca esteve paralisado. Sua família nunca o havia abandonado.
Ele fingiu estar doente porque o coração de Juliana pertencia a outro homem, e ele se recusava a ficar preso a mim.
— Desculpe, Tania. — Ele disse.
— Eu menti para você. Mas eu não podia deixar Juliana perder o herdeiro que ela carrega. Vou pagar o que te devo na próxima vida.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao dia em que meu pai pediu que escolhêssemos nossos parceiros de casamento.
Desta vez, eu não escolhi ninguém.
Mas, naquela época, eram eles que imploravam pelo meu amor.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Bruno Sampaio adiou nosso casamento por uma semana, alegando que precisava viajar ao exterior para resolver um projeto urgente.
Eu tentei ser compreensiva, e disse:
— O projeto é muito importante. Volte logo, amor.
No primeiro dia após sua partida, Carolina Vicente, a gerente de projetos internacionais da empresa, enviou-me uma fotografia.
Nela, Bruno a beijava sob as deslumbrantes luzes da aurora boreal, na Islândia.
Não telefonei para confrontá-lo.
Apenas cancelei, em silêncio, o salão e o banquete do casamento que já estavam reservados há meses.
No segundo dia, Bruno se ajoelhou diante de Carolina em uma romântica praia de areia escura e colocou em seu dedo um anel de noivado com um diamante de três quilates.
Sem dizer uma única palavra, fui ao hospital e interrompi a gravidez.
No terceiro dia, Bruno e Carolina se entregaram a jogos íntimos em uma pousada à beira-mar.
Então, procurei a mãe dele.
— Não pretendo mais me casar com o Bruno.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Na Alcateia da Coroa Lunar, a lei não admite exceções: toda loba que completa vinte e nove anos sem selar um vínculo de companheiros deve voltar ao território para o Ritual da Escolha Lunar, no qual o próprio Alfa escolherá um companheiro para ela.
Quando coloquei a convocação da alcateia diante de Gabriel, ele apenas riu.
— Seu povo ainda vive no século passado? Eu vou cumprir minha palavra, mas não tente me pressionar com essas leis absurdas.
Então, tirou do bolso a caixinha que eu sonhava em receber havia tanto tempo e a lançou, sem cerimônia, para Isadora Nogueira, sua jovem secretária.
A jovem loba se atrapalhou para pegar a caixinha, e as pontas de suas orelhas ficaram vermelhas no mesmo instante.
— Eu pretendia assumir você oficialmente esta noite. Mas parece que o título importa mais para você do que o nosso sentimento. Talvez seja melhor darmos um tempo. — Disse ele.
Gabriel saiu sem olhar para trás.
O escritório mergulhou num silêncio assustador.
Fiquei encarando a caixinha do anel, sem conseguir entender de imediato o que acabara de acontecer.
O anel do vínculo, símbolo de tudo o que eu havia esperado durante anos, agora estava nas mãos de outra loba.
Isadora tentou devolvê-lo.
— Lívia... estou devolvendo isto a você. Afinal, o presidente Gabriel comprou o anel para você.
Não aceitei.
— Ele deu a você. Fique com ele.
Em seguida, peguei a convocação e abriu a porta.
— Diga ao Gabriel que, no dia do Ritual da Escolha Lunar, não vou mais esperar por ele.
Meu pai veio da Itália para assistir ao meu primeiro casamento.
Ele viu Luca Romano soltar a minha mão apenas dez minutos antes dos votos, porque Celeste ligou dizendo que não conseguia respirar.
Naquele dia, Don Moretti não gritou.
— Tome o tempo que precisar. Mas, quando finalmente entender que ele nunca vai escolher você no altar, volte para casa.
Na época, achei que ele não entendia o que era o amor.
Por isso permaneci em Nova York.
Dei a Luca sete oportunidades de se casar comigo.
Todas as vezes, ele voltava com flores, pedidos de desculpas e uma nova data para o casamento.
— Elena — ele sempre dizia. — Desta vez será a última.
Até os próprios amigos dele já haviam parado de fingir que não achavam aquilo ridículo.
— Ela não vai embora — comentou um deles. — Só quer que ele peça desculpas de um jeito mais convincente.
Eu teria permanecido por um amor verdadeiro.
Mas jamais permaneceria ao lado de um homem que só se lembrava de mim depois de escolher outra pessoa.
Foi então que finalmente compreendi.
Luca havia confundido o meu amor com um lugar para onde sempre poderia voltar.
Na manhã do nosso oitavo casamento, coloquei meu anel de noivado dentro de uma caixa de veludo branco.
Naquele instante, meu pai ligou.
— O helicóptero está pronto.
Enquanto Luca me esperava no altar, segurando a aliança em uma das mãos...
Desta vez...
Fui eu quem o deixou esperando.
Lembro que quando terminei de ler 'O Dia Antes do Fim', fiquei com aquela sensação de vazio que só uma história realmente impactante consegue deixar. A narrativa tinha um clima tão intenso, com os personagens lutando contra o inevitável, que eu mal conseguia parar de pensar no que aconteceria depois daquela última página. Fui atrás de informações e descobri que, até onde sei, não há uma continuação oficial anunciada. Mas isso não impede a gente de especular, né? A autora deixou várias portas abertas, especialmente com aquele final ambíguo do protagonista. Será que ele realmente conseguiu mudar algo? Ou tudo estava predestinado desde o início? Essas perguntas me fizeram mergulhar em fóruns e discussões, e é incrível como cada leitor tem uma teoria diferente.
A falta de uma sequência direta pode até ser frustrante, mas também é o que mantém a história viva na nossa imaginação. E, quem sabe, talvez no futuro a autora resolva revisitar esse universo. Enquanto isso, recomendo explorar obras com temáticas similares, como 'A Estrada' ou 'Station Eleven', que também exploram a humanidade em momentos de crise. Essas histórias têm a mesma pegada emocional e filosófica que fez 'O Dia Antes do Fim' ser tão memorável.
Meu coração acelerou quando descobri que 'Antes que o Café Arrefeça' tem uma continuação chamada 'Tales from the Café'! A autora, Toshikazu Kawaguchi, expande o universo desse café mágico onde as pessoas podem voltar no tempo enquanto o café esfria. A nova obra traz histórias emocionantes de outros clientes, explorando temas como arrependimento e segundas chances.
Adoro como Kawaguchi mantém a atmosfera melancólica e poética do primeiro livro, mas introduz nuances diferentes. A história do homem que quer consertar seu relacionamento com o filho me fez chorar—é incrível como pequenos momentos no café podem mudar vidas. Se você gostou do original, essa sequência é obrigatória!
Fiquei tão imerso no universo de 'Antes do Pôr do Sol' que acabei pesquisando por horas sobre possíveis continuações. O final aberto deixa um gosto de quero mais, e descobri que o diretor Richard Linklater realmente expandiu a história com 'Antes do Amanhecer' e 'Antes da Meia-Noite', formando uma trilogia incrível. Cada filme captura momentos diferentes da vida dos protagonistas, Jesse e Céline, com diálogos tão naturais que parecem conversas reais.
A beleza dessa trilogia está na forma como ela acompanha o amadurecimento deles. Enquanto o primeiro filme é cheio de idealismo juvenil, os outros exploram responsabilidades, conflitos e a complexidade do amor a longo prazo. Se você se emocionou com o primeiro, os próximos vão te surpreender ainda mais.
Meu coração ainda acelera quando lembro da primeira vez que peguei 'Antes Que Termine o Dia'. A narrativa tem um ritmo que te arrasta, como se cada página fosse um minuto a menos antes do anoitecer. A autora consegue construir personagens tão humanos que você quase sente o cheiro do café que eles tomam nas cenas matinais. A protagonista, com seus dilemas cotidianos e segredos enterrados, me fez questionar quantas histórias carregamos sem perceber.
O que mais me surpreendeu foi como a estrutura do livro reflete o tema principal: a passagem do tempo. Capítulos curtos, quase como tweets, alternam com reflexões longas e melancólicas. É como se a própria forma do livro gritasse 'aproveite enquanto dá'. Recomendo pra quem gosta de dramas humanos que não terminam com respostas fáceis, mas com um gosto de 'e agora?'. Aquele tipo de história que fica ecoando na sua cabeça dias depois de fechar o livro.