Tô vidrada nos próximos lançamentos nacionais! 'Turma da Mônica: Lições' promete emocionar com uma abordagem mais madura das histórias dos quadrinhos, enquanto 'Marighella' finalmente chega aos cinemas depois de muita polêmica, trazendo um retrato poderoso do ativista. E tem também 'A Febre', um drama indígena que já rodou festivais internacionais e agora chega ao público geral.
Não dá pra esquecer '7 Prisioneiros', um thriller sobre trabalho escravo que choca pela realidade crua. E pra fechar com alegria, 'Los Hermanos' documenta a jornada de dois irmãos músicos em Nova York, unindo brasilidade e universalidade. Cada filme é uma janela diferente do que o cinema nacional pode oferecer.
A cena cinematográfica brasileira tá fervendo com lançamentos que prometem agitar o ano! Tem 'Meu Nome é Gal', a biografia da Gal Costa que já tá dando o que falar pelo elenco e pela trilha sonora impecável. E não para por aí: 'Deserto Particular' traz um romance cheio de tensão, adaptado do livro homônimo, com fotografia deslumbrante do sertão.
E quem curta suspense não pode perder 'Cidade Invisível: O Filme', inspirado na série da Netflix, mergulhando ainda mais nas lendas urbanas brasileiras. Já 'Piedade' explora drama familiar no agreste, com uma narrativa crua e performances de tirar o fôlego. Cada um desses filmes traz um pedacinho do Brasil, seja nas paisagens, nas histórias ou nos sotaques.
Olha só que safra incrível! 'Ninguém Como Ninguém' traz representatividade LGBTQIA+ em uma comédia romântica leve e necessária. 'Carnaval' explode com cores e música, celebrando a festa mais brasileira de todas. E 'Pedro, o Louco' revisita a vida do rei Dom Pedro I com um olhar irreverente e cheio de ironia.
Também tem 'A Vida Invisível', adaptação do livro da Martha Batalha, que narra a saga de duas irmãs separadas pelo destino. E pra quem gosta de terror, 'Medo de Sangue' promete sustos com folclore regional. Difícil escolher qual ver primeiro!
2026-02-14 02:00:12
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Susana Costa amou Nathan Ribeiro em silêncio por cinco longos anos. Por ele, escolheu permanecer em uma cidade que ficava a milhares de quilômetros de sua terra natal, longe de tudo o que conhecia. Quando a noiva de Nathan fugiu, abandonando-o no cerimônia do noivado, foi Susana quem, sem hesitar, deu um passo à frente e aceitou o anel, consciente de que aquele gesto selava um destino doloroso, o de que Nathan jamais a amaria.
No dia do casamento, bastou Bianca Santos sussurrar que estava com "dores no coração" para que Nathan abandonasse sua esposa recém-casada, virando as costas e correndo desesperado para os braços de outra mulher. Todos riam de Susana. Riam e diziam que ela era como uma trepadeira parasita, incapaz de sobreviver sem a árvore robusta que era Nathan; zombavam de sua humildade excessiva e de sua insistência cega.
Até mesmo Susana, por muito tempo, acreditou nessa mentira. No entanto, qualquer amor, por mais profundo que seja, tem um limite. Ser ignorada, negligenciada e colocada repetidamente em segundo plano drena a alma, gota a gota, até secar. E quando Nathan finalmente decidiu olhar para trás, a garota que um dia usou todo o seu amor para permanecer ao seu lado já havia partido, dissolvendo-se no vento, para nunca mais voltar.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
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Depois de ser roubada pelo ex- amorado golpista, Bianca se vê em grande perigo, já que o agiota que lhe emprestou o dinheiro não está nada contente com o atraso no pagamento. Desesperada, a moça só tem uma chance de sair dessa: contar com Masato, um antigo contato seu - um bilionário excêntrico que, outrora, já fora seu amante. Ele vai ajudá-la, sim, mas por um preço: ela se tornará o peão de sua vida bilionária e fará parte de uma trama complexa com paixão, vingança e reviravoltas surpreendentes. Será que ela vai sobreviver?
Dos dez aos dezoito anos, meus pais me obrigaram a escrever duzentas e noventa e nove dívidas.
Cada centavo que eu pedia a eles era considerado um empréstimo — algo que eu teria que pagar quando me tornasse adulta.
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Com lágrimas nos olhos, escrevi minha tricentésima dívida.
Após a cirurgia, abri o Instagram e me deparei com uma publicação da minha irmã adotiva.
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O presente dos meus pais para ela? Um apartamento de alto padrão no centro de São Paulo... e a chave de um Maserati.
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Fernando Rocha finalmente aceitou meu pedido de casamento. Ele fez questão de me lembrar para me vestir bem, dizendo que ele havia preparado uma surpresa especial para mim.
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Fernando virou-se para a minha meia-irmã, que estava ao lado dele, e sorriu:
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O mestre de cerimônias então anunciou, em voz alta:
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O meu amigo de infância puxou o balão de água que já estava estrategicamente preparado acima da minha cabeça, estourando-o e me molhando da cabeça aos pés.
Fernando arqueou as sobrancelhas, com um sorriso provocador, e disse:
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Aquele casamento não passava de uma farsa, uma encenação planejada para animar a minha meia-irmã, que estava lutando contra uma depressão.
Ao me ver em silêncio, Fernando continuou com o mesmo tom zombeteiro:
— Se você está com tanta pressa para casar, escolha qualquer um dos convidados aqui e case com ele!
Mas, quando eu realmente entrei de braços dados com um noivo para celebrar a cerimônia, eles ficaram atordoados.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
Cinema brasileiro tá vivendo um momento incrível, e os lançamentos recentes provam isso com histórias que arrepiam, divertem ou fazem pensar. 'Nosso Sonho' é um filme que me pegou desprevenido: conta a trajetória de uma família de circo tentando sobreviver num mundo que parece ter esquecido a magia do picadeiro. A fotografia é de cair o queixo, com tons quentes que lembram o pôr do sol no sertão, e os atores entregam performances tão autênticas que você esquece que é ficção.
Outro que não dá pra perder é 'Cidade Invisível', adaptação da série homônima que mergulha no folclore nacional com uma pegada urban fantasy. Tem criaturas míticas como o Curupira e o Saci numa trama cheia de suspense e reviravoltas. O diretor conseguiu equilibrar o fantástico com questões sociais atuais, tipo desmatamento e resistência cultural, sem ficar didático. A trilha sonora, feita com instrumentos tradicionais, é personagem principal também.
Cinema nacional tá bombando esse mês, e eu tô aqui vivendo cada lançamento como se fosse uma festa! Tem 'A Travessia', um drama histórico que mergulha na construção da identidade brasileira através de uma família no século XIX. A fotografia é de cair o queixo, com aqueles tons sépia que transportam você direto pro passado. E não é só isso: 'O Último Canto' chegou com uma pegada mais intimista, explorando a vida de um músico de rua em São Paulo. A trilha sonora é tão emocionante que eu saí do cinema cantarolando.
E pra quem curte um suspense, 'Silêncio na Noite' promete arrepiar até os mais corajosos. A direção consegue criar uma atmosfera tão densa que você fica o tempo todo segurando a respiração. Já 'Cores do Amor' é um romance leve, perfeito pra quem quer um filme que aqueça o coração sem dramas excessivos. Cada produção mostra um lado diferente do Brasil, e isso é o que mais me encanta: a diversidade de histórias que nossa cinematografia consegue contar.
Fiquei surpreso com a qualidade dos filmes nacionais que estão em cartaz atualmente. 'Retrato Fantasma' me prendeu do início ao fim, com uma narrativa que mistura suspense e drama familiar de um jeito que não via há tempos. A fotografia é impecável, e as atuações são tão intensas que você esquece que está assistindo a uma ficção.
Outro que merece destaque é 'Cidade Invisível', uma comédia ácida sobre vida urbana que ri da própria desgraça. Tem um humor inteligente, nada daquelas piadas prontas que enchem os blockbusters. Recomendo especialmente para quem curte cinema autoral e histórias que refletem nossa realidade sem filtro.
Eu adoro acompanhar a cena do cinema nacional, e este mês tem algumas preciosidades em cartaz. 'Retrato Fantasma' está fazendo sucesso com sua mistura de drama e suspense psicológico, dirigido pelo mesmo cineasta que fez 'A Vida Invisível'. Outro que não posso perder é 'Pacificado', um documentário sobre a vida nas favelas cariocas, com uma fotografia de tirar o fôlego.
E claro, não dá para ignorar 'Deserto Particular', que já ganhou prêmios internacionais e traz uma narrativa sensível sobre amor e solidão. Os cinemas de arte também estão exibindo relançamentos de clássicos como 'Central do Brasil' em versão remasterizada. Vale cada minuto na fila do ingresso!