Sou daqueles que planeja tudo antes de viajar, então quando precisei do telefone da rodoviária de Uberaba, fiz minha pesquisa a fundo. Descobri que além do número principal, tem um setor específico para informações sobre horários (34 3312-8001) que é mais ágil. Anotei até o email (rodoviaria@uberaba.mg.gov.br) caso precise comprar passagem à distância. Fica a dica: se for feriado, ligue com antecedência porque o atendimento encerra mais cedo.
Tô sempre viajando a trabalho e aprendi que cada cidade tem seu jeito. Em Uberaba, se você jogar no Google 'rodoviária Uberaba telefone', aparece na hora o 34 3312-8000. Mas já vi gente reclamando que não atendem rápido, então o melhor é tentar fora do horário de pico. Uma vez liguei às 10 da manhã e demorou 20 minutos pra alguém pegar! Se for urgente, vale ir presencial – fica na Avenida Santos Dumont, 1000, bem fácil de achar.
Morando em Uberaba há anos, já precisei bastante da rodoviária e descobri que o jeito mais fácil de conseguir o telefone é pelo site oficial da Prefeitura. Eles atualizam os contatos direitinho, e geralmente tem até WhatsApp para facilitar. Se não achar, um truque é ligar para o 156, o atendimento da prefeitura, que eles repassam o número certinho. Já me salvou quando precisei horários de ônibus de última hora.
Outra dica é dar uma olhada no Google Maps, porque às vezes o número tá lá nos detalhes do local. Mas cuidado com sites muito antigos, já peguei número desatualizado e fiquei na mão. O ideal mesmo é confirmar direto no balcão da rodoviária quando passar por lá.
Minha prima mora em Uberaba e me ensinou um macete: se você tiver dificuldade com o telefone, baixa o app Rodoviária Online. Tem os contatos oficiais de várias cidades, incluindo Uberaba, e ainda mostra promoções de passagens. Quando fui visitá-la, usei o app pra confirmar meu ônibus e ainda economizei 15% comprando pelo celular. O número tá lá, mas o app é mais completo porque atualiza atrasos em tempo real.
2026-07-15 17:52:43
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— N-Não! Qu-Quatro é demais para mim! Eu não vou aguentar!
Em uma viagem de ônibus à meia-noite, quatro colegas de trabalho do meu marido me encurralam em um banco. Logo em seguida, sinto minhas pernas sendo afastadas à força.
O homem parado bem na minha frente tira o cinto antes de desferi-lo com força contra a minha bunda empinada.
— Abra as pernas! Mulheres como você servem para nos dar prazer!
Depois disso, ele rasga a minha calcinha encharcada do meu corpo.
— Ah... Mais devagar, meu marido está me ligando.
Com o rosto em chamas, peguei o celular e atendi à chamada em vídeo.
Do outro lado da linha, meu marido, com os olhos fixos, dava uma ordem atrás da outra. Ele não percebia que, fora do enquadramento, a cabeça de um jovem se movia inquieta entre minhas pernas.
O hotel me ligou, informando educadamente que o preservativo utilizado na noite anterior não havia sido pago e que o valor já tinha sido debitado do meu cartão de associada.
Fiquei atônita. Ontem trabalhei até tarde e nem sequer passei perto de qualquer hotel.
Fui cobrar explicações do meu marido, a única pessoa que sabia o número do meu cartão de associada. Queria entender o que estava acontecendo.
Felipe Carvalho me olhou com uma expressão confusa.
— Amor, aquele hotel custa mais de dez mil por noite. Por que eu gastaria dinheiro lá? Deve ter sido um erro do sistema deles. Provavelmente alguém digitou o número do cartão errado. Amanhã, eu vou lá reclamar!
Não perdi tempo discutindo com ele. A investidora do hotel é a minha melhor amiga, então liguei diretamente para ela.
— Mariana, me ajuda a verificar com quem o Felipe se hospedou ontem à noite. Eu vou pegá-lo em flagrante!
Meu companheiro, Luther Evans, gastou 20 mil dólares em duas passagens de primeira classe no Moonlight Express para a Costa de Vespera. No momento em que estávamos prestes a embarcar, ele me puxou de lado e deu o meu lugar para minha irmã adotiva, Zoey Turner.
Ele explicou: — Só restou um assento vazio no trem, e o filho da Zoey nunca viu o oceano antes. Esta é a oportunidade perfeita. Crianças não podem ser separadas de suas mães, então eu vou levá-los primeiro e deixá-los acomodados, depois volto para buscar você.
Eu concordei e desci do trem, observando-o desaparecer à distância. Assim que chegaram à praia, um amigo perguntou a Luther por que eu não tinha ido junto.
Ele estava ocupado inflando uma boia de piscina para Zoey, respondendo casualmente sem levantar os olhos. — Moonlight Express passa a cada três dias. Avery Smith pode simplesmente comprar sua própria passagem e vir mais tarde. Vou comprar alguns presentes para compensá-la. Ela é muito compreensiva e não vai ficar brava comigo por muito tempo.
Um sorriso amargo surgiu nos cantos da minha boca. A família inteira sempre favoreceu Zoey, e agora até meu próprio companheiro não era diferente.
Como ninguém queria me ver de qualquer forma, decidi que iria embora em três dias.
— Professor… Por favor. Eu vim pra aprender a dirigir. Não pra isso.
Ela era casada.
Ele era instrutor de direção e, para piorar, amigo do marido.
Durante as aulas, cada erro no pedal virava um pretexto para se aproximar. Cada correção vinha acompanhada de um toque que ultrapassava o necessário. Presa dentro do carro da autoescola, sem ter para onde ir, ela sentia a linha entre o certo e o proibido se desfazer minuto a minuto.
Naquele dia, uma escolha errada, de roupa, de silêncio, de confiança, fez tudo escapar do controle. O espaço apertado, a respiração próxima demais, a tensão que já não dava mais para disfarçar.
— Com um homem como eu por perto, pra que brinquedos? Vem. Deixa-me cuidar de você.
Enquanto o cheiro pesado dos trabalhadores impregnava o vagão-leito do trem, o meu vício começava a se manifestar. A calcinha já estava completamente molhada.
Sem alternativa, acabei buscando prazer sozinha. Não imaginava, porém, que seria pega em flagrante.
Um dos homens puxou o cobertor de uma só vez. Os olhos dele brilhavam de expectativa enquanto me encarava, claramente pronto para agir.
Lembro que quando precisei pegar um ônibus em Pará de Minas, fiquei perdido sem saber onde conseguir informações. Depois de algumas ligações, descobri que o número da rodoviária local é (37) 3231-3050. Eles atendem bem e explicam tudo direitinho sobre horários e destinos.
Se você estiver planejando uma viagem por ali, vale a pena ligar antes para confirmar os horários, porque às vezes há mudanças de última hora. A cidade é bem tranquila, mas o atendimento na rodoviária é bem organizado.
Meu primo viajou de ônibus recentemente e precisou entrar em contato com a rodoviária de Sete Lagoas. Ele me contou que o jeito mais fácil é procurar no Google Maps. Basta digitar 'Rodoviária Sete Lagoas' e clicar no resultado oficial. Geralmente, o telefone aparece lá mesmo. Se não encontrar, pode tentar o site da prefeitura da cidade, que costuma ter esses dados atualizados.
Outra dica é ligar para a central de atendimento da empresa que opera os ônibus na região. Muitas vezes, eles repassam o contato correto ou até ajudam com informações sobre horários e destinos. Vale a pena tentar!
Lembro que uma vez precisei pegar um ônibus em Arapiraca e fiquei perdido tentando achar o telefone da rodoviária. Depois de muita busca, descobri que o melhor jeito é ligar para a prefeitura local ou checar no site oficial da cidade, já que os números podem mudar. Foi uma lição pra sempre ter os contatos anotados antes de viajar!
Se você tá na correria, uma dica é dar uma olhada em apps de transporte ou até no Google Maps, que às vezes mostra o telefone direitinho. Mas confirme sempre, porque não quero que você passe pelo mesmo sufoco que eu!