Como alguém que adora planejar passeios em família, a Cidade da Criança está no meu top 3. O parque tem atrações que funcionam bem para diferentes idades: os menores se divertem na casinha de bonecas e no playground, enquanto os mais velhos curtem os jogos de habilidade, como o arco e flecha (com supervisão, claro).
Um detalhe que faz diferença é a segurança: o lugar é bem monitorado, então dá para relaxar enquanto as crianças exploram. E se bater a fome, a lanchonete no local tem opções rápidas e acessíveis. Recomendo ir em dias de semana, quando está mais tranquilo.
A Cidade da Criança é um clássico de São Bernardo, e tem motivos para seguir popular. Meu primo mais novo ficou maravilhado com o castelinho, que parece saído de um conto de fadas. Ele também adorou a área de jogos educativos, onde aprendeu brincando sobre física e equilíbrio.
Para os pais, o parque oferece bancos estratégicos para observar os filhos sem perder o conforto. E se o dia esquentar, dá para refrescar nos chafarizes. Um passeio que, mesmo sem tecnologia, prende a atenção das crianças do começo ao fim.
Se você quer um lugar que mistura nostalgia e diversão atual, a Cidade da Criança é perfeita! Lembro de ir lá quando era pequeno e, hoje, levo meu sobrinho. Ele ama os brinquedos antigos, como os carrinhos de pedal, que ainda funcionam perfeitamente. Tem também uma pista de kart adaptada para crianças, que é sempre um sucesso.
E não dá para ignorar o teatro de fantoches, que conta histórias clássicas de um jeito interativo. A criançada ri e participa, criando memórias que duram muito mais que o passeio em si.
A Cidade da Criança em São Bernardo é um parque temático cheio de diversão para os pequenos! Meus filhos adoram o trenzinho que circula pelo parque, dando uma vista panorâmica de tudo. Tem também o labirinto, que sempre vira uma aventura, e o playground gigante com escorregadores e balanços.
Além disso, o parque tem áreas verdes perfeitas para piqueniques. A gente sempre leva um lanche e aproveita para descansar à sombra das árvores. E não pode faltar uma visita ao mini zoológico, onde as crianças ficam encantadas com os animais. É um passeio que une brincadeira e contato com a natureza de um jeito simples e gostoso.
2026-07-15 15:28:10
1
View All Answers
Scan code to download App
Related Books
O Bebê Errado
Ding
0
232
Levei o meu filhote de três meses, Nico, para a alcateia do meu companheiro para o Festival da Lua.
A alcateia Blackwood vivia nas profundezas dos pinheirais do norte, escondida dos olhos humanos.
Margaret Bailey era a Luna da alcateia Blackwood, companheira do alfa já idoso que raramente saía de sua toca. A palavra dela era lei na grande cabana.
Enquanto o meu filhote dormia, a minha sobrinha, Raven Blackwood, e as amigas dela o carregaram até o segundo andar da grande cabana e o jogaram pela janela.
O meu bebê morreu bem na minha frente.
Eu perdi o juízo. Eu me transformei e tentei carregá-lo até o curandeiro da alcateia, mas já era tarde demais.
Ele se foi antes mesmo de chegarmos lá.
Como a minha sobrinha ainda era menor de idade perante as leis da alcateia, ela quase não sofreu consequências.
O Conselho ordenou que a família dela pagasse oitocentos mil dólares como compensação de sangue, mas a minha cunhada, Seraphine Stone, uivou e gritou, acusando-me de tentar destruir a linhagem deles.
Eu chorei até sentir como se o meu coração tivesse sido dilacerado por garras.
Tudo o que eu queria era justiça.
Mas o meu companheiro, Damien Blackwood, e a Luna, Margaret Bailey, apenas rosnaram para mim.
— A Raven também é só um filhote! Você vai mesmo destruir o futuro dela só porque o seu filho morreu?
Eu nunca tive a minha vingança.
No fim, o luto e o ódio me esvaziaram por dentro. Naquele inverno, eu morri de coração partido.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta ao dia do Festival da Lua.
Desta vez, liguei imediatamente para a minha alcateia de origem e pedi que levassem o meu filho embora.
Mas, mesmo assim, a minha sobrinha ainda jogou um bebê da janela do andar de cima.
As palavras de Zeca tornaram-se inaudíveis para Miguel no exato momento em que ele enxergou, há poucos metros, um rancor reprimido no olhar de uma pessoa que, estranhamente se escondia por entre os espessos arbustos, e num estalar de um tépido silêncio ergueu o braço e apontou uma arma para ele. Até que, num instante de rápido reflexo, Zeca prostou-se em frente a Miguel, e este, numa velocidade mais rápida ainda, já segurava, sem entender, o corpo do irmão, que mortalmente ferido caiu em seus braços.Na pequena e pacata Folhagem, um mistério do passado é trazido à tona após a tentativa de assassinato de um filho pródigo da cidade. Mais que um simples homicídio, esse ato desencadeará uma série de conseqüências envolvendo o leitor numa teia de intrigas e traições.O que teria desencadeado tal ato de vingança? Que segredos ocultos trazia Zeca em seu retorno? Teriam os irmãos algo de obscuro em seu passado que inspirasse tanto ódio em alguém na pacata cidadezinha? Ou existiria algo mais?Acompanhe a desesperada busca de Miguel por respostas a esses enigmas enquanto tenta proteger a própria vida, nesse suspense escrito a três mãos.
Minha família tinha uma loja de produtos adultos. Naquele dia, eu estava exausta demais e acabei descansando ali mesmo, no fundo da loja. Não imaginava que, por um descuido do destino, eu ficaria presa em uma cadeira erótica.
Quando o senhor Gabriel, o vizinho da porta ao lado, entrou na loja, acabou me confundindo com um novo modelo de brinquedo adulto recém-lançado.
Sem desconfiar de nada, começou a agir como um cliente comum. Foi longe demais e chegou ao ponto de puxar minha calça...
Para Passar o Natal com a Assistente, o Marido Deu Calmantes à Criança
Gato Laranja no Mundo
10
5.2K
Para sair com a assistente no dia de Natal, meu marido colocou calmantes no leite em pó da nossa filha.
Enquanto eu corria aflita para levar Isabela ao hospital com febre alta, acabei vendo, por acaso, Renato subir as escadas com a assistente no colo.
— A Camila torceu o pé. Vim acompanhar ela no atendimento!
Nossa filha estava sendo operada, e ele sequer olhou para trás.
Apertei com força o bilhete premiado de dez milhões de reais no bolso.
Já era hora de desistir desse casamento de sete anos.
Após oito anos de casamento, finalmente engravidei do filho de Claude Frey.
Essa é minha sexta tentativa de fertilização in vitro e também a última. O médico disse que meu corpo não suportaria passar por isso outra vez.
Estou radiante, pronta para contar a ele a notícia.
Mas, uma semana antes do nosso aniversário de casamento, recebo pelo correio uma foto anônima.
Nela, Claude está abaixado, beijando a barriga grávida de outra mulher.
Ela é a namorada de infância dele, aquela que a família viu crescer. Gentil, educada… o tipo de nora com que qualquer família sonha.
O mais irônico é que todos já sabem da gravidez dela.
Todos, menos eu.
Sou apenas a piada no meio de todos eles.
Então percebo que o casamento que venho sustentando, apesar de todas as dores e feridas, nunca passou de uma mentira cuidadosamente construída.
Tudo bem.
Eu não quero mais Claude.
E nunca permitiria que meu filho nascesse em um mundo erguido sobre mentiras.
Reservo minha passagem para ir embora no dia do nosso oitavo aniversário de casamento.
Também seria o dia em que ele finalmente me levaria para ver o mar de rosas.
Antes de nos casarmos, Claude prometeu criar um mar de flores só para mim.
Mas, em vez disso, eu o encontro diante do jardim de rosas, beijando sua namorada de infância grávida.
Depois que vou embora, ele começa a me procurar desesperadamente.
— Não vai embora, por favor… — ele implora. — Eu estava errado. Por favor, não me deixa.
Só então ele se lembra da promessa que me fez e planta as rosas mais bonitas do mundo naquele jardim.
Mas eu já não preciso mais delas.
Eu me chamo Ângela Guedes.
No dia do quinto aniversário do meu filho, nós três fomos assistir a uma chuva de meteoros. No meio do passeio, meu marido atendeu um telefonema e partiu às pressas.
No meio da noite, meu filho teve uma crise de asma, e o único remédio estava no carro do meu marido.
Eu corria desesperada pelo campo deserto, segurando meu filho nos braços, ligando repetidamente para meu marido, mas recebi apenas uma mensagem fria: [Tenho uma emergência, não perturbe.]
No dia seguinte, finalmente consegui falar com ele, mas quem atendeu foi a primeira namorada dele.
— O meu cachorrinho morreu repentinamente ontem à noite. O Fidel ficou com medo de que eu ficasse muito triste e passou a noite comigo. Ele acabou de pegar no sono. Se tiver algo a dizer, pode falar para mim.
Passei a mão pelo rostinho do meu filho, gelado, e senti o mundo desabar em silêncio.
— Diga a ele que quero o divórcio.
São Paulo no Dia das Crianças é um turbilhão de opções! A cidade vira um parque de diversões a céu aberto, especialmente no Parque Ibirapuera, onde rolam oficinas de arte, espetáculos de teatro infantis e até piqueniques colaborativos. A programação cultural é tão vasta que dá vontade de ser criança só para aproveitar tudo.
E não dá para ignorar os shoppings, que montam estruturas incríveis: tem desde pista de patinação no gelo no Morumbi Town até encontros com YouTubers no Shopping Eldorado. Meus sobrinhos ficaram malucos ano passado com a 'Caça ao Tesouro' no Market Place—uma experiência que mistura tecnologia e diversão, perfeita para a geração que já nasceu conectada.