A sessão de ontem foi 'Os Goonies', outro tesouro dos anos 80. Lembro da primeira vez que vi, achando que era só mais um filme de aventura, mas ele tem uma energia contagiante. A turma de crianças correndo atrás do tesouro pirata, as armadilhas na caverna, aquele monstro no final que me assustou horrores – tudo isso cria uma experiência que mistura medo, diversão e amizade de um jeito único.
O que mais gosto nesse filme é como ele captura a essência da infância: a sensação de que qualquer coisa é possível quando você está cercado pelos seus amigos. Até hoje, quando assisto, me pego torcendo para eles encontrarem o tesouro, mesmo sabendo o final. É um daqueles filmes que nunca saem de moda porque falam direto ao coração, independentemente da idade.
Dessa vez, a Sessão da Tarde exibiu 'Matilda', baseado no livro do Roald Dahl. Que filme incrível! A história dessa menina inteligente e corajosa enfrentando adultos absurdos sempre me inspira. A cena dos livros voando na biblioteca é pura magia, e a atuação da Mara Wilson como Matilda é perfeita – doce, mas cheia de personalidade.
Além do enredo, o filme traz uma crítica sutil (e às vezes nem tanto) ao mundo adulto, mostrando como eles podem ser ridículos aos olhos das crianças. A diretora do colégio, aquela mulher que joga alunos pelo ar, é um dos vilões mais memoráveis que já vi. E no meio de tudo isso, o filme ainda consegue passar uma mensagem sobre o valor da educação e da bondade. Sempre bom revisitar.
Ontem foi dia de 'De Volta para o Futuro', um dos meus filmes preferidos de todos os tempos. A combinação de ficção científica, comédia e drama familiar é impecável. Marty McFly e o Doc Brown são uma dupla tão icônica que até hoje fico impressionado com a química entre eles.
E os detalhes! O DeLorean, o skate voador, a cena do baile... Tudo é tão cuidadosamente construído que mesmo assistindo pela décima vez, ainda descubro algo novo. O filme também tem um ritmo perfeito – nunca fica parado, mas também não apressa as coisas. Uma obra-prima que continua relevante, especialmente quando mostra como o passado e o futuro estão sempre conectados.
Ontem a Sessão da Tarde trouxe um clássico que sempre me faz parar o que estou fazendo: 'E.T. - O Extraterrestre'. Aquele filme tem uma magia que nunca envelhece, sabe? A cena do garoto e o alienígena pedalando contra o céu de fundo é algo que ficou marcado na minha memória desde criança. Assistir hoje me fez perceber como os filmes dos anos 80 tinham um charme único, misturando aventura e sentimentos de um jeito que poucas produções atuais conseguem.
E não é só nostalgia. A trilha sonora, a fotografia, até os efeitos práticos que parecem simples hoje têm um peso emocional gigante. Acho que é por isso que relembrar esses filmes em programas como a Sessão da Tarde é tão especial. Eles nos conectam com uma época diferente, mas também mostram como certas histórias são universais e atemporais.
2026-07-21 15:22:28
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No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
Quando voltei para a família Costello como a filha há muito tempo perdida, eu estava vestida com as roupas usadas da minha irmã adotiva, e o motorista da família veio apenas para ela. Ainda assim, eles se sentiam culpados em relação à filha que criaram na minha ausência.
Então, quando o governo lançou o Sistema de Justiça, eles registraram a família inteira antes que eu pudesse piscar.
Meu pai suspirou aliviado.
— Com esse sistema impondo igualdade absoluta, Brittany nunca mais terá que sofrer.
Minha mãe segurou minha mão, sua voz não deixando espaço para discussões.
— Você voltou para casa e roubou tudo o que pertencia a ela. Isso não é justo com a Brittany.
Meu irmão não se deu ao trabalho de esconder seu desprezo.
— Eu só reconheço uma irmã. Você já conseguiu mais do que merece. Não abuse da sorte.
Eu comia as sobras enquanto ela tinha chefs particulares. Eu suava em um closet enquanto ela dormia em uma suíte projetada sob medida.
Eu quase ri.
Quando o sistema entrou em vigor, foram eles que desmoronaram.
No Dia das Crianças, a fofoca mais quente que circulava no Instagram envolvia o meu nome. A legenda da foto perguntava em tom de deboche: [O Leonardo levou o filho para comemorar o aniversário da sua eterna paixão. Será que ele finalmente vai pedir o divórcio para a Sandra?]
Curti a publicação em silêncio. Quando o meu celular tocou, eu estava no meio da sala, estourando um por um os balões que havia comprado para comemorar o nosso aniversário de casamento.
— Meu amor... — A voz do meu marido soava afobada do outro lado da linha, tentando armar uma desculpa esfarrapada para a sua atitude. — O nosso filho começou a chorar do nada, implorando para ir ao parque de diversões, por isso acabei...
Ao fundo da ligação, consegui ouvir a risada cristalina do menino:
— Papai, a Sra. Viviana disse que posso dormir na casa dela hoje!
Encarei a bagunça ao meu redor. Os enfeites murchos pelo chão e a cobertura do bolo já endurecida pareciam zombar da minha cara.
— Não precisa se explicar. — Respondi, com uma frieza que até a mim assustou. — Entendo tudo.
"Pode ficar tranquilo, Leonardo", pensei, respirando fundo e aceitando a realidade. "Porque desta vez, estou abrindo mão tanto de você quanto do nosso filho."
Depois de ser usada como banco de sangue pela amante do meu marido, eu morri de doença em um apartamento alugado que ele, um bilionário, me ofereceu por caridade.
Hoje era o terceiro dia desde a minha morte, e meu filho de seis anos finalmente percebeu que algo estava errado.
Ele se cortou com um brinquedo, mas eu não o consolei.
Ele abriu um biscoito e tentou colocá-lo em minha boca, mas eu não o impedi.
Ele se deitou em meus braços, agarrando minhas roupas e sussurrando "mamãe", mas eu não respondi.
Sem saber o que fazer, ele encontrou meu celular e ligou para o pai bilionário.
— Papai, por que a mamãe ainda está dormindo?
O homem respondeu enviando uma foto dele e de sua amante em uma farta ceia de Véspera de Natal, e disse com frieza:
— Ela está apenas dormindo, não está morta. Hoje é Véspera de Natal, estou muito ocupado. Diga a essa sua mãe que só venha me procurar quando estiver disposta a admitir seu erro.
A ligação foi encerrada, e Mateus ficou parado por um longo tempo.
Ele pegou o último biscoito da casa que estava no lixo, partiu-o em dois e ofereceu um pedaço à minha boca.
— Mamãe, vamos comer também.
Meu ritual de almoço sempre inclui dar uma olhada na Sessão da Tarde, e ontem foi um daqueles dias que me fez rir até derrubar o garfo. O filme era 'Detona Ralph', uma animação da Disney que mistura nostalgia de fliperama com uma história sobre aceitação. A cena do Ralph destruindo o carro da Vanellope ainda me arranca gargalhadas, mesmo sabendo que é só pixels e dublagem.
O que mais me surpreende é como esses filmes 'infantis' sempre escondem camadas profundas. O conflito do Ralph com sua identidade de vilão me fez refletir sobre como a gente mesmo se prende a rótulos. E a Vanellope? Uma princesa que quebra todos os estereótipos, com um humor ácido que até os adultos curtem. Já marquei na agenda pra reassistir no fim de semana!
Não consigo dizer exatamente qual filme vai passar na Sessão da Tarde hoje porque a programação varia bastante, mas geralmente a Globo exibe clássicos do cinema ou filmes mais recentes que já saíram dos cinemas. O horário costuma ser por volta das 14h, mas pode mudar dependendo da região ou de eventos especiais. Vale a pena dar uma olhada no guia de programação da Globo ou no site oficial para confirmar.
Lembro que quando era mais novo, adorava chegar da escola e pegar a Sessão da Tarde no meio do filme. Era sempre uma surpresa, mas divertido mesmo quando não conhecia o título. Hoje em dia, ainda acho legal quando passa algum filme que marcou época, como 'E.T.' ou 'De Volta para o Futuro'.
A Sessão da Tarde é um daqueles programas que sempre traz uma nostalgia gostosa, né? Lembro de chegar da escola e correr para ligar a TV só para ver qual filme ia passar. Hoje, o programa exibe 'O Rei Leão', a versão animada de 1994. É um clássico que nunca envelhece, com aquela trilha sonora marcante e lições sobre família e responsabilidade.
Simba, Timão e Pumba fazem parte da infância de muita gente, e reviver essas cenas ainda consegue arrancar um sorriso mesmo depois de tantos anos. Se você nunca assistiu, essa é a oportunidade perfeita para se emocionar com a jornada do pequeno leão. E se já conhece, que tal relembrar os momentos mais icônicos? A animação da Disney tem esse poder de unir gerações, e 'O Rei Leão' é um ótimo exemplo disso.
Descobrir a programação da Sessão da Tarde é sempre uma surpresa gostosa! Hoje, segundo o guia da TV, vai rolar 'O Poderoso Chefão', aquele clássico do Coppola que nunca sai de moda. A trilha sonora, as atuações marcantes, tudo naquele filme é impecável. Se você tem um tempinho livre, vale a pena mergulhar nessa obra-prima do cinema.
Caso queira assistir, dá uma olhada no canal da Rede Globo, geralmente passam por lá. Se preferir streaming, plataformas como Globoplay ou serviços de aluguel digital também podem ter disponível. Aproveita e faz uma pipoca, porque esse filme pede um clima especial!