Minha mãe adora reclamar que Sessão da Tarde só passa filme antigo, mas ontem ela mesma ficou grudada na poltrona vendo 'Matilda'. Aquele clássico dos anos 90 sobre a menina com poderes telecinéticos! A cena da torta de chocolate ainda é icônica, mas hoje em dia percebo detalhes que criança não capta: a crítica à educação autoritária, a forma como os livros são retratados como refúgio. A atuação da Mara Wilson é tão pura que até hoje me emociona quando ela foge da família pra viver com a Srta. Honey.
Meu ritual de almoço sempre inclui dar uma olhada na Sessão da Tarde, e ontem foi um daqueles dias que me fez rir até derrubar o garfo. O filme era 'Detona Ralph', uma animação da Disney que mistura nostalgia de fliperama com uma história sobre aceitação. A cena do Ralph destruindo o carro da Vanellope ainda me arranca gargalhadas, mesmo sabendo que é só pixels e dublagem.
O que mais me surpreende é como esses filmes 'infantis' sempre escondem camadas profundas. O conflito do Ralph com sua identidade de vilão me fez refletir sobre como a gente mesmo se prende a rótulos. E a Vanellope? Uma princesa que quebra todos os estereótipos, com um humor ácido que até os adultos curtem. Já marquei na agenda pra reassistir no fim de semana!
Acordei com a TV ligada no canal Globo e peguei justo o início da Sessão da Tarde. Era 'Jumanji: Bem-Vindo à Selva', aquele com o The Rock e o Kevin Hart. Confesso que no começo torci o nariz – reboot de clássico sempre me deixa com pé atrás – mas a química do elenco conquistou. Os diálogos são cheios de referências aos anos 90, tipo quando o avô do garoto fala sobre 'tempos sem celular'. A parte mais engraçada? Ver os atores interpretando adolescentes presos em corpos de adultos, especialmente a Karen Gillan tentando ser descolada.
Ontem quase perdi meu ônibus porque parei na padaria exatamente durante a cena mais tensa de 'O Rei Leão' na Sessão da Tarde. A morte do Mufasa ainda dói igual, mas dessa vez reparei numa coisa nova: a trilha sonora. Tem uns instrumentos africanos no fundo que dão todo um clima épico. E a dublagem brasileira? Impecável! O Scar com aquela voz sarcástica do André Motta é melhor que o original. Fiquei até cantando 'Hakuna Matata' no caminho de volta pro trabalho.
2026-05-26 20:28:59
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No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Quando voltei para a família Costello como a filha há muito tempo perdida, eu estava vestida com as roupas usadas da minha irmã adotiva, e o motorista da família veio apenas para ela. Ainda assim, eles se sentiam culpados em relação à filha que criaram na minha ausência.
Então, quando o governo lançou o Sistema de Justiça, eles registraram a família inteira antes que eu pudesse piscar.
Meu pai suspirou aliviado.
— Com esse sistema impondo igualdade absoluta, Brittany nunca mais terá que sofrer.
Minha mãe segurou minha mão, sua voz não deixando espaço para discussões.
— Você voltou para casa e roubou tudo o que pertencia a ela. Isso não é justo com a Brittany.
Meu irmão não se deu ao trabalho de esconder seu desprezo.
— Eu só reconheço uma irmã. Você já conseguiu mais do que merece. Não abuse da sorte.
Eu comia as sobras enquanto ela tinha chefs particulares. Eu suava em um closet enquanto ela dormia em uma suíte projetada sob medida.
Eu quase ri.
Quando o sistema entrou em vigor, foram eles que desmoronaram.
Fernando Rocha finalmente aceitou meu pedido de casamento. Ele fez questão de me lembrar para me vestir bem, dizendo que ele havia preparado uma surpresa especial para mim.
Mas, quando cheguei deslumbrante ao local da cerimônia, não havia noivo no altar.
Fernando virou-se para a minha meia-irmã, que estava ao lado dele, e sorriu:
— Você sempre disse que casamentos são chatos e cheios de formalidades. Hoje, vou te mostrar como é um casamento divertido. O que acha?
O mestre de cerimônias então anunciou, em voz alta:
— O casamento está suspenso!
O meu amigo de infância puxou o balão de água que já estava estrategicamente preparado acima da minha cabeça, estourando-o e me molhando da cabeça aos pés.
Fernando arqueou as sobrancelhas, com um sorriso provocador, e disse:
— Nilda, era só uma brincadeira. Você não achou mesmo que eu ia me casar com você, achou?
Aquele casamento não passava de uma farsa, uma encenação planejada para animar a minha meia-irmã, que estava lutando contra uma depressão.
Ao me ver em silêncio, Fernando continuou com o mesmo tom zombeteiro:
— Se você está com tanta pressa para casar, escolha qualquer um dos convidados aqui e case com ele!
Mas, quando eu realmente entrei de braços dados com um noivo para celebrar a cerimônia, eles ficaram atordoados.
Durante o plantão noturno, recusei o pedido de aplicar soro no paciente que minha irmã de criação cuidava.
Vi, com meus próprios olhos, um menino de sete anos morrer devido a uma reação alérgica causada pela medicação errada.
Na vida passada, mal tinha terminado de aplicar o soro, quando familiares furiosos invadiram o posto de enfermagem e me espancaram até meu rosto ficar irreconhecível.
Mas o soro era apenas glicose, não havia razão para acontecer algo assim.
Com a consciência turva, ouvi alguém chamar a polícia. Achei que, finalmente, a salvação havia chegado.
Jamais imaginei que seria meu próprio irmão, policial, quem me jogaria no chão.
Meu amigo de infância, agora médico legista, apresentou o laudo da autópsia e me incriminou.
Sem ter como me defender, acabei sendo espancada até a morte pelos familiares do menino, tomados pela fúria.
Até o último suspiro, não entendi por que meu irmão querido e o amigo de infância agiram assim comigo.
Quando abri os olhos novamente, estava de volta àquela noite.
No Dia das Crianças, a fofoca mais quente que circulava no Instagram envolvia o meu nome. A legenda da foto perguntava em tom de deboche: [O Leonardo levou o filho para comemorar o aniversário da sua eterna paixão. Será que ele finalmente vai pedir o divórcio para a Sandra?]
Curti a publicação em silêncio. Quando o meu celular tocou, eu estava no meio da sala, estourando um por um os balões que havia comprado para comemorar o nosso aniversário de casamento.
— Meu amor... — A voz do meu marido soava afobada do outro lado da linha, tentando armar uma desculpa esfarrapada para a sua atitude. — O nosso filho começou a chorar do nada, implorando para ir ao parque de diversões, por isso acabei...
Ao fundo da ligação, consegui ouvir a risada cristalina do menino:
— Papai, a Sra. Viviana disse que posso dormir na casa dela hoje!
Encarei a bagunça ao meu redor. Os enfeites murchos pelo chão e a cobertura do bolo já endurecida pareciam zombar da minha cara.
— Não precisa se explicar. — Respondi, com uma frieza que até a mim assustou. — Entendo tudo.
"Pode ficar tranquilo, Leonardo", pensei, respirando fundo e aceitando a realidade. "Porque desta vez, estou abrindo mão tanto de você quanto do nosso filho."
Ontem a Sessão da Tarde trouxe um clássico que sempre me faz parar o que estou fazendo: 'E.T. - O Extraterrestre'. Aquele filme tem uma magia que nunca envelhece, sabe? A cena do garoto e o alienígena pedalando contra o céu de fundo é algo que ficou marcado na minha memória desde criança. Assistir hoje me fez perceber como os filmes dos anos 80 tinham um charme único, misturando aventura e sentimentos de um jeito que poucas produções atuais conseguem.
E não é só nostalgia. A trilha sonora, a fotografia, até os efeitos práticos que parecem simples hoje têm um peso emocional gigante. Acho que é por isso que relembrar esses filmes em programas como a Sessão da Tarde é tão especial. Eles nos conectam com uma época diferente, mas também mostram como certas histórias são universais e atemporais.
Não consigo dizer exatamente qual filme vai passar na Sessão da Tarde hoje porque a programação varia bastante, mas geralmente a Globo exibe clássicos do cinema ou filmes mais recentes que já saíram dos cinemas. O horário costuma ser por volta das 14h, mas pode mudar dependendo da região ou de eventos especiais. Vale a pena dar uma olhada no guia de programação da Globo ou no site oficial para confirmar.
Lembro que quando era mais novo, adorava chegar da escola e pegar a Sessão da Tarde no meio do filme. Era sempre uma surpresa, mas divertido mesmo quando não conhecia o título. Hoje em dia, ainda acho legal quando passa algum filme que marcou época, como 'E.T.' ou 'De Volta para o Futuro'.
A Sessão da Tarde é um daqueles programas que sempre traz uma nostalgia gostosa, né? Lembro de chegar da escola e correr para ligar a TV só para ver qual filme ia passar. Hoje, o programa exibe 'O Rei Leão', a versão animada de 1994. É um clássico que nunca envelhece, com aquela trilha sonora marcante e lições sobre família e responsabilidade.
Simba, Timão e Pumba fazem parte da infância de muita gente, e reviver essas cenas ainda consegue arrancar um sorriso mesmo depois de tantos anos. Se você nunca assistiu, essa é a oportunidade perfeita para se emocionar com a jornada do pequeno leão. E se já conhece, que tal relembrar os momentos mais icônicos? A animação da Disney tem esse poder de unir gerações, e 'O Rei Leão' é um ótimo exemplo disso.
Descobrir a programação da Sessão da Tarde é sempre uma surpresa gostosa! Hoje, segundo o guia da TV, vai rolar 'O Poderoso Chefão', aquele clássico do Coppola que nunca sai de moda. A trilha sonora, as atuações marcantes, tudo naquele filme é impecável. Se você tem um tempinho livre, vale a pena mergulhar nessa obra-prima do cinema.
Caso queira assistir, dá uma olhada no canal da Rede Globo, geralmente passam por lá. Se preferir streaming, plataformas como Globoplay ou serviços de aluguel digital também podem ter disponível. Aproveita e faz uma pipoca, porque esse filme pede um clima especial!