Moro pertinho da Livraria Eiffel, então virou meu ponto de parada obrigatório toda semana. Ela fica na esquina da Avenida das Flores com a Rua das Palmeiras, num prédio antigo com fachada de tijolos aparentes. O horário é super conveniente: abre às 9h durante a semana e fecha às 19h, perfeito para quem trabalha e quer dar uma escapada depois do expediente. Aos sábados, funciona das 10h às 18h, e mesmo aos domingos, quando está fechada, dá para sentir o cheiro de livros novos vindo de dentro. Recomendo visitar no fim da tarde, quando a luz do sol bate nas estantes e cria um clima incrível para ler um capítulo ou dois.
Descobri a Livraria Eiffel por acaso, numa tarde de chuva quando precisava de um lugar para me abrigar. Fica na Rua das Palmeiras, número 45, e desde então virou meu refúgio literário. O horário de funcionamento é ótimo para quem tem uma rotina corrida: segunda a sexta, das 9h às 19h, e sábados, das 10h às 18h. A atmosfera lá é única, com uma mistura de clássicos e lançamentos dispostos de forma que parece convidar você a explorar cada cantinho.
Eles também têm um sistema de reservas online para os livros mais procurados, o que salvou minha vida quando precisei do último volume de 'A Torre Negra'. Se você ainda não conhece, prepare-se para sair de lá com pelo menos três livros a mais do que planejava comprar.
Se você está procurando a Livraria Eiffel, ela fica bem no centro da cidade, na Rua das Palmeiras. O horário é bem flexível: de segunda a sexta, das 9h às 19h, e aos sábados, das 10h às 18h. A loja tem um charme retrô, com poltronas confortáveis e uma seleção de livros que vai desde best-sellers até obras menos conhecidas. Sempre que vou lá, acabo gastando mais tempo (e dinheiro) do que planejava, mas nunca me arrependo. Eles também têm um café ótimo, perfeito para acompanhar uma boa leitura.
A Livraria Eiffel é um daqueles lugares mágicos que todo amante de livros deveria conhecer. Fica no coração da cidade, na Rua das Palmeiras, número 45, bem perto do famoso Parque Central. O espaço é aconchegante, com prateleiras de madeira escura e um cantinho especial para cafés e encontros literários. Funciona de segunda a sexta, das 9h às 19h, e aos sábados, das 10h às 18h. Domingo é dia de descanso, mas a livraria costuma promover eventos especiais no último domingo do mês, como lançamentos e sessões de autógrafos.
O que mais me encanta lá é a seleção de títulos independentes e a equipe sempre disposta a recomendar algo novo. Já descobri pérolas como 'A Sombra do Vento' e 'O Jardim Secreto' por indicação deles. Se você está pela região, vale a pena passar lá e perder-se entre as páginas.
2026-05-08 03:24:13
2
Tingnan ang Lahat ng Sagot
I-scan ang code upang i-download ang App
Kaugnay na Mga Aklat
Na Ponta da Língua: Clínica do Prazer
Beringela
0
3.2K
— Abre um pouco mais, Eva, Eva... Isso... assim mesmo.
Meu corpo inteiro parecia derreter sobre a maca de exames. Meus dedos agarravam os lençóis com uma força involuntária.
A voz atrás de mim era grave e contida... Cada palavra dele fazia meu corpo vibrar e minhas orelhas arderem.
A posição do exame era vergonhosa demais. Meus quadris eram obrigados a se erguerem, altos demais, numa postura que parecia pura rendição.
— Doutor... eu... ah... não consigo abrir mais... — Murmurei, mordendo o lábio inferior, a voz tremendo de propósito.
Através da barra metálica da maca, vi meu reflexo: cabelos bagunçados colados à face corada, os olhos úmidos, turvos, brilhando com um desejo confuso.
Meu companheiro, Luther Evans, gastou 20 mil dólares em duas passagens de primeira classe no Moonlight Express para a Costa de Vespera. No momento em que estávamos prestes a embarcar, ele me puxou de lado e deu o meu lugar para minha irmã adotiva, Zoey Turner.
Ele explicou: — Só restou um assento vazio no trem, e o filho da Zoey nunca viu o oceano antes. Esta é a oportunidade perfeita. Crianças não podem ser separadas de suas mães, então eu vou levá-los primeiro e deixá-los acomodados, depois volto para buscar você.
Eu concordei e desci do trem, observando-o desaparecer à distância. Assim que chegaram à praia, um amigo perguntou a Luther por que eu não tinha ido junto.
Ele estava ocupado inflando uma boia de piscina para Zoey, respondendo casualmente sem levantar os olhos. — Moonlight Express passa a cada três dias. Avery Smith pode simplesmente comprar sua própria passagem e vir mais tarde. Vou comprar alguns presentes para compensá-la. Ela é muito compreensiva e não vai ficar brava comigo por muito tempo.
Um sorriso amargo surgiu nos cantos da minha boca. A família inteira sempre favoreceu Zoey, e agora até meu próprio companheiro não era diferente.
Como ninguém queria me ver de qualquer forma, decidi que iria embora em três dias.
Como única filha do rei do jogo, nasci e cresci em meio ao perigo e à violência.
Para me proteger, meu pai treinou, desde a minha infância, nove homens dispostos a dar a vida por mim.
Quando atingi a maioridade, ele exigiu que eu escolhesse um deles para ser meu noivo.
Ainda assim, me afastei sem hesitar de Bernardo Duarte, por quem estava apaixonada há anos.
Na minha vida passada, fui sequestrada por inimigos no dia do meu noivado, quando pregos de aço embebidos em veneno atravessaram as palmas das minhas mãos.
Disquei para ele pedindo ajuda, com as mãos tremendo, mas o que recebi foi apenas sua voz fria:
— Amanda, pare com essas encenações ridículas. Sua localização mostra claramente que você ainda está na suíte do hotel! Só para me ter só para você, você é capaz de inventar um drama nojento desses?
Ao fundo, o riso suave de uma mulher ecoava pelo telefone.
Desesperada, fechei os olhos.
Quando a gaiola de ferro afundou no mar e a água gelada invadiu minhas narinas e minha garganta, minha vida se apagou por completo.
Ao abrir os olhos novamente, voltei ao dia em que meu pai me mandou escolher um noivo.
Desta vez, fui direta: risquei o nome de Bernardo da lista logo de início.
Mas então... Por que, no meu noivado com Felipe Borges, ele apareceu chorando, implorando para que eu me casasse com ele?
Lívia Pereira permanecia parada no meio da multidão, segurando com força duas pilhas de papéis.
Uma era o laudo médico que diagnosticava déficit afetivo; a outra, um acordo de divórcio.
Três horas antes, ao perceber que o sistema do hospital registrava seu estado civil como divorciada, ela havia ido pessoalmente ao cartório.
A funcionária ergueu a cabeça:
— Senhora, a senhora e Rodrigo Costa se divorciaram legalmente há três anos.
A expressão de Lívia congelou:
— Como assim? Há três anos nós tínhamos acabado de nos casar.
A funcionária confirmou novamente, e o tom soou estranho:
— Está correto. A data do divórcio foi exatamente sete segundos após o casamento.
– Sra. Moura, após uma análise minuciosa, constatamos que há irregularidades na sua certidão de casamento. O selo está falsificado.
A frase dita de maneira leve pelo funcionário deixou Olívia Moura, que viera solicitar uma nova via da certidão, totalmente atônita.
– Impossível. Eu e meu marido, Lionel Guedes, nos casamos oficialmente há cinco anos. Por favor, verifique novamente...
O funcionário fez nova consulta.
– O sistema indica que Lionel Guedes está casado, mas você, de fato, consta como solteira.
A voz de Olívia tremia quando perguntou:
– Quem é a esposa legal de Lionel?
– Mirella Soares.
Olívia segurou firmemente nas costas da cadeira, esforçando-se para se manter em pé.
A certidão de casamento foi entregue a ela, e Olívia sentiu que aquilo quase a cegava.
Se no início Olívia suspeitara de um erro do sistema, ao ouvir o nome de Mirella...
Todas as ilusões ruíram naquele instante.
O casamento grandioso de cinco anos atrás, os cinco anos de relacionamento exemplar e intenso, o matrimônio do qual tanto se orgulhara — tudo era falso.
Com a certidão falsa, sem validade jurídica, Olívia voltou para casa devastada.
Estava prestes a abrir a porta quando ouviu vozes lá dentro.
Era o advogado da família Guedes:
– Sr. Guedes, já se passaram cinco anos. O senhor não pretende conceder à sua esposa o reconhecimento legal?
Olívia parou, prendendo a respiração.
Depois de um longo silêncio, a voz grave de Lionel ecoou:
– Espere um pouco mais. Mirella ainda está batalhando no exterior. Sem o título de Sra. Guedes, como ela se manteria no competitivo mundo dos negócios?
O advogado da família advertiu:
– Seu casamento com sua esposa é apenas de fachada. Se ela mudar de ideia, pode ir embora a qualquer momento.
Quando Antonio percebeu que eu já fazia uma semana sem pedir dinheiro, pareceu satisfeito.
O grande Don da máfia, sempre tão distante, chegou até a me mandar uma mensagem:
— Cara mia, finalmente você aprendeu a ser uma esposa digna de um Don.
— Já mandei entregar a medicação especial da sua mãe esta semana. Se continuar obediente e não for gananciosa, posso lhe dar tudo.
Ele só não sabia de uma coisa:
no exato momento em que li aquela mensagem, eu estava imprimindo os papéis do divórcio.
Vestida com um vestido de três anos atrás.
Ninguém acreditaria que a glamourosa esposa do Don, invejada por todos, precisava pedir dinheiro à consigliera dele, Elena, até para comprar absorventes.
Até para sair de casa, eu tinha que pedir autorização com três dias de antecedência.
Antonio chamava aquilo de proteção.
— Lá fora é perigoso demais, cara mia. Você só precisa ficar em casa e me obedecer.
Mas, uma semana antes, minha mãe estava morrendo, e eu implorei a Elena que me deixasse sair sem passar por autorização.
Ela me fez esperar cinco dias inteiros.
Quando finalmente me deixaram sair, minha mãe já tinha dado o último suspiro.
Medicação especial? Não importava mais.
Minha mãe estava morta.
Sem ela, eles perderam a única arma que tinham contra mim.
E eu nunca mais vou me ajoelhar.
A Livraria Vanguarda é um daqueles lugares que parece saído de um sonho de amante de livros. Fica no coração da Avenida Paulista, número 1234, em São Paulo, cercada por cafés aconchegantes e uma vibe cultural incrível. Passar por lá é como entrar em um universo paralelo onde cada prateleira conta uma história diferente.
Os horários de funcionamento são bem flexíveis: de segunda a sexta, das 9h às 21h, e nos fins de semana, das 10h às 20h. Eles ainda fazem eventos noturnos às sextas, com debates e lançamentos até as 23h – perfeito para quem quer unir socialização e literatura. A livraria tem essa magia de transformar até a pausa do almoço em uma mini-aventura literária.
Livraria Eiffel é um daqueles lugares que respira cultura. Sempre que posso, dou uma passada lá ou acompanho os eventos online. Eles têm um calendário incrível, com lançamentos de livros, bate-papos com autores e até clubes de leitura temáticos. A variedade é impressionante: desde debates sobre ficção científica até oficinas de escrita criativa.
Recentemente, participei de um encontro virtual sobre adaptações de livros para o cinema, e foi fascinante. A equipe da livraria tem um talento especial para criar atmosferas acolhedoras, mesmo através da tela. Se você é fã de literatura, vale muito a pena ficar de olho no site deles ou seguir as redes sociais para não perder nada.
A Livraria Paulista é um daqueles lugares que todo amante de livros precisa conhecer em São Paulo. Fica na Rua Barão de Itapetininga, 275, no coração do Centro, pertinho da Praça da República. É fácil de chegar de metrô, desembarcando na estação República.
Os horários são bem flexíveis: de segunda a sexta, abre das 9h às 19h, e aos sábados, das 9h às 17h. Domingo é o único dia que fecha, então planeje sua visita direitinho. O ambiente lá é incrível, com prateleiras abarrotadas de clássicos e novidades, e sempre tem uma promoção rolando. Vale a pena dar uma passada mesmo que só para sentir o cheiro de livro novo!
A Livraria da Rua é um daqueles lugares que parece saído de um sonho de bibliófilo. Fica bem no coração da cidade, na Avenida das Artes, número 456, perto do famoso café 'Pão & Prosa'. Passar por lá é como entrar em um universo paralelo, com prateleiras até o teto e aquele cheiro inconfundível de papel novo e café fresquinho. Eles abrem de segunda a sexta, das 9h às 21h, e nos fins de semana fecham um pouco mais cedo, às 18h. Uma dica: às quintas-feiras rolam leituras dramáticas de trechos de livros clássicos, e vale MUITO a pena.
Já perdi a conta das vezes que fui pego pela chuva e decidi 'refugiar' lá dentro. Os funcionários são tão acolhedores que até me oferecem guarda-chuva emprestado quando o tempo vira. Se você ainda não conhece, prepare-se para sair de lá com pelo menos três livros a mais do que planejava comprar – e um sorriso de orelha a orelha.