Quais São As Melhores Edições Com 'O Tempo' De Mario Quintana?
2026-06-15 09:53:30
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ThaisMar
Caça-livros
Economista
Quiz sur ton caractère ABO
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Odorat
Personnalité
Mode d’amour idéal
Désir secret
Ton côté obscur
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4 Réponses
Mason
Recomendador
Estudante
Para quem gosta de interatividade, a versão digital da Editora Objetiva tem recursos interessantes, como links para recitações do poeta e entrevistas em áudio. Mesmo sendo um formato moderno, consegue preservar a delicadeza do texto. Dá pra sublinhar trechos favoritos e fazer anotações sem medo de estragar as páginas—ótimo para estudantes ou fãs que querem dissecar cada metáfora.
2026-06-18 17:52:59
5
Harper
Conhecedor
Radiologista
Mario Quintana tem uma maneira única de brincar com as palavras, e 'O Tempo' é um daqueles poemas que ficam ecoando na mente. A edição da Editora Globo, lançada em 2005, é especial porque traz comentários de críticos literários e ilustrações que complementam o tom melancólico do poema. Folhear essas páginas é como entrar numa conversa íntima com o autor, onde cada linha parece ganhar vida.
Outra edição que vale a pena é a da L&PM Pocket, mais compacta e acessível. Ela não tem tantos extras, mas a simplicidade dela combina com a essência do texto. É o tipo de livro que você carrega no bolso e relê no ônibus, descobriando nuances diferentes a cada vez.
2026-06-19 19:13:42
11
Wyatt
Leitor
Agente
Se você quer mergulhar fundo no universo de Quintana, a edição da Nova Fronteira com curadoria de Luís Augusto Fischer é imperdível. Ela contextualiza 'O Tempo' dentro da trajetória do poeta, comparando-o com outros trabalhos como 'a rua dos cataventos'. Tem até um ensaio sobre como a passagem do tempo era um tema obsessivo para ele. A diagramação espaçada convida a uma leitura pausada, quase contemplativa.
2026-06-20 04:43:27
4
Kayla
Fã de histórias
Manicure
A edição comemorativa da Companhia das Letras é minha favorita. Além do poema 'O Tempo', ela inclui cartas pessoais de Quintana e esboços de versões preliminares. Ver como ele ajustava uma vírgula ou trocava um adjetivo mostra o cuidado artístico por trás de cada palavra. A capa em tecido azul também dá um charme vintage que faz jus à obra.
2026-06-21 00:30:49
9
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Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Eu tentei, inúmeras vezes, conquistar aquele homem frio e distante, até que, na minha 99ª tentativa, ele finalmente deixou seus princípios de lado por minha causa e se envolveu comigo por três noites.
Eu pensei que ele finalmente tivesse se apaixonado por mim, mas, enquanto arrumava o escritório dele, acabei encontrando, por acaso, as mensagens no computador.
Ele havia enviado meus vídeos íntimos para minha irmã, Manuela Ribeiro:
[Assim ela não vai mais me perseguir. Manu, fique tranquila. Eu prefiro morrer a tocar nela. A única pessoa que eu amo é você.]
Manuela enviou um áudio de sessenta segundos, com uma voz sedutora e cheia de encanto:
— Thiago, eu estou realmente emocionada! Nunca imaginei que, para proteger a minha reputação, você chegaria ao ponto de encontrar tantas pessoas para se envolverem com ela. Não sei se, quando ela descobrir a verdade, vai ficar com raiva de mim...
No áudio em resposta, a voz rouca de Thiago Almeida soava reprimida e contida:
— Ela se atreveria? Ela não chega aos seus pés em nenhum aspecto. Ela é tão vulgar que conseguir alguém disposto a ficar com ela já é uma sorte. Além disso, as fotos e os vídeos íntimos estão comigo. Mesmo que ela descubra, não terá coragem de te culpar.
Manuela enviou algumas fotos sensuais usando lingerie.
— Thiago, me ajuda a ver uma coisa. O que você acha desta pose? Será que eu deveria abrir mais as pernas?
Eu dediquei oito anos da minha vida a Adrian Vale.
Oito anos esperando, perdoando e fingindo que não doía toda vez que ele escolhia o próprio orgulho, a carreira ou a amiga de infância ao invés de mim.
Ele sempre dizia que me amava, dizia que o nosso casamento era apenas uma questão de tempo para acontecer. Mas, de algum modo, esse tempo nunca chegava.
No casamento da minha melhor amiga, quando o buquê finalmente caiu nos meus braços, dei a ele uma última chance. Eu só precisava ouvir uma frase.
Em vez disso, Adrian tirou o buquê das minhas mãos e o entregou a outra mulher. Ele achou que eu ia me acalmar, voltar e esperar por ele como sempre fazia. Mas ele se esqueceu de uma coisa: eu era Elena Moretti.
E quando uma Moretti parava de esperar, ela não olhava para trás.
A Reviravolta do Tempo: Um Amor que se Tornou Mortal
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Estava com uma pancreatite aguda. Fui ao hospital em busca de socorro, mas os médicos se recusaram a me tratar, pois o meu marido era médico do pronto-socorro e havia ordenado a todos que não me atendessem.
Na minha vida passada, bastava uma ligação para que ele aparecesse imediatamente ao meu lado. Mas, depois que seu grande amor morreu num acidente, ele jogou a culpa em mim, como se eu fosse a responsável por cada desgraça que se seguiu.
No aniversário da minha mãe, ele envenenou toda a minha família e, em seguida, me esfaqueou repetidas vezes com um bisturi.
— Dói? Jackie sentiu muita dor antes de morrer. Se não fosse por você, ela não teria saído no meu lugar. Você a matou, então vou fazer você e sua família morrerem por ela!
Enquanto ele falava, seus olhos estavam frios e enlouquecidos, e cada golpe era carregado de ódio, como se só assim pudesse aliviar a própria culpa.
Quando abri os olhos novamente, voltei ao dia em que tive pancreatite aguda depois de beber até o limite por causa dele. Mas desta vez, ele correu até Jackie Morse sem a menor hesitação. Acreditou ter feito a escolha certa, convicto de que finalmente estava seguindo o próprio coração.
Mais tarde, foi ele quem veio até mim, ajoelhando-se aos meus pés, implorando que eu o aceitasse de volta, como se arrependimento tardio pudesse apagar tudo o que havia feito.
Na Alcateia da Coroa Lunar, a lei não admite exceções: toda loba que completa vinte e nove anos sem selar um vínculo de companheiros deve voltar ao território para o Ritual da Escolha Lunar, no qual o próprio Alfa escolherá um companheiro para ela.
Quando coloquei a convocação da alcateia diante de Gabriel, ele apenas riu.
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Então, tirou do bolso a caixinha que eu sonhava em receber havia tanto tempo e a lançou, sem cerimônia, para Isadora Nogueira, sua jovem secretária.
A jovem loba se atrapalhou para pegar a caixinha, e as pontas de suas orelhas ficaram vermelhas no mesmo instante.
— Eu pretendia assumir você oficialmente esta noite. Mas parece que o título importa mais para você do que o nosso sentimento. Talvez seja melhor darmos um tempo. — Disse ele.
Gabriel saiu sem olhar para trás.
O escritório mergulhou num silêncio assustador.
Fiquei encarando a caixinha do anel, sem conseguir entender de imediato o que acabara de acontecer.
O anel do vínculo, símbolo de tudo o que eu havia esperado durante anos, agora estava nas mãos de outra loba.
Isadora tentou devolvê-lo.
— Lívia... estou devolvendo isto a você. Afinal, o presidente Gabriel comprou o anel para você.
Não aceitei.
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Em seguida, peguei a convocação e abriu a porta.
— Diga ao Gabriel que, no dia do Ritual da Escolha Lunar, não vou mais esperar por ele.
Beatrice Ashford acorda sem memória, mas com um anel de noivado no dedo e um homem chamado Harvey que jurou reconstruir sua vida junto. Em seu novo mundo de luxo e regras, cada fragmento recuperado do passado parece confirmar a realidade que lhe apresentaram — até o dia em que Declan Callahan cruza seu caminho.
Ele é a tempestade que entra em sua vida ordenada: um músico famoso marcado pela tragédia, que insiste que Beatrice não é quem todos acreditam ser. Que ela carrega o rosto de sua esposa morta — não como uma semelhança, mas como uma identidade.
Enquanto exames de DNA são feitos e segredos familiares emergem, Beatrice se vê dividida entre duas vias possíveis: a mulher que Harvey ama e a vida que Declan jurou que ela perdeu. Em um jogo perigoso entre a verdade e a manipulação, cada revelação a aproxima de uma pergunta aterradora:
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Uma história eletrizante sobre identidade, amor e as verdades que habitam no espaço silencioso entre uma memória e um suspiro. Até onde você iria para descobrir quem você é — e o que faria se descobrisse que toda a sua vida foi uma mentira bem contada?
Mario Quintana tem uma magia única com palavras, e alguns dos seus poemas me acompanham há anos. 'Poeminho do Contra' é um clássico, com aquela ironia delicada que faz você sorrir e refletir ao mesmo tempo. A maneira como ele brinca com a ideia de resistência, dizendo 'Todos esses que aí estão atravancando o meu caminho, eles passarão... eu passarinho!', é genial. Outro que adoro é 'A Rua dos Cataventos', cheio de nostalgia e um tom quase musical. Quintana consegue transformar o cotidiano em algo extraordinário, e isso é o que mais me fascina nele.
'Eu sou livre como um inseto' também me pegou de surpresa. A simplicidade com que ele fala sobre liberdade, comparando-a a algo tão pequeno e quase insignificante, mostra como ele enxergava a vida. É como se cada verso dele fosse uma piscadela, convidando você a ver o mundo com outros olhos. Esses poemas são pequenas joias que cabem no bolso e no coração.
Mario Quintana é um dos poetas mais queridos do Brasil, e 'O Tempo' é um daqueles poemas que ficam ecoando na cabeça da gente. Até onde eu sei, não existe uma versão oficial musicada, mas já me deparei com algumas adaptações independentes no YouTube. Artistas amadores e fãs da poesia brasileira às vezes pegam esses versos e colocam uma melodia, criando algo realmente especial.
Uma vez, encontrei uma versão acústica feita por um cantor desconhecido, com violão e uma voz bem suave. A maneira como ele conseguiu capturar a melancolia do poema me arrepia até hoje. Se você curte poesia e música, vale a pena fuçar por aí – tem muita joia escondida nas entranhas da internet.
Mario Quintana é um desses poetas que conseguem capturar a essência das coisas simples com uma profundidade incrível. 'O Tempo' é um daqueles poemas que ficam ecoando na mente depois da leitura. Para encontrar o texto completo, uma opção é buscar em antologias físicas ou digitais das obras dele. Livrarias online e sebos podem ter coletâneas como 'A Rua dos Cataventos' ou 'Baú de Espantos', onde o poema provavelmente está incluído.
Também vale a pena dar uma olhada em sites especializados em literatura brasileira, como o Domínio Público ou o Portal da Poesia. Bibliotecas universitárias costumam ter acervos digitais acessíveis, e às vezes o poema aparece em blogs dedicados a compartilhar obras clássicas. Se você gosta de Quintana, essa busca pode ser uma jornada deliciosa pelos versos dele.