Quais São Os Melhores Filmes Da Sessão Da Tarde Dos Anos 90?
2026-06-07 12:35:28
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JoaoDiz
Fã livros
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Amoy
Pagkatao
Ideal na Pattern sa Pag-ibig
Sekretong Hangarin
Ang Iyong Madilim na Pagkatao
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3 Answers
Kayla
Radar literário
Motorista
Ah, os anos 90 na Sessão da Tarde eram mágicos! Um dos meus favoritos era 'O Rei Leão'. Sim, eu sei que é animação, mas a emoção de ver a história do Simba na TV aberta era única. Outro que adorava era 'Jurassic Park'. Os dinossauros pareciam tão reais que eu ficava grudado na tela, mesmo já tendo assistido umas cinco vezes. E não podia faltar 'Men in Black', com o Will Smith e o Tommy Lee Jones fazendo dupla perfeita.
Tinha também 'O Máskara', com o Jim Carrey. Aquele humor absurdo e os efeitos especiais eram pura diversão. E como não mencionar 'Forrest Gump'? A jornada do Forrest é tão inspiradora que até hoje me pego citando algumas frases. Esses filmes eram como um refúgio depois da escola, e cada um deles deixou uma marca especial.
2026-06-08 04:02:00
10
Ingrid
Leitor fiel
Intérprete
Lembro como se fosse hoje das tardes preguiçosas assistindo à sessão da tarde nos anos 90. Um filme que marcou muito foi 'o guarda-costas', com Whitney Houston e Kevin Costner. A química entre eles era incrível, e as músicas ficaram na minha cabeça por semanas. Outro que não dá para esquecer é 'uma linda mulher', com Julia Roberts. A transformação da Vivian é tão cativante que até hoje revivo algumas cenas mentalmente. E claro, 'esqueceram de mim' era sempre uma alegria, mesmo sabendo cada passo do Kevin McCallister.
Tinha também 'dança com lobos', que me fez viajar para o velho oeste sem sair do sofá. A fotografia era de tirar o fôlego, e a história do John Dunbar ficou gravada na memória. E quem não se emocionou com 'Ghost - Do Outro Lado da Vida'? A cena do vaso e da música 'Unchained Melody' é simplesmente icônica. Esses filmes não eram apenas entretenimento; eram parte da minha adolescência.
2026-06-09 07:47:47
18
Parker
Voz leitora
Massagista
Cresci assistindo à Sessão da Tarde, e alguns filmes dos anos 90 ficaram para sempre na minha memória. 'Titanic' foi um deles. Mesmo sendo lançado no final da década, passou tanto na TV que virou um clássico instantâneo. A história do Jack e da Rose me fez chorar todas as vezes. Outro que amava era 'Matrix'. Aquele visual futurista e as cenas de ação me deixavam sem fôlego. E claro, 'o fugitivo' com o Harrison Ford era sempre um suspense garantido.
Tinha também 'O Poderoso Chefão', que, mesmo sendo dos anos 70, sempre aparecia nas maratonas. A complexidade da família Corleone me fascinava. E 'curtindo a vida adoidado' era pura nostalgia dos anos 80, mas nos anos 90 ainda era um sucesso. Esses filmes eram mais que passatempos; eram lições de vida e diversão em forma de arte.
2026-06-11 03:09:16
16
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Kaugnay na Mga Aklat
O Tempo que Ficou para Trás
Sem Sonhos
10
9.9K
Desde o dia em que descobri que Henrique Martins estava me traindo, todos os dias, assim que ele entrava em casa, eu o imobilizava no hall de entrada, arrancava suas calças e borrifava álcool de alta concentração em suas partes íntimas para desinfetá-las.
Consumido pela culpa, Henrique sempre se submetia em silêncio, com os olhos avermelhados, tentando me acalmar pacientemente e pedindo que eu parasse com aquilo.
Mas, hoje, ele chegou duas horas mais tarde do que de costume.
Assim que senti o perfume que vinha do corpo dele, perdi completamente o controle e comecei a puxar seu cinto com toda a força.
— Da última vez que você chegou meia hora atrasado, foi porque dormiu com outra mulher! Hoje você atrasou duas horas inteiras. Fala! Quantas foram desta vez? Quatro?
Depois de me pedir desculpas pela vigésima nona vez e ser empurrado para longe mais uma vez, ele finalmente ergueu a mão ainda marcada pela agulha da injeção intravenosa, por onde o sangue havia refluído pelo cateter, e explodiu, gritando comigo em completo desespero.
— Chega! Eu estou com uma febre altíssima, quase morrendo, e você nem sequer perguntou como eu estou! Todos os dias é a mesma crise. Isso nunca vai acabar? Eu só dormi com outra pessoa uma única vez porque estava bêbado! E você? Acha mesmo que é tão inocente assim? Não foi por acaso que, aos dezesseis anos, arrastaram você para um beco e a despiram para humilhá-la! Amanda Rocha, uma mulher paranoica e desequilibrada como você merece exatamente isso!
O borrifador caiu no chão e se despedaçou aos meus pés. O cheiro forte do álcool queimou minha garganta, impedindo que eu conseguisse dizer qualquer palavra.
Ao encarar o olhar carregado de impaciência e desprezo dele, senti apenas um cansaço profundo.
Talvez fosse melhor assim. Eu já não queria mais insistir em um relacionamento que há muito tempo estava completamente destruído.
Até que ponto meu marido já me amou um dia?
Naquela época, para poder se casar comigo, ele me pediu em casamento noventa e nove vezes.
Somente na centésima vez, fui finalmente tocada por sua tenacidade.
Tornei-me a Sra. Menezes, invejada por todos em Cidade Solmar.
No dia do nosso casamento, dei a ele noventa e nove cupons de perdão.
Combinamos que, enquanto esses cupons de perdão não fossem todos usados, eu permaneceria sempre ao seu lado.
Em cinco anos de casamento, cada vez que ele saía para encontrar seu antigo amor, um cupom de perdão era usado.
Quando ele usou o 97º cupom, ele de repente percebeu que eu havia mudado.
Eu não chorava mais, nem implorava para que ele ficasse.
Só quando ele perdia a cabeça por sua secretária, encantadora e ingênua, eu perguntava baixinho:
— Se você vai ficar com ela, posso usar um cupom de perdão?
O homem hesitou por um momento, e uma rara brandura surgiu em seu coração:
— Tudo bem, de qualquer forma, só usei uns sessenta e poucos. Pode usar se quiser.
Eu assenti com um murmúrio e o deixei ir.
Ele não sabia que aquele era o 97º cupom de perdão que usava.
Restavam apenas dois dos nossos cupons de perdão.
Eu e meu marido, Bernardo Santos, estamos casados há oito anos. Durante esse tempo, ele trouxe 99 mulheres pra casa.
Agora, estou olhando pra centésima garota. Ela me encara com provocação e, virando-se pra ele, pergunta:
— Sr. Bernardo, é essa aqui sua esposa inútil?
Bernardo, jogado na cadeira, responde com preguiça:
— É ela, sim.
A garota caminha até mim, dá um tapinha no meu rosto e diz com um sorriso:
— Hoje à noite, você vai ouvir o que é uma mulher de verdade na cama!
Naquela noite, fui obrigada a passar horas na sala ouvindo gemidos.
Na manhã seguinte, Bernardo, como sempre, mandou que eu fizesse o café da manhã. Mas dessa vez, eu recusei.
Ele parece ter esquecido que nosso casamento é só um acordo. E hoje faltam três dias pra esse acordo acabar.
Na sétima vez em que combinei com Breno Lima de ir ao cartório buscar nossa certidão de casamento e fui deixada esperando, tomei a iniciativa de cortar todos os laços que ainda nos uniam.
Se havia um encontro de amigos em que ele estava presente, eu simplesmente deixava de ir.
Se ele era convidado para se apresentar na comemoração da escola, eu me retirava antes do início.
Se a empresa decidia fechar parceria com ele, eu pedia demissão imediatamente.
Até mesmo no Natal, quando ele veio me visitar em casa, inventei uma desculpa para sair e visitar outros amigos.
Bloqueei seu número, apaguei-o da lista de contatos, cortei tudo sem deixar rastros.
Não o procurei mais, e ele também não conseguiu me ver.
Durante os trinta anos anteriores, passei a maior parte da vida apaixonada por ele, cuidando dele com todo o meu empenho.
Só depois de ser deixada esperando pela sétima vez no cartório é que despertei.
Não queria mais viver assim.
Mesmo que fosse para ficar sozinha, não queria passar mais um dia e uma noite guardando uma casa vazia!
— Cunhado... Amor... Me deixa sentir você por inteiro.
— Caramba... Onde você aprendeu isso? Desde quando ficou tão ousada?
No cinema, eu me passei pela minha irmã, e meu cunhado enfiou a mão por baixo da minha saia, explorando-me sem a menor cerimônia.
Minha sensibilidade o deixou ainda mais excitado. O rosto dele ficou vermelho, a respiração pesou, e, antes que eu conseguisse reagir, ele já tinha aberto a própria calça.
A ereção dele saltou para fora, dura e imponente.
Ele me ergueu, fez-me sentar em seu colo, e o calor rígido do corpo dele me atravessou de uma vez.
Estremeci inteira. Um gemido escapou da minha garganta, alto demais para aquele canto escuro do cinema, enquanto meu corpo se entregava ao prazer com uma intensidade que eu jamais tinha sentido.
No segundo seguinte, a voz urgente dele soou junto ao meu ouvido:
— Não se mexe. Tem alguém olhando para cá.
No oitavo ano de seus estudos no exterior, meu ex-namorado, cujo coração eu havia partido de forma implacável, finalmente voltou a fim de apresentar a nova namorada à família.
Foi no exato momento em que os médicos declararam a minha sentença final. Após oito anos de tratamentos fracassados contra o câncer, eu havia perdido a batalha e só me restava voltar para casa para esperar a morte.
Ao me ver sentada em uma cadeira de rodas, amparada pelos braços da minha mãe, os lábios de Samuel Silva se curvaram em um sorriso zombeteiro.
— Oito anos sem nos vermos e olha só o seu estado... Não consegue nem andar mais? — Provocou ele, com a voz carregada de repulsa.
Puxei a manga do meu casaco com calma, cobrindo as incontáveis marcas de agulha que pontilhavam as costas da minha mão.
— Não foi nada, apenas levei um tombo e fraturei um osso. — Respondi, sem alterar a expressão.
Samuel soltou mais uma risada sarcástica.
— Já que é assim, vou me casar em breve. Você bem que poderia ser a madrinha da minha noiva.
Mantive o sorriso sereno no rosto e neguei com um aceno leve.
— Agradeço, mas não vai dar. Estou prestes a fazer uma viagem para um lugar muito distante.
Dito isso, dei dois tapinhas suaves na mão da minha mãe, indicando que ela deveria me levar de volta para dentro.
Ah, os filmes da Sessão da Tarde nos anos 80 eram pura magia! Lembro de assistir 'Os Goonies' com um misto de aventura e nostalgia. Aquele grupo de crianças em busca de um tesouro pirata tinha tudo: amizade, perigo e muito humor. E não dá para esquecer 'E.T. - O Extraterrestre', que me fez acreditar que aliens poderiam ser nossos amigos. Esses filmes tinham uma capacidade incrível de misturar fantasia e emoção, algo que hoje em dia parece mais raro.
Outro que marcou foi 'De Volta para o Futuro', com aquele carro Delorean e uma viagem no tempo que ainda hoje é referência. E quem não se emocionou com 'O Enigma da Pirâmide', onde jovens detetives resolviam um mistério? A Sessão da Tarde era um verdadeiro baú de tesouros cinematográficos, e esses títulos são só a ponta do iceberg.
Lembro como se fosse hoje dos sábados à tarde, grudado na TV esperando a Sessão da Tarde começar. Aquele clima nostálgico dos anos 90 tinha um charme especial, com filmes que hoje são clássicos absolutos. 'Os Goonies' era um fenômeno – a aventura da turma em busca do tesouro pirata me fez sonhar com mapas secretos e cavernas escondidas. Outro que marcou era 'E.T. – O Extraterrestre', com aquela amizade pura entre Elliot e o alienígena deixando todo mundo emocionado. E não dá para esquecer 'De Volta para o Futuro', com o Marty McFly viajando no tempo e virando o herói improvável. Esses filmes não só divertiam, mas também ensinavam sobre amizade e coragem.
Tinha também os clássicos da Disney que passavam direto, como 'A Dama e o Vagabundo' ou '101 Dálmatas', mas os live-action eram os que realmente agitavam a galera. 'A História Sem Fim' com o Atreyu e o Fúria era outra pedida certeira – quem nunca gritou 'Fúria, corre!' junto com o Bastian? Esses filmes tinham uma magia que hoje parece difícil de replicar, talvez porque eram uma mistura perfeita de fantasia e sentimentos reais.
Lembro que os filmes da Sessão da Tarde eram um ritual quase sagrado na minha infância. Não era só sobre assistir, mas sobre aquele clima de nostalgia que vinha com histórias simples, mas cheias de coração. Filmes como 'As Patricinhas de Beverly Hills' ou 'Meninas Malvadas' tinham um charme inocente, longe do cinismo de muitas produções atuais. Eles traziam conflitos adolescentes universais, mas resolvidos com humor e leveza, o que os tornava reconfortantes.
Além disso, a trilha sonora era sempre marcante. Quantas vezes não fiquei cantarolando músicas de 'Clueless' ou '10 Coisas que Eu Odeio em Você' sem nem perceber? Essa combinação de narrativas cativantes e música envolvente criava uma identidade única. Hoje, mesmo com tantas opções, esses filmes continuam sendo uma espécie de refúgio — um lembrete de que algumas histórias, mesmo simples, nunca envelhecem.